Não sei o que é que se passou, mas num período de poucos meses o M. decidiu que ia ser um menino crescido. De um dia para o outro deu a preciosa almofadinha dele (que tinha na cama desde bebé) ao irmão; há 2 dias não quis mais o ratinho (aquele azul do IKEA que dá luz) à noite; e ontem nem ratinho, nem "luzinhas" (uma tomada fluorescente que teve no quarto para o desparecimento do ratinho não ser tão drástico). Desde ontem que dorme às escuras!!! (o que me dificulta a tarefa de ir lá vê-lo antes de me deitar, mas bom, eu cá me amanho). Deve ser o fenómeno 6 anos!Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Mudanças de luzes (do M.)
Não sei o que é que se passou, mas num período de poucos meses o M. decidiu que ia ser um menino crescido. De um dia para o outro deu a preciosa almofadinha dele (que tinha na cama desde bebé) ao irmão; há 2 dias não quis mais o ratinho (aquele azul do IKEA que dá luz) à noite; e ontem nem ratinho, nem "luzinhas" (uma tomada fluorescente que teve no quarto para o desparecimento do ratinho não ser tão drástico). Desde ontem que dorme às escuras!!! (o que me dificulta a tarefa de ir lá vê-lo antes de me deitar, mas bom, eu cá me amanho). Deve ser o fenómeno 6 anos!segunda-feira, 12 de setembro de 2016
O primeiro dia do 1º ciclo
E chegámos ao fim do primeiro dia da vida dele.
E das nossas.
O M. começou hoje a escola "a sério".
Ele estava bem. Nada surpreendido por só ter ficado com 5 meninos/as da turma anterior. Nada impressionado por já não conseguir estar a toda a hora com os outros amigos. Nada intimidado com a nova professora. Super à vontade com as novas rotinas que se vão seguir (embora ainda não tenha passado por elas, ou seja, agora ainda é fácil!). Excitado até, mas com moderação, com as novas responsabilidades.
Eu por outro lado...
Passo o dia ansiosa. Ansiosa por saber como tinha sido, dado que não pude ir lá. Se sempre tinha ficado na turma que lhe tinham atribuído. Se a professora era simpática. Se conheceria ele o resto dos meninos da nova turma. Preocupada com mais um ano em que é dos primeiros a chegar e dos últimos a sair. Preocupada por saber novas informações. Enfim... ansiosa por acertar as agulhas todas destes inícios de ano sempre algo confusos.
O P. na mesma. Está na escola que nem um rei. Corre para mim todo contente quando o vou buscar. Quer colo, quer abraços, quer mimo e atenção. Um fofo.
Mal entra no carro começa a impaciência do fim do dia. Pede incessantemente uma bolacha e enquanto não lhe passo uma para a mão não se cala. Resmunga, choraminga, acaba a bolacha e quer outra. Em casa enquanto janta é o filme de sempre. O filme contemporâneo chamado "Estou quase a fazer dois anos e sei o que quero, sou independente". Recusa-se a comer. Vira a cara para o lado. Lá vai comendo umas garfadas de sopa e prato principal misturadas porque finalmente me rendi e liguei a televisão para ele ver o Panda e comer sem dramas. Vê o Panda mas não come calmamente, excepto em alguns bocados. Agora já não quer o Panda. Quer o Pocoyo. Estica-se na cadeira, só não cai porque está preso. Quer tudo e não quer nada. A tudo o que lhe dizemos a resposta é "Nãoooooo".
Reconheço: está podre de sono.
Reconheço também: estou podre de cansaço e sem paciência.
Mas respiro fundo umas dez vezes em várias ocasiões porque sei bem que quando me descontrolo descontrola-se tudo. E preciso de calma, muita calma para que tudo corra bem e finalmente os dois miúdos se deitem rapidamente.
Os dois caiem na cama e dormem quase instantaneamente. E nem são nove da noite ainda.
Eu caio no sofá e tento ter dois minutos de silêncio e paz antes de recomeçarmos as lides a que já nos tínhamos desabituado: preparar a lancheira do dia a seguir do M.
Sobrevivemos!
Um dia de cada vez.
E das nossas.
O M. começou hoje a escola "a sério".
Ele estava bem. Nada surpreendido por só ter ficado com 5 meninos/as da turma anterior. Nada impressionado por já não conseguir estar a toda a hora com os outros amigos. Nada intimidado com a nova professora. Super à vontade com as novas rotinas que se vão seguir (embora ainda não tenha passado por elas, ou seja, agora ainda é fácil!). Excitado até, mas com moderação, com as novas responsabilidades.
Eu por outro lado...
Passo o dia ansiosa. Ansiosa por saber como tinha sido, dado que não pude ir lá. Se sempre tinha ficado na turma que lhe tinham atribuído. Se a professora era simpática. Se conheceria ele o resto dos meninos da nova turma. Preocupada com mais um ano em que é dos primeiros a chegar e dos últimos a sair. Preocupada por saber novas informações. Enfim... ansiosa por acertar as agulhas todas destes inícios de ano sempre algo confusos.
O P. na mesma. Está na escola que nem um rei. Corre para mim todo contente quando o vou buscar. Quer colo, quer abraços, quer mimo e atenção. Um fofo.
Mal entra no carro começa a impaciência do fim do dia. Pede incessantemente uma bolacha e enquanto não lhe passo uma para a mão não se cala. Resmunga, choraminga, acaba a bolacha e quer outra. Em casa enquanto janta é o filme de sempre. O filme contemporâneo chamado "Estou quase a fazer dois anos e sei o que quero, sou independente". Recusa-se a comer. Vira a cara para o lado. Lá vai comendo umas garfadas de sopa e prato principal misturadas porque finalmente me rendi e liguei a televisão para ele ver o Panda e comer sem dramas. Vê o Panda mas não come calmamente, excepto em alguns bocados. Agora já não quer o Panda. Quer o Pocoyo. Estica-se na cadeira, só não cai porque está preso. Quer tudo e não quer nada. A tudo o que lhe dizemos a resposta é "Nãoooooo".
Reconheço: está podre de sono.
Reconheço também: estou podre de cansaço e sem paciência.
Mas respiro fundo umas dez vezes em várias ocasiões porque sei bem que quando me descontrolo descontrola-se tudo. E preciso de calma, muita calma para que tudo corra bem e finalmente os dois miúdos se deitem rapidamente.
Os dois caiem na cama e dormem quase instantaneamente. E nem são nove da noite ainda.
Eu caio no sofá e tento ter dois minutos de silêncio e paz antes de recomeçarmos as lides a que já nos tínhamos desabituado: preparar a lancheira do dia a seguir do M.
Sobrevivemos!
Um dia de cada vez.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Um bom dia
Ontem foi um bom dia.
Foi daqueles dias em que acordo algo ansiosa. Está tudo mole e, incrivelmente, acordamos mais tarde (8h30 conta?) com uma data de coisas ainda para despachar antes de sairmos. Com 2 miúdos há sempre uma quantidade incrível de tralha que temos de levar mesmo quando vamos só passar 1 dia (!) fora. Mas ontem era também o dia em que íamos deixar o M. com os outros avós. E eles não estão mesmo aqui ao lado. A praia é outra, as rotinas são outras.
A roupa e brinquedos estão prontos.
O P. guincha de excitação por ter o irmão perto novamente, só quer brincadeira. Mal ele sabe que no final do dia voltamos só nós os 3, os trabalhadores. Dois para o emprego, um para a creche. É só mais uma semana... Talvez para o ano já dê para irem os 2 irmãos (o P. mais crescido e fácil de gerir) para estas mini-férias. Talvez.
O M. mal consegue esconder a felicidade de irmos para lá os quatro. Acho que gosta das férias com os avós (do meu lado e do lado do T.) mas gosta ainda mais quando estamos por perto. Porque somos os pais, porque se sente mais seguro, porque gosta de exibir as suas conquistas (seja dos Legos, seja das habilidades na piscina), porque sim. Somos o seu núcleo duro.
Eu estou ansiosa em deixá-lo lá, embora saiba que é bom para ele. Férias de nós, tempo de brincadeira com os avós, ter outras pessoas a tomar conta dele. Também estou ansiosa porque hoje vão estar concentradas muitas pessoas numa casa pequena e sei a barulheira que vai ser. E sei que o P. não adormece facilmente e Meu Deus como vai ser adormecer com panelas a bater, portas idem, conversas altas, etc.
Por outro lado, tento conter-me nas aflições. Ando melhor nesta parte ultimamente (acho eu). O treino mental (que afecta decididamente a parte física, da nervoseira e afins) é uma coisa fantástica. E eu tenho-me treinado para relativizar tudo na vida. A vida é boa e há que saber vivê-la. O miúdo fica bem na mesma se um dia dorme menos. A excitação vai compensar as birras de sono.
Assim a contrabalançar a ansiedade, sinto-me invadida de uma calma estranha. Estamos todos no carro finalmente (depois dos streks de última hora) e os miúdos estão contentes, o T. sorridente e tudo pronto a ir. Cantamos no carro, vamos decididos a ter um bom dia.
E o dia corre com muita conversa e rebuliço! Com o P. a andar atrás dos gatos e comigo a andar atrás dele para ver se não apanha nenhuma arranhadela e se não se espeta no chão novamente (no dia anterior caiu no quintal e ficou com uma das pernas num estado lastimável!), comigo a dar um olho - entre conversas com terceiros - ao P. que está com mais alguém da família mas que mesmo assim precisa de todos os pares de olhos possíveis.
O M. vai variando o seu tempo entre os seus amados Legos e o ir ter com o P. e os gatos (é um querido, lá vai tomando conta do irmão como sabe e pode). E vamos para a piscina e constato que tenho efectivamente 2 peixinhos na família! O peixe grande que quer estar horas na água a nadar, a dar mergulhos, a pendurar-se na prancha insuflável, etc e o peixinho pequeno que quer estar na água também, mesmo quando está a bater o dente literalmente há 30 minutos. Também ele "nada" e quer que o levemos de um lado para o outro, quer atirar água ao irmão, etc. Também ele se descabela todo quando decidimos que é hora de sair da água, o M. ainda lá está e ele quer lá estar também. Grita, esperneia, chora desconsolado.
À tarde voltamos a repetir a dose: piscina, muita brincadeira na água, alguns pirulitos engolidos, birras, gargalhadas. Ah e o P. lá dormiu a sesta com o pai (ele gosta e o pai também!) entre grande barulheira, e lá se almoçou e conversou.
Chegam as despedidas.
"Por favor metam-lhe sempre creme protetor no corpo todo, olhem que ele hoje apanhou um pequeno escaldão na zona do pescoço!"
"E não se esqueçam de lhe por sempre o boné."
"E têm de o lembrar de fazer xixi, ele nunca se lembra, fica até à última."
"E cuidado com este mar que não é de fiar, ele só pode ficar na beira da água."
"E cuidado com os saltos e correrias na piscina, não vá cair e aleijar-se."
"E ele que vá bebendo água que não bebe nenhuma."
"E é para deitar cedo!" (acho que esta já semi-desisti)
Eu sei que sou chata, vá. Mas é o my precious, o meu pintainho. Buóc!!
E depois estamos de volta a casa. Um calor de morrer, o ar a sufocar quando entramos. O P. deita-se mais tarde do que é costume mas não demora muito a adormecer (de manhã só esfregava os olhos e quando lhe pergunto se tem soninho diz do modo mais fofo possível: Xim!)
Deitamo-nos derreados. Tento esquecer aquela ansiedade (pequenina, lá no fundo) de ter o pintainho mais velho longe. Mas sei que ele ficará bem e ainda mais animado quando vier o padrinho. E mentalmente torno a agradecer à minha mãe e aos meus sogros a preciosa ajuda de nos ajudarem com o M. nesta altura. Não estamos nós de férias, mas quase que as conseguimos tocar. Ter um bebé em casa não é nada comprado a ter 2 crianças juntas em grande algazarra. O P. vai dormir e de repente parece que estamos de férias, mas daquelas mesmo de descanso a sério (e tanto que precisamos dele...). Silêncio. Por vezes surge aquela semi-liberdade repentina de "E se eu fosse buscar um sushi para nós os dois?". Ou estamos juntos ou estamos cada um para seu lado, nas suas coisas. Mas estamos ali a gozar aquele tempo só para nós. Parece que estamos de férias. E agradeço por isso.
Lá que foi um dia bom, foi.
Foi daqueles dias em que acordo algo ansiosa. Está tudo mole e, incrivelmente, acordamos mais tarde (8h30 conta?) com uma data de coisas ainda para despachar antes de sairmos. Com 2 miúdos há sempre uma quantidade incrível de tralha que temos de levar mesmo quando vamos só passar 1 dia (!) fora. Mas ontem era também o dia em que íamos deixar o M. com os outros avós. E eles não estão mesmo aqui ao lado. A praia é outra, as rotinas são outras.
A roupa e brinquedos estão prontos.
O P. guincha de excitação por ter o irmão perto novamente, só quer brincadeira. Mal ele sabe que no final do dia voltamos só nós os 3, os trabalhadores. Dois para o emprego, um para a creche. É só mais uma semana... Talvez para o ano já dê para irem os 2 irmãos (o P. mais crescido e fácil de gerir) para estas mini-férias. Talvez.
O M. mal consegue esconder a felicidade de irmos para lá os quatro. Acho que gosta das férias com os avós (do meu lado e do lado do T.) mas gosta ainda mais quando estamos por perto. Porque somos os pais, porque se sente mais seguro, porque gosta de exibir as suas conquistas (seja dos Legos, seja das habilidades na piscina), porque sim. Somos o seu núcleo duro.
Eu estou ansiosa em deixá-lo lá, embora saiba que é bom para ele. Férias de nós, tempo de brincadeira com os avós, ter outras pessoas a tomar conta dele. Também estou ansiosa porque hoje vão estar concentradas muitas pessoas numa casa pequena e sei a barulheira que vai ser. E sei que o P. não adormece facilmente e Meu Deus como vai ser adormecer com panelas a bater, portas idem, conversas altas, etc.
Por outro lado, tento conter-me nas aflições. Ando melhor nesta parte ultimamente (acho eu). O treino mental (que afecta decididamente a parte física, da nervoseira e afins) é uma coisa fantástica. E eu tenho-me treinado para relativizar tudo na vida. A vida é boa e há que saber vivê-la. O miúdo fica bem na mesma se um dia dorme menos. A excitação vai compensar as birras de sono.
Assim a contrabalançar a ansiedade, sinto-me invadida de uma calma estranha. Estamos todos no carro finalmente (depois dos streks de última hora) e os miúdos estão contentes, o T. sorridente e tudo pronto a ir. Cantamos no carro, vamos decididos a ter um bom dia.
E o dia corre com muita conversa e rebuliço! Com o P. a andar atrás dos gatos e comigo a andar atrás dele para ver se não apanha nenhuma arranhadela e se não se espeta no chão novamente (no dia anterior caiu no quintal e ficou com uma das pernas num estado lastimável!), comigo a dar um olho - entre conversas com terceiros - ao P. que está com mais alguém da família mas que mesmo assim precisa de todos os pares de olhos possíveis.
O M. vai variando o seu tempo entre os seus amados Legos e o ir ter com o P. e os gatos (é um querido, lá vai tomando conta do irmão como sabe e pode). E vamos para a piscina e constato que tenho efectivamente 2 peixinhos na família! O peixe grande que quer estar horas na água a nadar, a dar mergulhos, a pendurar-se na prancha insuflável, etc e o peixinho pequeno que quer estar na água também, mesmo quando está a bater o dente literalmente há 30 minutos. Também ele "nada" e quer que o levemos de um lado para o outro, quer atirar água ao irmão, etc. Também ele se descabela todo quando decidimos que é hora de sair da água, o M. ainda lá está e ele quer lá estar também. Grita, esperneia, chora desconsolado.
À tarde voltamos a repetir a dose: piscina, muita brincadeira na água, alguns pirulitos engolidos, birras, gargalhadas. Ah e o P. lá dormiu a sesta com o pai (ele gosta e o pai também!) entre grande barulheira, e lá se almoçou e conversou.
Chegam as despedidas.
"Por favor metam-lhe sempre creme protetor no corpo todo, olhem que ele hoje apanhou um pequeno escaldão na zona do pescoço!"
"E não se esqueçam de lhe por sempre o boné."
"E têm de o lembrar de fazer xixi, ele nunca se lembra, fica até à última."
"E cuidado com este mar que não é de fiar, ele só pode ficar na beira da água."
"E cuidado com os saltos e correrias na piscina, não vá cair e aleijar-se."
"E ele que vá bebendo água que não bebe nenhuma."
"E é para deitar cedo!" (acho que esta já semi-desisti)
Eu sei que sou chata, vá. Mas é o my precious, o meu pintainho. Buóc!!
E depois estamos de volta a casa. Um calor de morrer, o ar a sufocar quando entramos. O P. deita-se mais tarde do que é costume mas não demora muito a adormecer (de manhã só esfregava os olhos e quando lhe pergunto se tem soninho diz do modo mais fofo possível: Xim!)
Deitamo-nos derreados. Tento esquecer aquela ansiedade (pequenina, lá no fundo) de ter o pintainho mais velho longe. Mas sei que ele ficará bem e ainda mais animado quando vier o padrinho. E mentalmente torno a agradecer à minha mãe e aos meus sogros a preciosa ajuda de nos ajudarem com o M. nesta altura. Não estamos nós de férias, mas quase que as conseguimos tocar. Ter um bebé em casa não é nada comprado a ter 2 crianças juntas em grande algazarra. O P. vai dormir e de repente parece que estamos de férias, mas daquelas mesmo de descanso a sério (e tanto que precisamos dele...). Silêncio. Por vezes surge aquela semi-liberdade repentina de "E se eu fosse buscar um sushi para nós os dois?". Ou estamos juntos ou estamos cada um para seu lado, nas suas coisas. Mas estamos ali a gozar aquele tempo só para nós. Parece que estamos de férias. E agradeço por isso.
Lá que foi um dia bom, foi.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
"Mãe..."
"...posso falar com o mano?"
Esta amoleceu-me o coração e encheu-me de orgulho pela relação próxima que estão a criar.
(M. de férias em casa da avó, ao telefone comigo). Eu com o coração bem pequenino por irem estar uns tempos separados nas férias, mas o que tem de ser tem muita força.
Depois claro... No dia seguinte, telefonei para que pudessem falar de novo. Já não quis, tinha outras coisas que fazer, não lhe apetecia. Grrrr...
Ai vida... crianças serão sempre crianças.
Esta amoleceu-me o coração e encheu-me de orgulho pela relação próxima que estão a criar.
(M. de férias em casa da avó, ao telefone comigo). Eu com o coração bem pequenino por irem estar uns tempos separados nas férias, mas o que tem de ser tem muita força.
Depois claro... No dia seguinte, telefonei para que pudessem falar de novo. Já não quis, tinha outras coisas que fazer, não lhe apetecia. Grrrr...
Ai vida... crianças serão sempre crianças.
E o M. fez 6 anos!
E o meu bebé crescido lá fez 6 anos. Para ele a idade da emancipação! Para mim a idade em que de repente já vai entrar na escola "a sério" e onde vai ter TPC's todos os dias (que já só de pensar me deixa os cabelos em pé) ahahahaha
O meu crescido teve um dia em cheio! De manhã foi com o pai passear e aventurar-se no Castelo dos Mouros em Sintra. Depois almoçámos todos juntos e a tarde foi a preparar a festa do dia seguinte. O P. ficou em êxtase quando nos viu todos juntos a entrar escola adentro para o ir buscar, é raro, mas muito bom! :)
A festa foi um êxito! Lutámos inicialmente para conseguir domar uns quantos manfios de 6 anos completamente descontrolados pela novidade de estar na casa do M., e de ver um espaço e brinquedos novos. Mas lá conseguimos e eles divertiram-se à brava que era o que se queria! Foi tudo à mistura: amigos nossos, amigos do M. e família. Foi caótico, divertido, e no fim aquela sensação de ficarmos cheios, de ter sido um dia em cheio!
Meu docinho crescido:
Aproveita estes tempo de brincadeira e de aprender coisas novas. És alegre, positivo, adoras aprender e saber fazer as coisas bem. Continua assim. És um miúdo calmo e doce, agora com aqueles pozinhos de parvoíce adicionados, próprios da tua idade, que tanto nos fazem rir. És divertido e meigo, teimoso e melodramático. És o meu filhote lindo e adoro-te! Muitos parabéns!! Que a vida te sorria sempre!
Luv UUUUUUU!
O meu crescido teve um dia em cheio! De manhã foi com o pai passear e aventurar-se no Castelo dos Mouros em Sintra. Depois almoçámos todos juntos e a tarde foi a preparar a festa do dia seguinte. O P. ficou em êxtase quando nos viu todos juntos a entrar escola adentro para o ir buscar, é raro, mas muito bom! :)
A festa foi um êxito! Lutámos inicialmente para conseguir domar uns quantos manfios de 6 anos completamente descontrolados pela novidade de estar na casa do M., e de ver um espaço e brinquedos novos. Mas lá conseguimos e eles divertiram-se à brava que era o que se queria! Foi tudo à mistura: amigos nossos, amigos do M. e família. Foi caótico, divertido, e no fim aquela sensação de ficarmos cheios, de ter sido um dia em cheio!
Meu docinho crescido:
Aproveita estes tempo de brincadeira e de aprender coisas novas. És alegre, positivo, adoras aprender e saber fazer as coisas bem. Continua assim. És um miúdo calmo e doce, agora com aqueles pozinhos de parvoíce adicionados, próprios da tua idade, que tanto nos fazem rir. És divertido e meigo, teimoso e melodramático. És o meu filhote lindo e adoro-te! Muitos parabéns!! Que a vida te sorria sempre!
Luv UUUUUUU!
quarta-feira, 27 de julho de 2016
A tragicomédia da novela Hilary/Trump
Meus filhos (sim, vocês: P. e M. que um dia lerão isto, espero),
Que Deus nos livre de uns EUA governados por um Trump. Que Ele ilumine estes pacóvios que dizem agora que se não é o Bernie Sanders então vão votar no Trampa. Opa... a sério? Mas esta malta existe?
Meus filhos, que um dia em que leiam isto a História do mundo tenha mudado o seu rumo atual (caótico, paranóico, extremista, racista, violento, etc) para um mundo mais pacífico, em que todos aceitemos as nossas diferenças e queiramos rumar para uma civilização mais digna das vossas almas puras, genuínas, sem preconceitos e inocentes.
Rezo para que consigam viver num mundo, embora não perfeito, aceitável.
É que isto hoje em dia está por demais...
Bjs e até já!
https://www.publico.pt/mundo/noticia/hillary-clinton-faz-historia-e-ganha-um-guardacostas-chamado-bernie-sanders-1739527
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/07/hollande-diz-que-franca-conseguiu-impedir-varios-atentados-nesta-semana.html
Momento profundo do dia...
Que Deus nos livre de uns EUA governados por um Trump. Que Ele ilumine estes pacóvios que dizem agora que se não é o Bernie Sanders então vão votar no Trampa. Opa... a sério? Mas esta malta existe?
Meus filhos, que um dia em que leiam isto a História do mundo tenha mudado o seu rumo atual (caótico, paranóico, extremista, racista, violento, etc) para um mundo mais pacífico, em que todos aceitemos as nossas diferenças e queiramos rumar para uma civilização mais digna das vossas almas puras, genuínas, sem preconceitos e inocentes.
Rezo para que consigam viver num mundo, embora não perfeito, aceitável.
É que isto hoje em dia está por demais...
Bjs e até já!
https://www.publico.pt/mundo/noticia/hillary-clinton-faz-historia-e-ganha-um-guardacostas-chamado-bernie-sanders-1739527
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/07/hollande-diz-que-franca-conseguiu-impedir-varios-atentados-nesta-semana.html
Momento profundo do dia...
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