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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Beijem lá os avós, miúdos

Meus queridos pimpolhos,

No rescaldo ainda da polémica temática dos beijos aos avós e da violência em obrigar as crianças a tal, etc e tal, criada pelo professor universitário no programa Prós e Contras (ver esta notícia), só tenho isto a dizer:

Que celeuma tão exagerada que se criou em relação a temas que nada têm a ver.

Os avós não são estranhos, ou não deveriam ser. E obrigar, obrigar, nunca ninguém deveria obrigar ninguém a fazer o que não quer. Sejam crianças ou adultos. (Se bem que atire a primeira pedra quem nunca obrigou os seus filhos a comer o vegetal x que sabemos que eles odeiam, mas que nós sabemos que lhes faz bem; quem nunca obrigou o filho a fazer o TPC mesmo sabendo que ele odeia a disciplina y, mas que tem de ser, tem de ser feito...)

Mas separemos as coisas.

Uma coisa são os pais, ou educadores, promoverem algo que é socialmente aceite na nossa cultura, como o cumprimento com beijos. É uma questão social, considerada em Portugal de "boa educação". Não acho anormal encontrarmos alguém e dizermos: "x ou y diz olá à amiga da mãe" ou "dá um beijinho" ou "dá um abracinho", etc. Não o fazemos nós quando encontramos alguém? Não nos foi ensinado a vida toda e aqui estamos? Claro que se a criança fincar pé e disser um rotundo "não" e se mostrar encavacada ou desconfortável, sou a primeira a sorrir e dizer à pessoa rejeitada "pronto, fica para a próxima" ou "está com vergonha, paciência, não faz mal" e passo à frente e relaxo a cria, que não a vou obrigar a beijocar quem não quer. Mas lá está, isso não significa que não promova o cumprimento.

Agora misturar cumprimentos com os afectos dos avós é que me parece que não bate a bota com a perdigota.

Meus filhotes lindos, se um dia eu sentisse que naturalmente vocês detestavam cumprimentar afetuosamente os vossos avós que tanto vos amam e tantos mimos vos dão, ficaria triste. Claro que há avós e avós, e mesmo entre os vossos, naturalmente vocês têm os vossos preferidos. Mas avós não são estranhos (atenção que estou a partir de uma relação normal de avós e netos próximos). Não são pessoas estranhas por quem vocês passam de vez em quando. Falemos assumindo que avós são aqueles segundos pais que tanto vos querem, que mimam mais do que repreendem, que mostram orgulho em tudo o que vocês fazem, que querem o vosso melhor. E, caso um dia o esqueçam, os vossos avós são quem cuida de vocês quando estão doentes, são aqueles cujos braços se abrem e para onde vocês saltam quando os encontramos, são aqueles que vos mimam com guloseimas mais do que nós pais gostaríamos (embora eu feche os olhos muitas vezes, porque de olhos fechados lembro com saudade o tempo em que eu própria - gulosa até dizer chega - chegava a casa dos meus avós, e sem os meus pais verem, estes abriam uma gaveta cheia de chocolates e diziam "vá, tira lá o que quiseres"), são quem vos dá os brinquedos mais incríveis, são os que vos querem ver mais felizes.

Avós "normais" dão beijinhos e abracinhos bons (pessoas rudes e agressivas, ou pessoas frias e até más, existem em todo o lado, mas não estou a falar desses seres). Gostam de nós e não há nada de mal em beijá-los de vez em quando. Ou, vejam só!, dizer que gostamos deles... Essas coisas... Essa é uma intimidade boa, aliás a intimidade é feita para ser boa. E a proximidade cria intimidade salutar. E mesmo que em determinadas ocasiões não os queiramos beijocar (crianças são crianças e todas têm os seus momentos), eles irão saber encaixar. Irão sorrir, fazer festas nas nossas/vossas cabeças e irão pensar ou dizer "fica para a próxima". E a vida irá continuar e eles irão amar os seus netos como sempre.

Já alguém dizia "é no meio que está a virtude". Gente: não exagerem nesta temática, ou noutras do género. Ser razoável, sensível aos outros, e ser equilibrado e não ser radical é o caminho.

Beijinhos aos molhos para todos!!

domingo, 22 de abril de 2018

A Maria

Meus filhotes lindos,

Ando há muito tempo a pensar em adicionar mais um membro à nossa família. Um ser de quatro patas. Ou duas. Um gato, um pouquinho da índia, um coelho... um pássaro? O que acham?
Acho que vos faria lindamente cuidar de um animal, começar a ter este tipo engraçado de responsabilidade. Saber o que é dar atenção e cuidar de um ser.

Mas como do pensar ao executar vai uma grande distância (os que me conhecem sabem o que me custa imaginar um animal o dia todo sozinho em casa) o tempo passa e ainda nada se passa e provavelmente ainda não se passará este ano. O vosso pai e eu temos já muito a acontecer na nossa vida e não nos sentimos ainda preparados para um novo elemento na família, dado que é preciso dar mais de nós ainda.

Pois meus amores, enquanto do alto dos vossos 3 e 7 anos vocês nem se apercebem do quanto penso nestas coisas e no quanto sempre quis ter um animal quando era criança (provavelmente porque me sentia sozinha enquanto filha única), uma coisa engraçada tem-se passado na minha vida. Um pequeno ser tem-se avizinhado volta e meia à nossa janela da cozinha. A Maria, como lhe chama o nosso vizinho. É uma gata adulta, rafeira (estilo Europeu), de rua, linda e meiga. Tem um pêlo sedoso e sobe para a nossa janela para lhe darmos comida. Inicialmente saltava para a nossa janela porque a confundia com a do vizinho do lado (são iguais), mas lentamente comecei a perceber que vinha porque sabia que teria comida se lá fosse ter connosco.

Sempre fui contra quem alimenta gatos de rua. Ter 15 gatos à porta de casa como tinha quando morava com os meus pais, porque uma vizinha se tinha decidido a salva-los a todos, mesmo não estando eles esterilizados, mesmo tendo eles mais ninhadas de gatos a cada ano que passava, mesmo com doenças e xixis  e cocós à porta de casa todos os dias... foi dose. Mas entretanto fui mãe. E de repente, de algum modo - acho que é mesmo isto que acontece quando nos tornamos mães de seres inocentes e pequeninos - os males do mundo tornaram-se os meus. Sempre fui muito carinhosa com animais, mas de repente comecei a olhar para eles de outro modo. Não eram só animais, eram seres, muitos deles um elemento vital de muitas famílias. Compreendia agora o desespero dos donos quando os animais fogem, se perdem ou os roubam.

Mas falava eu da Maria. Embora quisesse alguma distância dela ao início, a verdade é que um dia comprei-lhe ração no supermercado. Foi este inverno. Estava muito frio e pensava onde estaria ela. Se estaria na casa do vizinho quentinha, ou na casa de alguém que também gostasse dela. Pensei naquele pêlo macio, se lhe daria o conforto e calor naquele frio terrível que se fez sentir há poucos meses. E embora achasse que ainda não me sentia preparada para a deixar entrar em casa (não sei se tem doenças, se já passou pelo veterinário, etc etc, e o medo de comprometer a saúde de todos cá em casa travou-me) um dia pensei que pelo menos se estivesse bem alimentada talvez combatesse melhor o frio. E talvez um dia, num daqueles dias em que esteve mesmo mas mesmo frio, se a tivesse visto nessa altura talvez a tivesse deixado entrar...

Não sei. Mas fico mesmo contente quando a Maria aparece para nos visitar. Mal me vê aproxima-se com o seu ar misterioso e independente, e começa a miar. E lá vou eu buscar mais um bocadinho de ração, lá vou eu apagar aquela fome. Se ela vos vê, meus rapazolas, (ou até ao T.), retrai-se, foge logo. A vossa barulheira e excitação não deve suscitar muita confiança nela. Mas se estou só eu ela deixa-me fazer festinhas. Às vezes imagino-a connosco no sofá, aninhada, nós a fazermos-lhe festas (o vosso pai vem de uma família que sempre teve vários gatos,  2 ou 3 de cada vez!!), ela a derreter-se. Sempre adorei o conceito de ter um animal a dormir em cima da minha cama, por exemplo (que se lixe os que não acham higiénico).

A minha sogra, grande defensora dos animais, principalmente dos gatos, ficou deliciada com a "nossa" gatinha. E disse-me uma coisa curiosa. Que os gatos vêm sempre curar algo nos donos. Lêem algo neles e vêm curar alguma dor ou alguma falha na nossa vida. Não sei o que veio ela colmatar aqui. Mas cada vez mais penso que há algum animal à minha espera nesta vida (não é ela, é demasiado independente nesta altura, parece-me). Um ser peludo e fofinho, porque sei que ainda tenho muita meiguice para dar (e receber).

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A animação do meu coração

Não é segredo nenhum para quem conhece bem a nossa família que sempre que o P. dorme a sesta a seguir ao almoço, aproveitamos todos para relaxar e ver um filme. Como o nós inclui um miúdo de 7 anos ficámos há muito confinados a filmes infantis e dobrados em português.
Inicialmente foi uma rotina que custou a entrar. Não pelo momento de relax em si obviamente, mas pelo adeus aos filmes de gente adulta que sempre preguiçosamente gostámos de ver ao fim de semana, especialmente em dias chuvosos.

Mas o que se estranha logo se entranha, nao é o que dizem? E entranhou. Por causa dos miúdos descobri todo um mundo de animação (e os filmes de animação atuais são qualquer coisa de fabulástica, acreditem), recente e antigo, que desconhecia. De entre eles posso agora afirmar que estão lá alguns dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Se quem me está ler tiver uma pequena costela cinéfila, entenderá o que quero dizer.

Aqui há umas semanas falava de filmes de animação com colegas meus. Todos me pareceram algo benevolentes e pouco interessados, como se fossem "apenas" filmes para crianças. Sim, devem ser giros, mas não iremos perder tempo a vê-los.
Para quem me está a ler: por favor vejam filmes para crianças. Hoje em dia há produções simplesmente incríveis, com histórias de moral irrepreensível. Com histórias de amor, amizade, entreajuda, lealdade, coragem, medo, humor... todos os ingredientes de vidas em cheio que nos inspiram na nossa vida real. Que nos fazem acreditar num mundo melhor.

Quem nunca encheu o peito de admiração pela coragem e redenção da Brave, onde no fundo só nos querem mostrar que a família é tudo na vida? onde se mostra que o perdão e o arrependimento move montanhas. Onde se mostra que não nos devemos vergar a tudo o que os outros querem de nós, mas onde devemos respeitar esses mesmo outros?

Que se acuse quem nunca rebolou a rir com as imagens iniciais do The Secret Life of Pets, onde com um humor e imaginação incríveis os autores do filme nos mostram o que fazem os animais domésticos depois de fecharmos a porta para ir trabalhar? Quem não ficou comovido pela lição de amizade e inclusão que o filme nos mostra? Quem não deseja passar isso aos seus filhos, sobrinhos, amigos? Quem não desejou que o mundo fosse assim tão aventureiro e justo como quando a história chega ao fim?

E o The Incredibles? aquela família fabulosa cheia de clichés, mas que quando a coisa aperta movem montanhas para se protegerem uns aos outros? Qual o pai ou a mãe que não se deliciou com as imagens subtis (e outras nem tanto) do bebé da família, dos seus pequenos gestos, do seu chuchar da chucha? quem não pensou: Meu Deus! eles apanharam tão bem isto!! é que é mesmo assim! (eu quase ficava de lágrima no olho quando revia aqueles movimentos de bebé que são tão iguais aos bebés reais!!).

Ah sim... todos estes filmes de que falo, já os vi várias vezes. Mesmo. É o que dá ter miúdos em casa. Eles gostam de os ver incessantemente. Deve ser para memorizar bem tudo.
A lista é infindável, mas vou só falar de mais um: How to Train Your Dragon - onde nos mostram que devemos seguir os nossos instintos, onde nem tudo o que é parece, onde devemos ser nós mesmos apesar do que os outros nos instilam, onde nos mostram que podemos errar e admitir que erramos, onde percebemos que há amizades improváveis que se proporcionam mesmo assim.

Que bom é viver uma grande aventura (e sem sair do sofá ahaha) :)

Ah esperem. Não me despeço sem falar da saga Gru e Mínimos. 
Já viram os filmes? já riram e choraram com eles? se não o fizeram são de pedra certamente.
Cá em casa ultimamente andamos no Gru - O Maldisposto 3. Incessantemente. Mesmo. Nos últimos fins-de-semana já o vi seguramente umas 10 vezes. Já o vi 2 vezes seguidas (acreditem se quiserem, mas com 2 almas a pedincharem como se não houvesse amanhã às vezes é melhor ceder e ter alguma paz durante mais um bocado). E caramba... que filme tão giro! Que pormenores, que história. Sim fala sobre a família, sobre irmãos, sobre ser mãe (porque é mãe quem cuida e não apenas quem dá à luz), sobre inseguranças e medos... 

Mas ainda por cima este belo filme traz à tona recordações fenomenais para quem é da geração de finais dos anos 70 e anos 80. Quem não rebolou a rir com o mauzão da fita a fazer todos os seus moves à la Michael Jackson (que bela homenagem eu diria, ele ficaria orgulhoso)? Quem não delirou com os famosos acordes dos Dire Straits com o seu Money for Nothing? Quem não foi ouvir de novo todas aquelas músicas, quem não revisitou a sua infância ou adolescência ali mesmo? 

Quem não vibrou com todos os detalhes do filme? Provavelmente (mesmo) mais os adultos do que as crianças, acreditem. Aquilo é lindo! Puro entretenimento cheio de qualidade. Tão bom como ver  o melhor clássico com os melhores actores de carne e osso.

Vá malta, não suspirem de aborrecimento, complacência e obrigação da próxima vez que os vossos filhos, netos, sobrinhos, afilhados, filhos de amigos, enteados, o que for, vos arrastarem para um cinema de animação (seja em casa ou no cinema). Gozem o filme. Aproveitem a mensagem que vos passam. Divirtam-se, riam e chorem com as personagens. Tentem que os mais pequenos absorvam a mensagem implícita (ela existe SEMPRE), pensem vocês mesmos nessas mensagens. Pensem como a vida pode ser por vezes injusta, mas como se pode (quase) sempre dar a volta, como a vida pode ser bela, como podemos ter pequenos grandes actos com aqueles que nos rodeiam. Pensem na vida simplesmente. E divirtam-se :)


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Quando alguém nos diz que está cansado...

Quando alguém (geralmente sem filhos) me diz que está super cansado/a porque teve uma grande insónia nessa noite... dá-me vontade de rir histericamente.
Assim... de modo louco. E maníaco. Tipo Joker, sabem?
Faço-o mentalmente, mas por fora mostro a minha poker face e tento fazer um ar condoído. Tenho compaixão pela pessoa sim, claro. Ninguém gosta de não conseguir dormir.
Tento mesmo não ser condescendente ou ter a mania que tenho filhos e que isso só por si me dá a sabedoria única do que é não poder dormir dias a fio (ou meses até, ou anos!). Mas caramba... a verdade é que isso me dá esse direito sim.  Tenham dó. Sabem lá o que é quererem dormir e não poderem. Não é não CONSEGUEM, é NÃO VOS DEIXAREM dormir.

Vamos a uma história?

Este fim de semana ia ser de arromba, de festa. Depois como ia estar sol íamos dar muitos passeios. Mas como ter filhos significa uma vida cheia de surpresas e mudanças de planos, a coisa não foi bem assim :P

Ora resumindo: ficámos em casa 3 dias e sem dormir uma única noite!

Imaginemos:

O vosso filho mais novo faz anos. Passam o dia a comprar comida e preparar coisas para a festa no dia a seguir. Deitam-se optimistas e a pensar como a vida é bela. Lá pela 1h da manhã a vida deixa de ser assim tão bela quando o vosso pimpolho parece tossir uma tosse estranha e desata a chorar logo a seguir. Voam até lá e a cama está toda vomitada. Depois de o tentarem acalmar, ele vomita tudo e mais alguma coisa. Em cima de vocês, do chão, e de onde houver mais para vomitar. Limpam, consolam, tentam adormecê-lo. E ele até adormece. Vocês é que não.
Passada 1h, nova vomitadela. Mais 2h de semi-sono. Mais nova vomitadela.
Perto das 5h da manhã ele chora, quer ir para ao pé do papá, mas mal percebe que afinal vai ter de dormir (mesmo que seja ao pé dele) desata a berrar e lembra-se que tem fome. Quer o "titinho" e berra até mais não. Em plena discordância lá damos (a medo confesso) o leite para a cria se calar. Pode ser que acalme, que não vomite, e que durma. Mas não. Bebe e vomita logo a seguir a acabar e chorar por mais. Queremos acalmá-lo mas está difícil. O irmão é acordado às 7h com tanto choro...

O dia segue.
O rapaz mais novo vomita até a água que se lhe dá. Cancelamos a festa. Mas embora os amigos e os filhos deles não venham decidimos que a família próxima vem na mesma, já agora tentar comemorar um bocado, o rapaz também merece! (e temos carradas de comida!)
E passamos um bom momento! De paz, risos, conversa e hamornia. O miúdo alterna entre o mimo, o cansaço e a animação. Quando as pessoas se vão embora resolvemos que o melhor é dar uma saltada ao hospital. A febre não baixou muito e nada entra naquela boca. Felizmente a visita é curta, o hospital não tem muita gente, e é oficial - virose gastrointestinal. Nessa noite volta a vomitar (tinha comido 3 bolachas no hospital, aliciado por outro miúdo que parecia uma trituradora a comer bolachas). Nova limpeza, novos lençóis. Nova choradeira despegada de madrugada que já não deixa mais ninguém dormir.

O dia passa e nada entra na boca do rapaz. Começam a ver-se os ossos, está magrinho e estou preocupada. Mas não vomita e a febre começa a baixar.
De domingo para segunda respiramos fundo. O pequenino vai ter de ficar em casa, mas ao menos vamos poder dormir descansados essa noite, sem vomitanços. Estamos nas últimas e já não aguentamos muito mais.

Mas...

Isso pensávamos nós!!

Às 3h da manhã o mais velho começa a chorar.
Raios partam, penso eu! Que raio de pesadelo teve ele agora??!!! Nãoooooo... hoje não!!! 
O pai vai lá. Volta a dizer que ele se sente enjoado e que lhe dói a garganta. Ficamos na dúvida. A palavra enjoado não é boa. A "dor de garganta" já é comum quando quer que lhe demos atenção. Tentamos convencê-lo a dormir. Sem grandes resultados. Quer que eu durma com ele. Mas não dá.
Mas vamos ao que interessa. Resumindo: minutos mais tarde desata a vomitar. Vomita o nosso colchão, a parede e o tapete...
Nem conseguimos acreditar...

Passando à frente: no dia a seguir estamos assim: mãe em casa com os 2 filhotes doentes. No dia a seguir a esse está o pai com eles. E a melhor ainda: no dia a seguir a esses está o pai doente em casa!!!!

Xiça que estou contente por estarmos quase num novo fim de semana! É desta que vamos passear e gozar o bom tempo!

E quem voltar a dizer-me que está de rastos porque nessa noite teve uma insónia... Aiiii!!! SEGUREM-ME!!

:p

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

O primeiro dia do 1º ciclo

E chegámos ao fim do primeiro dia da vida dele.
E das nossas.
O M. começou hoje a escola "a sério".

Ele estava bem. Nada surpreendido por só ter ficado com 5 meninos/as da turma anterior. Nada impressionado por já não conseguir estar a toda a hora com os outros amigos. Nada intimidado com a nova professora. Super à vontade com as novas rotinas que se vão seguir (embora ainda não tenha passado por elas, ou seja, agora ainda é fácil!). Excitado até, mas com moderação, com as novas responsabilidades.

Eu por outro lado...
Passo o dia ansiosa. Ansiosa por saber como tinha sido, dado que não pude ir lá. Se sempre tinha ficado na turma que lhe tinham atribuído. Se a professora era simpática. Se conheceria ele o resto dos meninos da nova turma. Preocupada com mais um ano em que é dos primeiros a chegar e dos últimos a sair. Preocupada por saber novas informações. Enfim... ansiosa por acertar as agulhas todas destes inícios de ano sempre algo confusos.

O P. na mesma. Está na escola que nem um rei. Corre para mim todo contente quando o vou buscar. Quer colo, quer abraços, quer mimo e atenção. Um fofo.

Mal entra no carro começa a impaciência do fim do dia. Pede incessantemente uma bolacha e enquanto não lhe passo uma para a mão não se cala. Resmunga, choraminga, acaba a bolacha e quer outra. Em casa enquanto janta é o filme de sempre. O filme contemporâneo chamado "Estou quase a fazer dois anos e sei o que quero, sou independente". Recusa-se a comer. Vira a cara para o lado. Lá vai comendo umas garfadas de sopa e prato principal misturadas porque finalmente me rendi e liguei a televisão para ele ver o Panda e comer sem dramas. Vê o Panda mas não come calmamente, excepto em alguns bocados. Agora já não quer o Panda. Quer o Pocoyo. Estica-se na cadeira, só não cai porque está preso. Quer tudo e não quer nada. A tudo o que lhe dizemos a resposta é "Nãoooooo".

Reconheço: está podre de sono.
Reconheço também: estou podre de cansaço e sem paciência.
Mas respiro fundo umas dez vezes em várias ocasiões porque sei bem que quando me descontrolo descontrola-se tudo. E preciso de calma, muita calma para que tudo corra bem e finalmente os dois miúdos se deitem rapidamente.

Os dois caiem na cama e dormem quase instantaneamente. E nem são nove da noite ainda.
Eu caio no sofá e tento ter dois minutos de silêncio e paz antes de recomeçarmos as lides a que já nos tínhamos desabituado: preparar a lancheira do dia a seguir do M.

Sobrevivemos!
Um dia de cada vez.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A tragicomédia da novela Hilary/Trump

Meus filhos (sim, vocês: P. e M. que um dia lerão isto, espero),

Que Deus nos livre de uns EUA governados por um Trump. Que Ele ilumine estes pacóvios que dizem agora que se não é o Bernie Sanders então vão votar no Trampa. Opa... a sério? Mas esta malta existe?

Meus filhos, que um dia em que leiam isto a História do mundo tenha mudado o seu rumo atual (caótico, paranóico, extremista, racista, violento, etc) para um mundo mais pacífico, em que todos aceitemos as nossas diferenças e queiramos rumar para uma civilização mais digna das vossas almas puras, genuínas, sem preconceitos e inocentes.

Rezo para que consigam viver num mundo, embora não perfeito, aceitável.
É que isto hoje em dia está por demais...

Bjs e até já!

https://www.publico.pt/mundo/noticia/hillary-clinton-faz-historia-e-ganha-um-guardacostas-chamado-bernie-sanders-1739527

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/07/hollande-diz-que-franca-conseguiu-impedir-varios-atentados-nesta-semana.html


Momento profundo do dia...



segunda-feira, 30 de maio de 2016

Manhattan Night

Mais um daqueles filmes mesmo mesmo bons. Que grande filme. Desconhecido, pelo menos eu não fazia ideia da sua existência, mas muito bom... porque é completamente marado. Que história!
Deixo-vos aqui o link do IMDB
Começa com música e estilo filme categoria B. Mas tem uma trama curiosa que evolui para algo fantasticamente estranho, psicótico, delicioso e decadente (para quem gosta do género é preciso fazer notar).
Querem uma boa surpresa? Vejam o filme.
(ah e não liguem demasiado às cenas de sexy que se vêm no trailer, isso é só para vender, esta história é muito mais do que isso.)


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Paletes de roupa!

Sempre ouvi dizer que 1 filho é um filho, mas que 2 equivalem a 20 (incluindo na roupa)! E caneco!! Não é que é mesmo isso? Para além da trabalheira toda, não consigo perceber como é que desde que o P. nasceu, as máquinas da roupa literalmente duplicaram!! Dantes era a máquina da roupa escura e máquina da roupa branca. Agora é máquina da roupa escura mais imediata (meias, cuecas, farda do M. da escola, camisolas várias nossas, jeans, etc etc) + máquina da roupa branca (mil toalhas que gastamos nem sei bem como, os lençóis das camas de todos e algumas roupas claras) + máquinas de roupa clara de mais roupa ainda que não sei como se sujou no final da semana + máquina de roupa de tudo e mais alguma coisa (incluindo às vezes tapetes e coisas dessas). Passamos o fds a lavar roupa. E depois passo o resto da semana a olhar para as cadeiras da sala a abarrotar da roupa para passar.

Não me lembro da última vez que vi a sala sem tralha em cima das cadeiras! Ah já sei, lembro sim, foi no Dia da Mãe que em fizemos um almoço lá em casa, e para não parecer mal (e porque as pessoas tinham mesmo de se sentar!) tirámos tudo para o nosso quarto. Não há pachorra para tanta roupa... Assim que passamos uma parte e parece que estamos libertos.. zás... nova roupa tirada do estendal para passar... Jesus... mas de onde vêm estes kg todos de roupa??

Quero uma empregada!!!!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

50 Shades of Grey

Já vos disse que vi há umas semanas, finalmente!, o 50 Shades of Grey?
















Devia ter as minhas expectativas tão baixas, depois de tudo o que se disse, mas tão baixas mesmo, que... até achei o filme fofinho. Ahahah! Aquilo... pronto... era um romance... com umas cenas mais picantes lá pelo meio, mas nada de bradar aos céus (no bom ou no mau sentido).
Ah e também achei que tinha uns salpicos de comédia. Pelo menos sempre que a moça mordia os lábios eu partia-me a rir. Deu-me para isso, o que se vai fazer... Imaginava o realizador a gritar-lhe "e agora... morde os lábios pá! Morde!! MOR-DEEE!!". Ele olhava para ela e zás: ela mordia o lábio. Ela imaginava qualquer coisa com ele e zás, mordia o lábio. Ela ia de encontro ao elevador e zás... mordia o lábio. (lol pronto, aqui exagerei, isso nunca aconteceu, mas talvez tenha acontecido ela ver o sofá dele e zás... morder o lábio) Ahahahaha!
Ou seja, deu para rir, foi giro ver algumas pequenas coisas de sadomaso, e no fim eu só pensava "Vai atrás dela, vai atrás delaaaaaaaaaaaaaaa!!!". (a minha veia romântica está sempre lá).
50 Shades - check! visto! done.

p.s. Ah, mas devo dizer que ela estava perfeita no seu papel, já há muito que não via uma atriz com um ar tão inocente.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

"A Aldeia Quase Perfeita"

A ver meus caros/as :)

Muito, muito giro! Mais um filme que comprova que o cinema francês é dos melhores que anda por aí. Este é uma comédia muito boa!
http://cinecartaz.publico.pt/Filme/347649_uma-aldeia-quase-perfeita




quinta-feira, 5 de maio de 2016

O senhor Fernando

O senhor Fernando, chamemos-lhe assim, trabalha aqui mesmo ao lado há uns 4 meses. Cabelo todo branco, simpático, calmo, atento ao que se passa à sua volta. Precisa de tirar os óculos para ler coisas no telemóvel, tem alergias, escreve no seu computador com a cabeça quase colada a este, é culto e cordial. Passado uns tempos da sua vinda, fiquei a saber que lhe tinha morrida a esposa (!).
E... pasmem-se, só tinha passado 1 mês desde essa fatalidade.
Fiquei surpresa e admirada pela sua presença de espírito: decidido a não ficar em casa deprimido, veio trabalhar para aqui, ao pé de nós. Não está cá todos os dias, mas quando está, dá gosto. Faz-me alguma companhia e pelos vistos eu a ele. Sempre que me apanha sozinha lá vão 2 ou 3 dedos de conversa. Conversas simples sobre coisas simples.
Aqui há tempos disse-me "Sabe...desculpe estar a interrompê-la... mas sabe... humm... faz hoje 3 meses que a minha esposa faleceu...". Gaguejei enternecida. O que dizer face a isto? O que dizer a um homem mais velho, com bem mais experiência de vida do que eu (que fujo da ideia da Morte como do Diabo) e cujo amor desapareceu há tão pouco tempo? Sou péssima nestas coisas. Mesmo. Na altura o que me saiu foi um "Lamento..." meio triste meio não sei bem o que dizer, alguém me acuda. E fui sincera "Não sei o que lhe hei de dizer...desculpe." E ele respondeu-me uma coisa tão verdadeira... "Não faz mal. Já está a ouvir e isso é bom."
Apeteceu-me abraçá-lo e dizer aqueles clichés de que tudo vai melhorar. Mas nem tenho à vontade para isso, nem queria vê-lo a chorar (bem sei o poder de uma mão no ombro ou de um abraço quando estamos vulneráveis). E... que sei eu sobre isso? Eu que me fechei sempre em copas quando os meus avós morreram, que não consigo lidar nada bem com a Morte. Eu que FELIZMENTE ainda tenho pais, tenho o meu companheiro comigo, tenho os meus lindos filhos, tenho os amigos todos vivos. Todos de boa saúde.
Ontem, sozinhos, voltou a virar-se para mim. "Sabe, a minha esposa faleceu faz hoje 4 meses."
O meu coração ficou mais uma vez pequenino e bateu com força. Que digo agora? Pergunto se está a custar muito? Claro que sim. Óbvio. Sei que está sozinho em casa, tem o filho e o neto longe.
Resolvi então encher-me de coragem e perguntei-lhe de que tinha falecido a esposa. Foi o melhor que fiz. Falou sobre os problemas de saúde dela, que já vinham de nascença e que com a idade tinham deteriorado o corpo. Mostrou-me a fotografia de uma linda senhora, elegante e composta. Falou-me dela. Falou-me do filho. Vi fotografias do neto. Partilhou mais um bocadinho da sua vida. Não partilhei a minha, aquele momento era dele.
Em jeito de conclusão disse-me "Enfim... é assim a vida". Respondi algo como "É como se diz por aí... o melhor é aproveitarmos todos os bocados bons do dia a dia, não é?". "É isso mesmo" respondeu-me pensativo. "É isso mesmo."
Quando mais tarde saíamos do escritório, não soube bem o que lhe dizer . Tenha o resto de um bom dia? Eu sabia que ele estava a ter um mau dia, um dia triste. Então disse-lhe uma coisa um bocado parva. "Até amanhã... Sr. Fernado...humm... lamento... os meus sentimentos." como se a esposa tivesse acabado de falecer.
Sei lá. Continuo, nos meus quase 40 anos, sem saber bem o que se diz a alguém que perdeu quem ama. Que frase tão idiota. Desculpe-me Sr. Fernando. Cá nos vemos amanhã.

Sofrer por beleza? Nahhhh.

Bom artigo aqui. Ora leiam!

Gostei muito da rima no final :)

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O dia em que me ia matando!

Pois é verdade. É verdade que os pais fazem tudo pelos filhos e embora o título disto seja um bocado dramático em relação à simplicidade da história :P foi assim que eu me senti na altura.

Ora bem. É preciso dizer que em minha casa ainda não há cancelas nas escadas para proteger a criançada. É algo que está na lista do to-do mas que ainda não do nada... Primeiro porque o raio das escadas são suis generis e porque até agora não houve muita urgência (o M. já é um miúdo crescido e pode descer e subir as escadas quando bem lhe apetece sem que fiquemos apreensivos), e, segundo, porque o P. sempre que vai para o piso superior tem-nos a nós colados, e porque ainda não há o risco de ele sair do quarto a meio da noite (ainda dorme no berço com grades).

Ora bem. Estava eu e o resto da famelga,  numa bela manhã, no piso superior da nossa casa, depois de biberão do P. tomado na cama, etc e tal, quando, depois de vestirmos o pikeno, começamos a ir para baixo. O macho adulto da casa foi antes ao nosso quarto buscar qualquer coisa e os miúdos seguiram-no. Tudo controlado. Ou pelo menos assim achava eu. A fêmea adulta da casa ficou literalmente 2 segundos para trás, no outro quarto a arrumar algumas roupas, quando vê a pulga pequena, repentinamente, fazer um desvio e dirigir-se às escadas. O desvio foi tão rápido que lhe ia dando uma coisita má... Só eram precisos uns 6 passos dele e estava à beira da escada e a olhar para o precipício. Ela dá um berro (um som estranho, mistura de grito assustado, a chamar pelo pai, com som de mãe-galinha boc!), e só tem o instinto de correr (eu diria literalmente amandar-se para fora da porta, assim tipo à guarda-redes) e tentar alcançar a cria antes que esta se estampasse escadas a baixo.
A cria, talvez por causa do grito, pára e olha para trás. O macho alfa da casa, que de repente já estava ali ao lado, pega nela rapidamente, e a mãe-galinha cai para o chão a soluçar, mix de imaginar o que podia ter sido com uma dor horrível no braço e no pé (pensei que tinha partido os dedos!!). Tinha batido com força na ombreira da porta durante o "processo de salvamento".
Jesus... que dores! Até tremia.

Conclusão: um braço com uma nódoa negra do tamanho do mundo, bem pisada e gira. E um dos dedos do pé todo negro (agora já está meio rosa/violeta). A coisa boa: acho que não parti nada. E a coisa melhor ainda? foi apenas um susto e a cria lá continuou a sua vida.
Mas a coisa mesmo mesmo boa? Foi ver a reacção do M. Ficou ali o tempo todo comigo sentado no chão, à espera que a coisa melhorasse (sim, deitei umas lagrimitas) e a perguntar se ainda doía. O meu filhote esteve ali ao meu lado, foi solidário, caneco! E isso fez com que eu rebentasse de orgulho. O meu miúdo é mesmo bom rapaz!

Que diferença. Aqui há 1 ano ou 2 ele continuaria na dele a brincar, sem ligar nenhuma, sem noção das dores dos outros. Está mesmo crescido. Ele não podia fazer nada, mas ficou solidário. Fiquei muito feliz pela atitude. Fiquei a imaginar se fosse um colega que se tivesse aleijado a sério. Provavelmente ele também ficaria ali a dar-lhe apoio ou então iria chamar alguém.


Conclusão: nas coisas menos boas podemos sempre ter momentos bons.

Ah! e conselho: não deixem de fazer hoje o que podem fazer amanhã. Isto é mais para moi même que nunca mais me aplico a ver uma solução para o raio das cancelas... Já estou a ver o P., daqui a uns tempos, já sem estar no berço, à noite a levantar-se e a resolver ir passear...
Cancela!! Cancela!! Temos de ir ver da cancela!


P. - 19 meses
M. - 5 anos (quase quase 6)

terça-feira, 12 de abril de 2016

O mais velho dorme mais do que o mais novo?

Pois é verdade. E às vezes fico parva com isso. O calmeirão de quase 6 anos dorme o mesmo que a pulga pequena de 1 ano e meio! Mas como é que isso é possível?
Deitam-se agora basicamente à mesma hora (a pulga demora séculos a comer).
O mais velho já não dorme sestas desde os 4 anos, mas deita-se e são uns 5 minutos até que adormeça. Ás vezes basta que se lhe diga: vá, basta de conversa agora, vamos mas é dormir, que o rapaz vira-se para o lado, respira fundo e aqui vamos nós.
A pulga não.
A pulga fica ao nosso colo um BOM BOCADO e se o metemos na cama ainda acordado, senta-se, revira e volta a virar 300 vezes. E na creche só dorme 1 horita que dormir é para os bebés...
Nem quero pensar quando for mais velhinho. Nem é preciso muito, só mais um ano.
Glup!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

E quem não se lembra desta saga...

... na TV, aqui há uns anos? http://www.eonline.com/news/702674/o-j-simpson-was-found-not-guilty-of-murder-20-years-ago-here-s-where-the-major-o-j-trial-players-are-now

Lembro-me bem de chegar a casa depois das aulas, ligar a CNN e seguir o julgamento (que dava em directo diariamente durante horas). Agora segue-se a série! Can't wait! É agora que vou saber os podres por dentro do julgamento (e com um elenco de luxo!). http://www.imdb.com/title/tt2788432/?ref_=ttmd_md_nm




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Presidente dos E.U.A.

Gostaria tanto que o próximo presidente fosse esta mulher http://www.refinery29.com/2015/12/98715/amazing-international-women-advice?utm_source=vf&utm_medium=syndication&mbid=social_facebook#slide-11

Não só porque é mulher (mas também! o mundo já merece ter uma maestra e não um maestro), mas porque é alguém com pulso de ferro, alguém que admiro ao longe, cujas ideologias e preocupações me tocam. Se a sua gestão fosse como foi o mandato de Bill Clinton, teríamos esperança no futuro sem dúvida! Se gerisse este nosso país um bocadito pobre de espírito então isso é que era!

Eu sempre fui tão PS (ideologicamente falando) mas este Costa veio desmotivar-me. Não o elegi, assim como tantos outros portugueses, e detesto ter um país gerido por alguém que não foi eleito democraticamente. Apetece-me gritar: Vai-te embora!! (tu e os outros coleguinhas de amor-ódio).

Hilary, vem cá de ferias!! Aparece! Apaixona-te pelos bons e brandos costumes. Fica por aqui ensina umas coisas à malta.

De qualquer modo... leiam a entrevista do link, é pequena mas vale a pena.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Vi este filme...

... no outro dia e adorei!!! Recomendo!!

Uma boa história, bons actores (de várias nacionalidades!) e mais uma grande atuação do Ben Kingsley!
http://www.imdb.com/title/tt0800241/