domingo, 28 de abril de 2013

As minhas leituras

Adoro ler. Adoro. Ler para mim é vestir a pele de outras pessoas, é viver outras histórias, é reforçar histórias que já foram minhas, é conhecer outros pontos de vista, é ser mil e uma coisas que nunca poderemos ser e viver só com uma vida.



Tenho sido, ao longo dos anos, super influenciada e contagiada por amigos e por alguns elementos da minha família. Enquanto nos meus anos pré-teenager devorava livros de aventura (Enid Blyton e afins -as edições antigas, que descobri em casa dos meus avôs) como Os Cinco, As Gémeas, etc.; em teenager descobri o genial Arthur Conan Doyle numa edição bem antiga do Sherlock Holmes, algures numa prateleira alta na casa dos meus pais. Os livros escuros, de capa dura, formavam a Baker Street à noite, quando juntávamos as lombadas todas. O meu coração estava rendido e pertenceu aquele género durante anos... (Agatha Christie, etc).  Depois descobri os clássicos (Charles Dickens, Tolstoi, entre outros). 
A minha parte favorita era sem dúvida descobri-los em casa dos meus pais e avós, "roubá-los" e torná-los meus. E se foram meus... Li-os avidamente, vivi aquelas personagens todas da cabeça aos pés. Foram horas da minha vida, das quais não me arrependo nada de ter "desperdiçado" em sofás, na cama, onde fosse, a ler.


Já em adulta experimentei os romances mais ou menos cor-de-rosa (os muito melosos não têm muito a ver comigo mas... não queria morrer inculta) e li Sveva Casati Modignani, Joanne Harris.

Ultimamente, mais do que influenciada por 2 ou 3 pessoas, ando a levitar por estes (ver mais abaixo). Livros densos de sentimentos, de histórias simples mas complexas, de mentes fora do comum. Aqui estão eles: