sexta-feira, 28 de agosto de 2026

mais uma de sábio do ChatGPT...

 

Pergunta: porque é que quando as coisas correm bem, às vezes tentamos sabotá-las?


Resposta: Porque, às vezes, aquilo que desejamos também é aquilo que mais nos assusta.

Quando as coisas começam a correr bem, deixamos de estar no território conhecido da expectativa e passamos para o da possibilidade real. E isso pode ativar medos que estavam escondidos: “E se isto acabar?”, “E se eu me magoar?”, “E se eu não for suficiente?”, “E se for bom demais para ser verdade?”

Então, paradoxalmente, podemos começar a criar problemas onde antes não existiam. Afastamo-nos, procuramos defeitos, interpretamos demasiado, provocamos discussões, testamos a outra pessoa ou arranjamos razões para desistir.

Há uma espécie de lógica inconsciente nisso:

“Se eu estragar primeiro, pelo menos não podem ser eles a magoar-me depois.”

Também pode acontecer porque estamos mais habituados ao caos do que à tranquilidade. Se durante muito tempo associámos relações a incerteza, tensão ou luta, uma relação saudável pode parecer estranhamente desconfortável. Não porque haja alguma coisa errada, mas porque é diferente daquilo a que estamos habituados.

E existe ainda o medo da vulnerabilidade. Quando alguém começa realmente a importar-nos, já não conseguimos fingir que não nos interessa. Ter algo a perder torna-nos vulneráveis.

Por isso, às vezes, sabotamos precisamente aquilo que mais queremos.

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