E chegámos ao fim do primeiro dia da vida dele.
E das nossas.
O M. começou hoje a escola "a sério".
Ele estava bem. Nada surpreendido por só ter ficado com 5 meninos/as da turma anterior. Nada impressionado por já não conseguir estar a toda a hora com os outros amigos. Nada intimidado com a nova professora. Super à vontade com as novas rotinas que se vão seguir (embora ainda não tenha passado por elas, ou seja, agora ainda é fácil!). Excitado até, mas com moderação, com as novas responsabilidades.
Eu por outro lado...
Passo o dia ansiosa. Ansiosa por saber como tinha sido, dado que não pude ir lá. Se sempre tinha ficado na turma que lhe tinham atribuído. Se a professora era simpática. Se conheceria ele o resto dos meninos da nova turma. Preocupada com mais um ano em que é dos primeiros a chegar e dos últimos a sair. Preocupada por saber novas informações. Enfim... ansiosa por acertar as agulhas todas destes inícios de ano sempre algo confusos.
O P. na mesma. Está na escola que nem um rei. Corre para mim todo contente quando o vou buscar. Quer colo, quer abraços, quer mimo e atenção. Um fofo.
Mal entra no carro começa a impaciência do fim do dia. Pede incessantemente uma bolacha e enquanto não lhe passo uma para a mão não se cala. Resmunga, choraminga, acaba a bolacha e quer outra. Em casa enquanto janta é o filme de sempre. O filme contemporâneo chamado "Estou quase a fazer dois anos e sei o que quero, sou independente". Recusa-se a comer. Vira a cara para o lado. Lá vai comendo umas garfadas de sopa e prato principal misturadas porque finalmente me rendi e liguei a televisão para ele ver o Panda e comer sem dramas. Vê o Panda mas não come calmamente, excepto em alguns bocados. Agora já não quer o Panda. Quer o Pocoyo. Estica-se na cadeira, só não cai porque está preso. Quer tudo e não quer nada. A tudo o que lhe dizemos a resposta é "Nãoooooo".
Reconheço: está podre de sono.
Reconheço também: estou podre de cansaço e sem paciência.
Mas respiro fundo umas dez vezes em várias ocasiões porque sei bem que quando me descontrolo descontrola-se tudo. E preciso de calma, muita calma para que tudo corra bem e finalmente os dois miúdos se deitem rapidamente.
Os dois caiem na cama e dormem quase instantaneamente. E nem são nove da noite ainda.
Eu caio no sofá e tento ter dois minutos de silêncio e paz antes de recomeçarmos as lides a que já nos tínhamos desabituado: preparar a lancheira do dia a seguir do M.
Sobrevivemos!
Um dia de cada vez.
Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Um bom dia
Ontem foi um bom dia.
Foi daqueles dias em que acordo algo ansiosa. Está tudo mole e, incrivelmente, acordamos mais tarde (8h30 conta?) com uma data de coisas ainda para despachar antes de sairmos. Com 2 miúdos há sempre uma quantidade incrível de tralha que temos de levar mesmo quando vamos só passar 1 dia (!) fora. Mas ontem era também o dia em que íamos deixar o M. com os outros avós. E eles não estão mesmo aqui ao lado. A praia é outra, as rotinas são outras.
A roupa e brinquedos estão prontos.
O P. guincha de excitação por ter o irmão perto novamente, só quer brincadeira. Mal ele sabe que no final do dia voltamos só nós os 3, os trabalhadores. Dois para o emprego, um para a creche. É só mais uma semana... Talvez para o ano já dê para irem os 2 irmãos (o P. mais crescido e fácil de gerir) para estas mini-férias. Talvez.
O M. mal consegue esconder a felicidade de irmos para lá os quatro. Acho que gosta das férias com os avós (do meu lado e do lado do T.) mas gosta ainda mais quando estamos por perto. Porque somos os pais, porque se sente mais seguro, porque gosta de exibir as suas conquistas (seja dos Legos, seja das habilidades na piscina), porque sim. Somos o seu núcleo duro.
Eu estou ansiosa em deixá-lo lá, embora saiba que é bom para ele. Férias de nós, tempo de brincadeira com os avós, ter outras pessoas a tomar conta dele. Também estou ansiosa porque hoje vão estar concentradas muitas pessoas numa casa pequena e sei a barulheira que vai ser. E sei que o P. não adormece facilmente e Meu Deus como vai ser adormecer com panelas a bater, portas idem, conversas altas, etc.
Por outro lado, tento conter-me nas aflições. Ando melhor nesta parte ultimamente (acho eu). O treino mental (que afecta decididamente a parte física, da nervoseira e afins) é uma coisa fantástica. E eu tenho-me treinado para relativizar tudo na vida. A vida é boa e há que saber vivê-la. O miúdo fica bem na mesma se um dia dorme menos. A excitação vai compensar as birras de sono.
Assim a contrabalançar a ansiedade, sinto-me invadida de uma calma estranha. Estamos todos no carro finalmente (depois dos streks de última hora) e os miúdos estão contentes, o T. sorridente e tudo pronto a ir. Cantamos no carro, vamos decididos a ter um bom dia.
E o dia corre com muita conversa e rebuliço! Com o P. a andar atrás dos gatos e comigo a andar atrás dele para ver se não apanha nenhuma arranhadela e se não se espeta no chão novamente (no dia anterior caiu no quintal e ficou com uma das pernas num estado lastimável!), comigo a dar um olho - entre conversas com terceiros - ao P. que está com mais alguém da família mas que mesmo assim precisa de todos os pares de olhos possíveis.
O M. vai variando o seu tempo entre os seus amados Legos e o ir ter com o P. e os gatos (é um querido, lá vai tomando conta do irmão como sabe e pode). E vamos para a piscina e constato que tenho efectivamente 2 peixinhos na família! O peixe grande que quer estar horas na água a nadar, a dar mergulhos, a pendurar-se na prancha insuflável, etc e o peixinho pequeno que quer estar na água também, mesmo quando está a bater o dente literalmente há 30 minutos. Também ele "nada" e quer que o levemos de um lado para o outro, quer atirar água ao irmão, etc. Também ele se descabela todo quando decidimos que é hora de sair da água, o M. ainda lá está e ele quer lá estar também. Grita, esperneia, chora desconsolado.
À tarde voltamos a repetir a dose: piscina, muita brincadeira na água, alguns pirulitos engolidos, birras, gargalhadas. Ah e o P. lá dormiu a sesta com o pai (ele gosta e o pai também!) entre grande barulheira, e lá se almoçou e conversou.
Chegam as despedidas.
"Por favor metam-lhe sempre creme protetor no corpo todo, olhem que ele hoje apanhou um pequeno escaldão na zona do pescoço!"
"E não se esqueçam de lhe por sempre o boné."
"E têm de o lembrar de fazer xixi, ele nunca se lembra, fica até à última."
"E cuidado com este mar que não é de fiar, ele só pode ficar na beira da água."
"E cuidado com os saltos e correrias na piscina, não vá cair e aleijar-se."
"E ele que vá bebendo água que não bebe nenhuma."
"E é para deitar cedo!" (acho que esta já semi-desisti)
Eu sei que sou chata, vá. Mas é o my precious, o meu pintainho. Buóc!!
E depois estamos de volta a casa. Um calor de morrer, o ar a sufocar quando entramos. O P. deita-se mais tarde do que é costume mas não demora muito a adormecer (de manhã só esfregava os olhos e quando lhe pergunto se tem soninho diz do modo mais fofo possível: Xim!)
Deitamo-nos derreados. Tento esquecer aquela ansiedade (pequenina, lá no fundo) de ter o pintainho mais velho longe. Mas sei que ele ficará bem e ainda mais animado quando vier o padrinho. E mentalmente torno a agradecer à minha mãe e aos meus sogros a preciosa ajuda de nos ajudarem com o M. nesta altura. Não estamos nós de férias, mas quase que as conseguimos tocar. Ter um bebé em casa não é nada comprado a ter 2 crianças juntas em grande algazarra. O P. vai dormir e de repente parece que estamos de férias, mas daquelas mesmo de descanso a sério (e tanto que precisamos dele...). Silêncio. Por vezes surge aquela semi-liberdade repentina de "E se eu fosse buscar um sushi para nós os dois?". Ou estamos juntos ou estamos cada um para seu lado, nas suas coisas. Mas estamos ali a gozar aquele tempo só para nós. Parece que estamos de férias. E agradeço por isso.
Lá que foi um dia bom, foi.
Foi daqueles dias em que acordo algo ansiosa. Está tudo mole e, incrivelmente, acordamos mais tarde (8h30 conta?) com uma data de coisas ainda para despachar antes de sairmos. Com 2 miúdos há sempre uma quantidade incrível de tralha que temos de levar mesmo quando vamos só passar 1 dia (!) fora. Mas ontem era também o dia em que íamos deixar o M. com os outros avós. E eles não estão mesmo aqui ao lado. A praia é outra, as rotinas são outras.
A roupa e brinquedos estão prontos.
O P. guincha de excitação por ter o irmão perto novamente, só quer brincadeira. Mal ele sabe que no final do dia voltamos só nós os 3, os trabalhadores. Dois para o emprego, um para a creche. É só mais uma semana... Talvez para o ano já dê para irem os 2 irmãos (o P. mais crescido e fácil de gerir) para estas mini-férias. Talvez.
O M. mal consegue esconder a felicidade de irmos para lá os quatro. Acho que gosta das férias com os avós (do meu lado e do lado do T.) mas gosta ainda mais quando estamos por perto. Porque somos os pais, porque se sente mais seguro, porque gosta de exibir as suas conquistas (seja dos Legos, seja das habilidades na piscina), porque sim. Somos o seu núcleo duro.
Eu estou ansiosa em deixá-lo lá, embora saiba que é bom para ele. Férias de nós, tempo de brincadeira com os avós, ter outras pessoas a tomar conta dele. Também estou ansiosa porque hoje vão estar concentradas muitas pessoas numa casa pequena e sei a barulheira que vai ser. E sei que o P. não adormece facilmente e Meu Deus como vai ser adormecer com panelas a bater, portas idem, conversas altas, etc.
Por outro lado, tento conter-me nas aflições. Ando melhor nesta parte ultimamente (acho eu). O treino mental (que afecta decididamente a parte física, da nervoseira e afins) é uma coisa fantástica. E eu tenho-me treinado para relativizar tudo na vida. A vida é boa e há que saber vivê-la. O miúdo fica bem na mesma se um dia dorme menos. A excitação vai compensar as birras de sono.
Assim a contrabalançar a ansiedade, sinto-me invadida de uma calma estranha. Estamos todos no carro finalmente (depois dos streks de última hora) e os miúdos estão contentes, o T. sorridente e tudo pronto a ir. Cantamos no carro, vamos decididos a ter um bom dia.
E o dia corre com muita conversa e rebuliço! Com o P. a andar atrás dos gatos e comigo a andar atrás dele para ver se não apanha nenhuma arranhadela e se não se espeta no chão novamente (no dia anterior caiu no quintal e ficou com uma das pernas num estado lastimável!), comigo a dar um olho - entre conversas com terceiros - ao P. que está com mais alguém da família mas que mesmo assim precisa de todos os pares de olhos possíveis.
O M. vai variando o seu tempo entre os seus amados Legos e o ir ter com o P. e os gatos (é um querido, lá vai tomando conta do irmão como sabe e pode). E vamos para a piscina e constato que tenho efectivamente 2 peixinhos na família! O peixe grande que quer estar horas na água a nadar, a dar mergulhos, a pendurar-se na prancha insuflável, etc e o peixinho pequeno que quer estar na água também, mesmo quando está a bater o dente literalmente há 30 minutos. Também ele "nada" e quer que o levemos de um lado para o outro, quer atirar água ao irmão, etc. Também ele se descabela todo quando decidimos que é hora de sair da água, o M. ainda lá está e ele quer lá estar também. Grita, esperneia, chora desconsolado.
À tarde voltamos a repetir a dose: piscina, muita brincadeira na água, alguns pirulitos engolidos, birras, gargalhadas. Ah e o P. lá dormiu a sesta com o pai (ele gosta e o pai também!) entre grande barulheira, e lá se almoçou e conversou.
Chegam as despedidas.
"Por favor metam-lhe sempre creme protetor no corpo todo, olhem que ele hoje apanhou um pequeno escaldão na zona do pescoço!"
"E não se esqueçam de lhe por sempre o boné."
"E têm de o lembrar de fazer xixi, ele nunca se lembra, fica até à última."
"E cuidado com este mar que não é de fiar, ele só pode ficar na beira da água."
"E cuidado com os saltos e correrias na piscina, não vá cair e aleijar-se."
"E ele que vá bebendo água que não bebe nenhuma."
"E é para deitar cedo!" (acho que esta já semi-desisti)
Eu sei que sou chata, vá. Mas é o my precious, o meu pintainho. Buóc!!
E depois estamos de volta a casa. Um calor de morrer, o ar a sufocar quando entramos. O P. deita-se mais tarde do que é costume mas não demora muito a adormecer (de manhã só esfregava os olhos e quando lhe pergunto se tem soninho diz do modo mais fofo possível: Xim!)
Deitamo-nos derreados. Tento esquecer aquela ansiedade (pequenina, lá no fundo) de ter o pintainho mais velho longe. Mas sei que ele ficará bem e ainda mais animado quando vier o padrinho. E mentalmente torno a agradecer à minha mãe e aos meus sogros a preciosa ajuda de nos ajudarem com o M. nesta altura. Não estamos nós de férias, mas quase que as conseguimos tocar. Ter um bebé em casa não é nada comprado a ter 2 crianças juntas em grande algazarra. O P. vai dormir e de repente parece que estamos de férias, mas daquelas mesmo de descanso a sério (e tanto que precisamos dele...). Silêncio. Por vezes surge aquela semi-liberdade repentina de "E se eu fosse buscar um sushi para nós os dois?". Ou estamos juntos ou estamos cada um para seu lado, nas suas coisas. Mas estamos ali a gozar aquele tempo só para nós. Parece que estamos de férias. E agradeço por isso.
Lá que foi um dia bom, foi.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
"Mãe..."
"...posso falar com o mano?"
Esta amoleceu-me o coração e encheu-me de orgulho pela relação próxima que estão a criar.
(M. de férias em casa da avó, ao telefone comigo). Eu com o coração bem pequenino por irem estar uns tempos separados nas férias, mas o que tem de ser tem muita força.
Depois claro... No dia seguinte, telefonei para que pudessem falar de novo. Já não quis, tinha outras coisas que fazer, não lhe apetecia. Grrrr...
Ai vida... crianças serão sempre crianças.
Esta amoleceu-me o coração e encheu-me de orgulho pela relação próxima que estão a criar.
(M. de férias em casa da avó, ao telefone comigo). Eu com o coração bem pequenino por irem estar uns tempos separados nas férias, mas o que tem de ser tem muita força.
Depois claro... No dia seguinte, telefonei para que pudessem falar de novo. Já não quis, tinha outras coisas que fazer, não lhe apetecia. Grrrr...
Ai vida... crianças serão sempre crianças.
E o M. fez 6 anos!
E o meu bebé crescido lá fez 6 anos. Para ele a idade da emancipação! Para mim a idade em que de repente já vai entrar na escola "a sério" e onde vai ter TPC's todos os dias (que já só de pensar me deixa os cabelos em pé) ahahahaha
O meu crescido teve um dia em cheio! De manhã foi com o pai passear e aventurar-se no Castelo dos Mouros em Sintra. Depois almoçámos todos juntos e a tarde foi a preparar a festa do dia seguinte. O P. ficou em êxtase quando nos viu todos juntos a entrar escola adentro para o ir buscar, é raro, mas muito bom! :)
A festa foi um êxito! Lutámos inicialmente para conseguir domar uns quantos manfios de 6 anos completamente descontrolados pela novidade de estar na casa do M., e de ver um espaço e brinquedos novos. Mas lá conseguimos e eles divertiram-se à brava que era o que se queria! Foi tudo à mistura: amigos nossos, amigos do M. e família. Foi caótico, divertido, e no fim aquela sensação de ficarmos cheios, de ter sido um dia em cheio!
Meu docinho crescido:
Aproveita estes tempo de brincadeira e de aprender coisas novas. És alegre, positivo, adoras aprender e saber fazer as coisas bem. Continua assim. És um miúdo calmo e doce, agora com aqueles pozinhos de parvoíce adicionados, próprios da tua idade, que tanto nos fazem rir. És divertido e meigo, teimoso e melodramático. És o meu filhote lindo e adoro-te! Muitos parabéns!! Que a vida te sorria sempre!
Luv UUUUUUU!
O meu crescido teve um dia em cheio! De manhã foi com o pai passear e aventurar-se no Castelo dos Mouros em Sintra. Depois almoçámos todos juntos e a tarde foi a preparar a festa do dia seguinte. O P. ficou em êxtase quando nos viu todos juntos a entrar escola adentro para o ir buscar, é raro, mas muito bom! :)
A festa foi um êxito! Lutámos inicialmente para conseguir domar uns quantos manfios de 6 anos completamente descontrolados pela novidade de estar na casa do M., e de ver um espaço e brinquedos novos. Mas lá conseguimos e eles divertiram-se à brava que era o que se queria! Foi tudo à mistura: amigos nossos, amigos do M. e família. Foi caótico, divertido, e no fim aquela sensação de ficarmos cheios, de ter sido um dia em cheio!
Meu docinho crescido:
Aproveita estes tempo de brincadeira e de aprender coisas novas. És alegre, positivo, adoras aprender e saber fazer as coisas bem. Continua assim. És um miúdo calmo e doce, agora com aqueles pozinhos de parvoíce adicionados, próprios da tua idade, que tanto nos fazem rir. És divertido e meigo, teimoso e melodramático. És o meu filhote lindo e adoro-te! Muitos parabéns!! Que a vida te sorria sempre!
Luv UUUUUUU!
quarta-feira, 27 de julho de 2016
A tragicomédia da novela Hilary/Trump
Meus filhos (sim, vocês: P. e M. que um dia lerão isto, espero),
Que Deus nos livre de uns EUA governados por um Trump. Que Ele ilumine estes pacóvios que dizem agora que se não é o Bernie Sanders então vão votar no Trampa. Opa... a sério? Mas esta malta existe?
Meus filhos, que um dia em que leiam isto a História do mundo tenha mudado o seu rumo atual (caótico, paranóico, extremista, racista, violento, etc) para um mundo mais pacífico, em que todos aceitemos as nossas diferenças e queiramos rumar para uma civilização mais digna das vossas almas puras, genuínas, sem preconceitos e inocentes.
Rezo para que consigam viver num mundo, embora não perfeito, aceitável.
É que isto hoje em dia está por demais...
Bjs e até já!
https://www.publico.pt/mundo/noticia/hillary-clinton-faz-historia-e-ganha-um-guardacostas-chamado-bernie-sanders-1739527
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/07/hollande-diz-que-franca-conseguiu-impedir-varios-atentados-nesta-semana.html
Momento profundo do dia...
Que Deus nos livre de uns EUA governados por um Trump. Que Ele ilumine estes pacóvios que dizem agora que se não é o Bernie Sanders então vão votar no Trampa. Opa... a sério? Mas esta malta existe?
Meus filhos, que um dia em que leiam isto a História do mundo tenha mudado o seu rumo atual (caótico, paranóico, extremista, racista, violento, etc) para um mundo mais pacífico, em que todos aceitemos as nossas diferenças e queiramos rumar para uma civilização mais digna das vossas almas puras, genuínas, sem preconceitos e inocentes.
Rezo para que consigam viver num mundo, embora não perfeito, aceitável.
É que isto hoje em dia está por demais...
Bjs e até já!
https://www.publico.pt/mundo/noticia/hillary-clinton-faz-historia-e-ganha-um-guardacostas-chamado-bernie-sanders-1739527
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/07/hollande-diz-que-franca-conseguiu-impedir-varios-atentados-nesta-semana.html
Momento profundo do dia...
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Na hora de ir jantar...
... o P., que começa a comer antes de nós todos, está a brincar. Chamo-o. Oiço os seus passos apressados a vir ter comigo curioso. Digo-lhe que vamos comer. Imediatamente apressa-se a fugir. Continuo o que estou a fazer, finalizo o prato dele e espreito o que está a fazer. Volto a chamar "Vamos P., vamos lavar as mãos!". Ri-se safado e vai a correr para algum canto (em parte à espera que eu vá atrás dele). Mas o T. encontrou a solução: "P. vamos comer, anda, vem comer tomate!". E aí vem a toda a velocidade, e até pede para subir à cadeira.
Vendido.
P. - 22 meses.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Campeões europeus em 2016
O ano em que Portugal triunfou!
(no desporto! agora só falta o resto, vá força aí pessoal! esta serve de inspiração! Mesmo quando as coisas pareciam ir de mal a pior, não é que deram a volta e saíram por cima? Um exemplo! Perseverança e acreditar!)
(no desporto! agora só falta o resto, vá força aí pessoal! esta serve de inspiração! Mesmo quando as coisas pareciam ir de mal a pior, não é que deram a volta e saíram por cima? Um exemplo! Perseverança e acreditar!)
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Amoleci...
... quando no outro dia estava na cozinha com os 2 pimpolhos. Grande algazarra como de costume, um mata o outro esfola. A certa altura dei umas beijocas ao M. e o P. ficou a olhar muito sério. Sorri divertida e disse: "o que foi fofo? também queres umas beijocas? anda cá que eu dou muito mimo ao meu bebé" enquanto o beijocava também.
Depois disse ao M. (tento sempre que ele perceba que todo o mimo que dou ao mano, dei-lhe também a ele, não quero que tenha ciúmes e acho que não tem, acho que é um puto "bem resolvido"): "Quando eras assim bebé também te dava tantos, mas tantos mimos...". Ao que ele respondeu: "Eu sei. Porque os mimos fazem os bebés crescer." Amoleci. "Pois é, os mimos, assim como os alimentos, a água, etc... ajudam os bebés a crescer melhor. Quem te disse isso?". "Tu, há tempos."
:)
terça-feira, 5 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Conversas noturnas com o P.
À noite, às escuras, com aquela coisa fofa no colo, numa troca de mimos, a tentar ver se o convenço a ir para a cama sozinho...
- Papááá!!!
- Chiuuu... tá a fazer ó-ó
- Yo-yo!!!
- Chhh... tá a fazer ó-ó
- Vóvóóóóó!!
- ... tá a fazer ó-ó...
- Vóóóóó!?
- ... sim, está na casa dela...
- Ó-ó!
- Sim, a fazer ó-ó.
- Nheia! (a educadora, descubram o nome se quiserem hehe)
- Está a fazer ó-ó...
- Mamã!!!!
- Estou aqui a fazer ó-ó...
- Bebé!!
- Está aqui com a mamã a fazer ó-ó!
- Nhãoooooooooooooo!!
- E o bebé P. daqui a nada também vai fazer ó-ó na caminha dele.
- - Nhãaaaaaaaaaaaaooooo.
:)
- Papááá!!!
- Chiuuu... tá a fazer ó-ó
- Yo-yo!!!
- Chhh... tá a fazer ó-ó
- Vóvóóóóó!!
- ... tá a fazer ó-ó...
- Vóóóóó!?
- ... sim, está na casa dela...
- Ó-ó!
- Sim, a fazer ó-ó.
- Nheia! (a educadora, descubram o nome se quiserem hehe)
- Está a fazer ó-ó...
- Mamã!!!!
- Estou aqui a fazer ó-ó...
- Bebé!!
- Está aqui com a mamã a fazer ó-ó!
- Nhãoooooooooooooo!!
- E o bebé P. daqui a nada também vai fazer ó-ó na caminha dele.
- - Nhãaaaaaaaaaaaaooooo.
:)
quinta-feira, 30 de junho de 2016
O Brian
E o Brian morreu hoje. Mais um menino que vai embora por causa do maldito cancro.Todos ajudam, todos colocam dinheiro na conta. No fim de nada vale. Ameniza os custos dos tratamentos, mas não os salva da dor ou da morte. Fico descrente em Deus e no destino. Porque raio nasce uma criança para depois isto acontecer? Não me esqueço das fotografias do miúdo. Cabeça rapada e o olhar... triste, muito triste, vazio, zangado, incomodado com a dor, com o mau estar permanente. Lembro-me de um vídeo em particular: a mãe tenta dar-lhe um xarope líquido (alguma droga que tem de tomar regularmente, parte do tratamento). A mãe fala com ligeireza, tenta amenizar a situação, tentar animar o filho. Não imagino o que sente ao vê-lo constantemente naquele estado. Que injustiça que deve sentir... Ele chora, não quer tomar, toma a custo. Tem lágrimas a correr pela cara.
Tanto sofrimento.
As crianças não deviam morrer.
Tanto sofrimento.
As crianças não deviam morrer.
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Como nascem os bebés
E chegou finalmente a conversa. Em modo light e sem grandes sobressaltos (a não ser no meu coração, com receio de dizer algo muito forte ou gráfico).
Na cama, ao adormecer, eu em modo mimos, ele aninhado, embrenhado naqueles vários pensamentos que tem e que lhe saem antes de adormecer:
- Ó mãe, como é que os médicos tiram os bebés das barrigas das mães? como é que eles saem?
- Hum... bom... é assim: pode ser de duas maneiras: ou saem pela barriga das mães: os médicos dão um corte pequenino na barriga e tiram de lá o bebé (e depois voltam a coser, é uma operação), ou saem pelo pipi...
- Humm... mas como é que saem pelo pipi?
- Os bebés quando nascem são mesmo muito pequeninos e então conseguem sair por aí. Quando já está na altura os médicos vão lá e puxam o bebé cá para fora.
- Mas e quando cortam a barriga... como é que não dói??
- Não dói porque os médicos antes dão uma pica, uma espécie de vacina, que faz com que não doa.
- E quando tiram os bebés pelo pipi... usam luvas? (e começa a escangalhar-se a rir!!!!)
- Sim... (estou curiosa com o que aí vem)
- Que é para não ficarem cheios de xixi nas mãos.... ahahahahahahaahah (não consegue parar de rir lol Pronto, tinha de vir a conversa do xixi.)
- Lol, não é por causa disso. É por causa de estar tudo limpinho para o bebé e para a mãe. Têm as mãos bem lavadas e usam luvas.
- Ah está bem...
E pronto, assim foi a primeira conversa mais explícita sobre como nascem os bebés, aos quase 6 anos de idade. A primeira tinha sido pelos 3 anos (estava eu grávida do P.) e na altura teve direito a uma explicação muito vaga sobre os médicos. "Ah tiram com ferramentas o bebé da barriga?". E eu "sim, é isso mesmo!", isto numa altura em que ele andava vidrado com uma caixa de ferramentas de brincar.
Estou ansiosa pelas próximas perguntas :) Imagino as conversas que vão pelo pátio da escola.
Na cama, ao adormecer, eu em modo mimos, ele aninhado, embrenhado naqueles vários pensamentos que tem e que lhe saem antes de adormecer:
- Ó mãe, como é que os médicos tiram os bebés das barrigas das mães? como é que eles saem?
- Hum... bom... é assim: pode ser de duas maneiras: ou saem pela barriga das mães: os médicos dão um corte pequenino na barriga e tiram de lá o bebé (e depois voltam a coser, é uma operação), ou saem pelo pipi...
- Humm... mas como é que saem pelo pipi?
- Os bebés quando nascem são mesmo muito pequeninos e então conseguem sair por aí. Quando já está na altura os médicos vão lá e puxam o bebé cá para fora.
- Mas e quando cortam a barriga... como é que não dói??
- Não dói porque os médicos antes dão uma pica, uma espécie de vacina, que faz com que não doa.
- E quando tiram os bebés pelo pipi... usam luvas? (e começa a escangalhar-se a rir!!!!)
- Sim... (estou curiosa com o que aí vem)
- Que é para não ficarem cheios de xixi nas mãos.... ahahahahahahaahah (não consegue parar de rir lol Pronto, tinha de vir a conversa do xixi.)
- Lol, não é por causa disso. É por causa de estar tudo limpinho para o bebé e para a mãe. Têm as mãos bem lavadas e usam luvas.
- Ah está bem...
E pronto, assim foi a primeira conversa mais explícita sobre como nascem os bebés, aos quase 6 anos de idade. A primeira tinha sido pelos 3 anos (estava eu grávida do P.) e na altura teve direito a uma explicação muito vaga sobre os médicos. "Ah tiram com ferramentas o bebé da barriga?". E eu "sim, é isso mesmo!", isto numa altura em que ele andava vidrado com uma caixa de ferramentas de brincar.
Estou ansiosa pelas próximas perguntas :) Imagino as conversas que vão pelo pátio da escola.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
E aindaaaa mais conversas do M.
Depois de ler a história sobre os cavalinhos das cores que eram a mistura das cores dos pais, antes de deitar:
M.: E o cavalinho era cinzento porque era a mistura do pai preto e da mãe branca.
Eu: Isso mesmo. E os outros cavalos a mesma coisa.
M.: E o cavalo laranja era a mistura do pai vermelho e da mãe amarela.
Eu: Exacto.
M.: Então eu sou a mistura de ti e do papá.
Eu: Sim! Todos os meninos ou animais são o resultado da mistura dos pais.
M.: Pois... E o mano é a mistura de ti, do papá e de mim!!
lollll Adorei o raciocínio :)
Eu: Não. O mano é também a mistura de mim e do papá. Por isso é que vocês são irmãos. Porque são ambos a mistura de nós os dois.
M.: Então nós somos iguais!!
Eu: Não são iguais, mas são muito muito muito parecidos!
M.: Ok.
M.: E o cavalinho era cinzento porque era a mistura do pai preto e da mãe branca.
Eu: Isso mesmo. E os outros cavalos a mesma coisa.
M.: E o cavalo laranja era a mistura do pai vermelho e da mãe amarela.
Eu: Exacto.
M.: Então eu sou a mistura de ti e do papá.
Eu: Sim! Todos os meninos ou animais são o resultado da mistura dos pais.
M.: Pois... E o mano é a mistura de ti, do papá e de mim!!
lollll Adorei o raciocínio :)
Eu: Não. O mano é também a mistura de mim e do papá. Por isso é que vocês são irmãos. Porque são ambos a mistura de nós os dois.
M.: Então nós somos iguais!!
Eu: Não são iguais, mas são muito muito muito parecidos!
M.: Ok.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
E mais conversas ainda
- Porque é que amanhã não podes ir ver o corta-mato que vou fazer na escola?
- Porque tenho de ir trabalhar...
- Mas há lá pais a verem...
- Mas eles nesse dia devem poder. O pai não está cá e a mãe amanhã não pode amorzinho, não posso sair do trabalho.
- O ano passado foste ver!
- Deve ter calhado numa altura em que pude, por alguma razão.
- Eu gostava que visses...
- Eu também meu amor, ia adorar, a sério que ia...
(Estas são as conversas que me matam.)
P.s. Quando chegou a casa à noite e lhe perguntei sobre o evento, contou-me que tinha ficado em terceiro lugar. So proud! :)
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
- Porque tenho de ir trabalhar...
- Mas há lá pais a verem...
- Mas eles nesse dia devem poder. O pai não está cá e a mãe amanhã não pode amorzinho, não posso sair do trabalho.
- O ano passado foste ver!
- Deve ter calhado numa altura em que pude, por alguma razão.
- Eu gostava que visses...
- Eu também meu amor, ia adorar, a sério que ia...
(Estas são as conversas que me matam.)
P.s. Quando chegou a casa à noite e lhe perguntei sobre o evento, contou-me que tinha ficado em terceiro lugar. So proud! :)
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
terça-feira, 31 de maio de 2016
E mais conversas
- Mãe, sabias que eu tenho pelos no bigode?
- É porque já estás a ficar crescido.
- Pois é!! muito grande.
- Os meninos quando começam a ficar grandes começam a ter mais pelos, é porque estão a tornar-se homens.
- O L. ainda não tem muitos. O M. já tem.
- Pois, todos a seu tempo lá irão chegar.
- Mas sabes que a L. disse que havia mulheres que também têm bigode!!!!
- (lol) Então, todos nós temos pelos, mas geralmente os homens têm mais do que as mulheres.
- Mas ela disse que algumas tinham barbaaaaa!!!!!
- (lol) humm... é porque às vezes isso acontece...
- Mas porque é que acontece?
- Er... bom... por causa das hormonas.
- O que é isso?
Ai a m... como me safo disto agora...
- Bom, isso são coisas que estão no nosso corpo, que não se conseguem ver, e que ajudam a definir as meninas e os meninos... Mas às vezes acontece as meninas terem muitos pelos, outras vezes são os meninos que têm poucos pelos. Há de tudo. É como aquilo de que te falava no outro dia: por vezes há meninos/as que nascem sem uma mão, ou com alguma coisa diferente. Todos somos diferentes por umas razões ou por outras...
- Pois, pois...
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
- É porque já estás a ficar crescido.
- Pois é!! muito grande.
- Os meninos quando começam a ficar grandes começam a ter mais pelos, é porque estão a tornar-se homens.
- O L. ainda não tem muitos. O M. já tem.
- Pois, todos a seu tempo lá irão chegar.
- Mas sabes que a L. disse que havia mulheres que também têm bigode!!!!
- (lol) Então, todos nós temos pelos, mas geralmente os homens têm mais do que as mulheres.
- Mas ela disse que algumas tinham barbaaaaa!!!!!
- (lol) humm... é porque às vezes isso acontece...
- Mas porque é que acontece?
- Er... bom... por causa das hormonas.
- O que é isso?
Ai a m... como me safo disto agora...
- Bom, isso são coisas que estão no nosso corpo, que não se conseguem ver, e que ajudam a definir as meninas e os meninos... Mas às vezes acontece as meninas terem muitos pelos, outras vezes são os meninos que têm poucos pelos. Há de tudo. É como aquilo de que te falava no outro dia: por vezes há meninos/as que nascem sem uma mão, ou com alguma coisa diferente. Todos somos diferentes por umas razões ou por outras...
- Pois, pois...
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
Conversas
- Mãe, tu sabes fazer sexy?
Oi??? Como assim? Ai tu queres ver...?
- O que é que é para ti fazer sexy?
- Então... não sei bem... é dar murros e puns, coisas assim.
Estou a ver que o 50 Shades of Grey já chegou aos miúdos numa versão mais apurada e muito interessante de sadomaso. Aahahahahahaha
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
Oi??? Como assim? Ai tu queres ver...?
- O que é que é para ti fazer sexy?
- Então... não sei bem... é dar murros e puns, coisas assim.
Estou a ver que o 50 Shades of Grey já chegou aos miúdos numa versão mais apurada e muito interessante de sadomaso. Aahahahahahaha
M. com 5 anos, quaseeeeee 6.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Manhattan Night
Mais um daqueles filmes mesmo mesmo bons. Que grande filme. Desconhecido, pelo menos eu não fazia ideia da sua existência, mas muito bom... porque é completamente marado. Que história!
Deixo-vos aqui o link do IMDB
Começa com música e estilo filme categoria B. Mas tem uma trama curiosa que evolui para algo fantasticamente estranho, psicótico, delicioso e decadente (para quem gosta do género é preciso fazer notar).
Querem uma boa surpresa? Vejam o filme.
(ah e não liguem demasiado às cenas de sexy que se vêm no trailer, isso é só para vender, esta história é muito mais do que isso.)
Deixo-vos aqui o link do IMDB
Começa com música e estilo filme categoria B. Mas tem uma trama curiosa que evolui para algo fantasticamente estranho, psicótico, delicioso e decadente (para quem gosta do género é preciso fazer notar).
Querem uma boa surpresa? Vejam o filme.
(ah e não liguem demasiado às cenas de sexy que se vêm no trailer, isso é só para vender, esta história é muito mais do que isso.)
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Paletes de roupa!
Sempre ouvi dizer que 1 filho é um filho, mas que 2 equivalem a 20 (incluindo na roupa)! E caneco!! Não é que é mesmo isso? Para além da trabalheira toda, não consigo perceber como é que desde que o P. nasceu, as máquinas da roupa literalmente duplicaram!! Dantes era a máquina da roupa escura e máquina da roupa branca. Agora é máquina da roupa escura mais imediata (meias, cuecas, farda do M. da escola, camisolas várias nossas, jeans, etc etc) + máquina da roupa branca (mil toalhas que gastamos nem sei bem como, os lençóis das camas de todos e algumas roupas claras) + máquinas de roupa clara de mais roupa ainda que não sei como se sujou no final da semana + máquina de roupa de tudo e mais alguma coisa (incluindo às vezes tapetes e coisas dessas). Passamos o fds a lavar roupa. E depois passo o resto da semana a olhar para as cadeiras da sala a abarrotar da roupa para passar.
Não me lembro da última vez que vi a sala sem tralha em cima das cadeiras! Ah já sei, lembro sim, foi no Dia da Mãe que em fizemos um almoço lá em casa, e para não parecer mal (e porque as pessoas tinham mesmo de se sentar!) tirámos tudo para o nosso quarto. Não há pachorra para tanta roupa... Assim que passamos uma parte e parece que estamos libertos.. zás... nova roupa tirada do estendal para passar... Jesus... mas de onde vêm estes kg todos de roupa??
Quero uma empregada!!!!
Não me lembro da última vez que vi a sala sem tralha em cima das cadeiras! Ah já sei, lembro sim, foi no Dia da Mãe que em fizemos um almoço lá em casa, e para não parecer mal (e porque as pessoas tinham mesmo de se sentar!) tirámos tudo para o nosso quarto. Não há pachorra para tanta roupa... Assim que passamos uma parte e parece que estamos libertos.. zás... nova roupa tirada do estendal para passar... Jesus... mas de onde vêm estes kg todos de roupa??
Quero uma empregada!!!!
terça-feira, 17 de maio de 2016
E já está!
É oficial.
20 meses de P.
Desde há 1 semana que já consegue abrir portas e já não há sossego.
Cancelas instaladas logo no dia a seguir lol
20 meses de P.
Desde há 1 semana que já consegue abrir portas e já não há sossego.
Cancelas instaladas logo no dia a seguir lol
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