sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Mulheres de hoje...

 

Ontem, numa aula de grupo de coaching, uma jovem mulher expressava a ansiedade gigante sobre o emprego atual que era demasiado físico e perigoso (trabalha no ramo industrial, com químicos) e dizia que adorava um dia ter uma relação - e até uma família (com filhos) - mas que isto a impedia de concretizar isso.

Fiquei pasmada. Eu e os outros que estavam a assistir. Pedi a palavra e dei-lhe a minha opinião sobre o assunto, partilhei o que achava. Depois disse-lhe que no Slack do programa que andamos a frequentar iria falar com ela em privado. 

Confesso que me espanta quando as pessoas logo de raiz se bloqueiam à força toda por coisas que ainda não aconteceram.

O curioso é que eu sempre fui aquela que sofre por antecipação, mas dadas as chapadas que uma pessoa vai tendo na vida já aprendi vagamente a lidar com a ansiedade. Bem. Tem dias. Muitas dias mesmo. Mas pronto, irei ajudá-la no que puder com alguma troca de ideias e conversa.

Às vezes acho que o meu propósito de vida é ser uma espécie de coach e motivadora de pessoas. Mas eu faria um modelo ligeiramente diferente. Primeiro dava uns valentes estaladões bem dados por causa de tanta estupidez que oiço, e depois ia consolar a ansiedade e ajudar então a iluminar ideias.

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