quarta-feira, 16 de setembro de 2015

E hoje comemora-se o dia...

... em que morri de amores outra vez :)

Parabéns meu terrorista pequenino pelo teu primeiro aniversário!
Eras tão pequenino e agora estás tão grande e giraço.


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Ansiosamente...

... à espera do sling que nos vai permitir (dá para regular o tamanho) andar com o bidu pequeno ao colo nos nossos passeios em férias. Estou mesmo num excitex para ver como ficou aquilo. A encomenda nunca mais chega!! :)

(sim...eu tinha um muito giro... mas de medidas fixas, só sei é que agora a medida do ombro ao outro lado da anca mudou...)


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Gracinhas

Entre o drama que se tem vivido ultimamente para deitar o rapaz pequeno (fosga-se...é que tem sido mesmo um pesadelo com aquela pulga aos saltos no berço às 22h30(!! ele sempre adormeceu por volta das 20h...), connosco a tentar adormecê-lo ao colo sem sucesso, e trinta por uma linha) ele lá nos tem animado com as suas gracinhas recentíssimas. E no fim de semana começou do nada a bater palminhas (agora bate a toda a hora ahahaha), abana a cabeça quando lhe dizemos "o maluquinho?", e ontem imitou-me a fazer o som dos beijinhos. É um fofo.
Andamos com mais cabelos brancos nestas 2 últimas semana do que no resto do ano que passou.
Mas é um fofo!

domingo, 9 de agosto de 2015

Dias de descanso

O que se faz num dia de verão, com imenso calor, sem a ventania do costume? Passeia-se? Vai-se à praia?
Nãoooooo. Fica-se em casa o dia todo, sem sair para lado nenhum, a cuidar de um bebé que está doente, mas que tem a maior carga eléctrica que já vi num ser... O puto tem pilhas... Não quer dormir... Ao colo não está quieto, na cadeira também não está quieto. Se vou fechar a persiana para dormir, não perde tempo em puxar as cortinas. Se me aproximo da parede quer tocar no quadro. Se lhe dou colo para adormecer chora e grita e rodopia o braço à estalada. Demora séculos (!!) a adormecer. Qualquer barulho é suficiente para o acordar.
Estes últimos dias têm sido difíceis bolas.
E ele chora com todas a suas forças.
E sinto-me (sentimo-nos) esgotada. Simplesmente esgotada.
Não sei o que se passa. À noite sempre adormeceu bem, sempre dormiu bem. Agora é uma tortura.
Que esta fase passe depressa... é a única coisa que desejo.

O M. fez 5 anos

E eu andei pasmada uns dias. 5 anos.
Ainda me lembro bem de ti com meses, muito pacífico, sempre na boa. Não te davam este brinquedo, pegavas no outro. Estava sempre tudo ok, eras muito calminho. Durante muito tempo mal reagias à minha presença, era como se fosses indiferente, mas um dia tudo mudou e até hoje é "mamã para aqui, mamã para ali", adoras mimos, és carinhoso (embora cada vez mais independente). És muito engraçado, fazes palhaçadas a toda a hora, estás bem mais reguila e destemido do que há uns 2 anos, ou até há 1.
Ainda adoras que seja eu a deitar-te, embora cada vez menos te dê um colinho antes de dormires, na cama, e vás logo deitar-te (mas NUNCA antes de uma boa história). És um rapazinho crescido mas adoro ver como não consegues dormir sem a tua almofadinha e o teu peluche. Cada vez que te vou espreitar à cama vejo um rapaz cada vez mais comprido e lindo.
Estás cada vez com mais manhas e tentas ludibriar a malta cada vez com mais pinta para teres o que queres. Mas tens sentido de humor e muitas vezes és desarmado com brincadeira e sentido de humor de volta. Outras vezes é birra da grande e lá temos de respirar bem fundo...
Choras e amuas com facilidade, mas dás-te bem com toda a gente e muitos miúdos querem ser teus amigos, mais do que tu o queres ser a eles. Gostas de brincar em grupo, mas tens muitos momentos em que gostas de estar apenas contigo.
Tem sido uma surpresa ver-te crescer. Tem sido um desafio enorme educar-te, sempre com tantas dúvidas, mas sempre com muito amor.
És o meu primeiro filho, o meu primeiro amor incondicional.
Parabéns meu fofo.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

O Pau-Pau

O sítio onde trabalho tem vista para um largo que no inverno chega a ser a maior seca que existe, mas que no verão é palco de inúmeras personagens que se passeiam por lá. Uns passeiam cães, outros estão de ida (ou vinda) para a praia. Outros passeiam carrinhos de bebés. Outros fazem jogging. Outros fazem descargas de mercadorias...
Muitas vezes, um chinês empurra vigorosamente um carrinho de supermercado, cheio de compras, até ao seu restaurante (chinês claro). Agora em férias escolares, muitas crianças brincam por ali, umas andam de bicicleta, outras saltitam enquanto os pais bebem café na pastelaria mais próxima. Uma dessas crianças é a filha desse chinês.
Tem uns 8 anos e passa o dia na rua a brincar sozinha. Já a vimos (divertidos até ao tutano) a dançar o vira, a ensaiar canções, a ver-se ao espelho do nosso sítio (sem saber que estava a ser observada), a apanhar pedras e falar sozinha, etc. Um dia apareceu acompanhada. Era um cãozinho rafeiro, do mais fofo que se pode imaginar, bege (parece um labrador, mas versão rafeirolas), bem novinho e saltitão. Vejo esse cão todos os dias agora. E todos os dias perco uns minutos aqui e ali para o observar e sorrir.
Adoro cães. Adoro mesmo. Sempre adorei. E mais uma vez lembrei-me da minha infância e adolescência a pedir aos meus pais um cão, pedidos cada vez mais ocos com o tempo, dado que sabia perfeitamente que nunca me dariam um. Hoje em dia percebo-os lindamente. Um cão é mais um filho, mais uma (grande) responsabilidade, mais um ser que pertence à nossa família e que, se somos cuidadosos e responsáveis, teremos de cuidar com amor e carinho.
Mas com ele vêm os problemas das férias, do passear todos os dias esteja sol ou chuva, das eventuais doenças, veterinários, das rações específicas, etc etc. E por isso adquirir um cão nunca é uma decisão que se faz de ânimo leve. Nestes últimos dias tenho-me perguntado se alguma vez cumprirei o meu sonho de menina de ter um cão. Espero que sim. Que um dia chegue o momento adequado. Se não chegar também não é grave, mas adorava ter um companheiro de 4 patas. Neste momento é impossível. Chegam 2 filhos, 3 é demais.
Enquanto isso delicio-me com a menina chinesa que, entretanto, todos os dias faz amigos novos, atraídos pelo Pau-Pau (o nome dele). E lá vejo o Pau-Pau a saltitar, a correr atrás deles, a ir buscar bolas, a ir levá-las, a ir buscar paus, a ladrar excitado com tanta brincadeira, a coçar-se preguiçosamente na relva, a descansar à sombra enquanto recebe festinhas da miúda.
Enquanto isso, rio-me também das nossas conversas sobre o futuro do Pau-Pau que, segundo alguns, está na fase da engorda para depois ser servido como Porco Doce no restaurante dos pais :P
Hoje passei horas, literalmente, a ouvir chamar o nome do cão. Os miúdos não paravam. Sim, ok, às vezes cansa um bocadinho. Afinal estamos a trabalhar e ouvir a gritaria o dia todo não ajuda. Mas, da minha parte, consegui sempre abstrair-me e, principalmente, desfrutar da visão do cão a brincar.
E secretamente tive inveja dos miúdos a brincarem inocentemente com aquele ser tão fantástico e fofinho. Hoje teria gostado de ser criança e de abraçar as vezes que quisesse o cãozito, e correr na relva/passeio de um lado para o outro.
Bons momentos, bons pensamentos :)