(ficção)
Está à minha frente. O corpo. Aquele corpo.
Nu, pernas musculadas sentadas, corpo em esforço, braço com as veias a rebentar enquanto a mão esfrega vivamente o pénis duro. Está quase.
Estou muito, muito perto dele, cabeça quase encostada ao seu peito. Os meus olhos pousam nos seus ombros e naquelas curvas dos músculos dos braços e peito... tão familiar...
Está quase.
E então olho para a barriga. Está perto de mim. Vai-se contraindo à medida que geme e se mexe com os movimentos da mão. É lisa, polvilhada por pequenos ressaltos de músculos contraídos. Desço mais. Até aquela zona incrível onde começam alguns pêlos mais fortes e de onde sai o tal membro delicioso... Que visão.
Nunca tinha olhado só para a barriga naquele momento, com aquele movimento.
Que sensual...
Que bonito...
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