:) :) <3 <3
Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Karma
Durante anos a fio convivi no trabalho com uma colega que tinha o humor matinal do mais intragável que já vi. Começo a achar que a minha querida e nova colega sofre do mesmo mal! Jesus, logo pela manhã é um trombil que não se percebe (e já teve uns km antes de chegar ao trabalho para uma boa melhoria). Geralmente melhora (graças a Deus!), mas fico a pensar se esse é o meu karma. Terei eu de aguentar eternamente, em qualquer local de trabalho, com uma femini matinus horribilis?
:P
:P
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Ainda doente...
Começo a esmorecer... O meu bebé lindo continua doente. É uma saga interminável. Desde os 7 meses que anda para tomar uma vacina e não pode porque ou toma antibiótico ou tem febre ou tem o diabo ao quatro... E não é que no fim do 2º antibiótico para curar uma otite, o rapaz apanhou um vírus qualquer, ficou com febre e está com uma constipação de todo o tamanho desde há quase 6 dias? Mas isto não pára? Eu nem sei se os ouvidos já estão a 100% e zás... constipação (que normalmente dão novas otites) :(
Estou por demais. Já não aguento vê-lo a tossir de 30 em 30 segundos, com ranho a sair por todos os poros quando espirra. E agora já nem quer comer - o que é inédito!
A minha sogra não pode cuidar dele, o sogro trabalha e também não sei se daria conta do recado, o meu pai também trabalha e a minha querida mãe é que arca com uma semana inteira com ele em casa (e vamos ver como vai ser a semana que vem). Estou farta de pedir tantos favores e sentir que faça o que fizer nunca conseguirei retribuir a disponibilidade quase total. Desmarca a suas coisas, adia compromissos profissionais, o que for.
Mas o que me sufoca de preocupação e ansiedade é ver que o meu bebé ainda não está melhor e agora ainda por cima já não quer comer.
:(
mãe sofre bolas...
Estou por demais. Já não aguento vê-lo a tossir de 30 em 30 segundos, com ranho a sair por todos os poros quando espirra. E agora já nem quer comer - o que é inédito!
A minha sogra não pode cuidar dele, o sogro trabalha e também não sei se daria conta do recado, o meu pai também trabalha e a minha querida mãe é que arca com uma semana inteira com ele em casa (e vamos ver como vai ser a semana que vem). Estou farta de pedir tantos favores e sentir que faça o que fizer nunca conseguirei retribuir a disponibilidade quase total. Desmarca a suas coisas, adia compromissos profissionais, o que for.
Mas o que me sufoca de preocupação e ansiedade é ver que o meu bebé ainda não está melhor e agora ainda por cima já não quer comer.
:(
mãe sofre bolas...
sexta-feira, 15 de maio de 2015
8 meses
O meu batatinha vai fazer 8 meses. O tempo voa... e com cada gracinha e cada dia que passa o meu coração aquece ainda mais. Amo-o com a mesma intensidade com que amo o M., preocupo-me com a mesma intensidade. O ser ainda bebé aumenta o instinto de proteção. Aquela cabecita cada vez com mais cabelo, aquelas bochechas boas para dar mil beijocas. É a minha perdição.
London
Ontem vi um filme engraçado em resultado de um valente zapping: "London", um filme já de 2005 do qual nunca tinha ouvido falar. O que parecia algo meio parado e desinteressante, apenas com meia dúzia de caras bonitas, transformou-se em diálogos pseudo-intelectuais, mas interessantes, com muita maradice à mistura. A surpresa do dia foi mesmo o Jason Statham, com mais cabelo, e com um papel que eu achei fabuloso. Já o tinha pré-definido como mais um Van Damme aos pinotes e com diálogos recentes de pouco mais de "I'll quick your ass" e eis que relembro que o tipo é inglês, já fez filmes espetaculares com o Guy Ritchie, e até deve ter alguma coisa no cérebro :P
A interpretação dele no filme é fenomenal. Adorei!
Fica aqui o cartaz do filme:
A interpretação dele no filme é fenomenal. Adorei!
Fica aqui o cartaz do filme:
terça-feira, 12 de maio de 2015
O Limite
Há dias Não. E hoje é um deles.
E hoje rebentei. Hoje abri a torneira. Chorei a manhã quase toda. Fui para o centro comercial e pedi comida de óculos escuros com medo que me vissem chorar; chorei à frente dos colegas (só não chorei à frente da chefia porque esta não estava lá, e ainda bem porque eu hoje estava para partir a loiça toda). Chorei onde quer que estivesse. As lágrimas escorriam-me e não conseguia parar. Mas acho que estava a precisar.
Não sei qual é o limite, se calhar não há. Mas pergunto-me cada vez mais qual é o limite humano do cansaço. Continuamos porque temos de continuar, mas não sei onde arranjamos forças.
Estou cansada. Não. Mais ainda. Estou exausta.
Dói-me a cabeça e já são semanas, meses sem conseguir descansar nada de jeito. Grito com o M., com o T., apetece-me rifar o mais novo. Enfim... não está bonito.
Hoje quase ameacei o M. de "pancada" se voltasse a acordar aos berros por causa de um simples mosquito... 6h da manhã (vá lá... já foi às 4h) e berraria da grande porque há um mosquito no quarto. Ou melga, ou o que raio era. Não era um pesadelo ou algo assim. Não. Apenas um mosquito. E basta abrir a goela uma vez e é 1h ou 2h que não se dorme mais nesta casa. É ver o P. de olho aberto e sem conseguir voltar a pegar no sono durante uma eternidade. Hoje não dormiu mais. E não dormiu ele nem nós. Quem dormiu??!!! O M. claro. Que depois de mosquito esborrachado voltou a deitar-se contente e aliviado e zzzzzz até às 7h.
O P. claro - dadadadadada gagagagagagagaga...buáá...dadadadadah.
Nestes dias este som é quase uma tortura para mim.
Estou cansada... O dente continua a doer-me e acordo às 4h para emborcar um BenUron. Ultimamente ando sempre nisto.
Noutros dias é porque o P. acorda simplesmente fresco e fofo às 3h ou 4h da manhã e palra o tempo que lhe apetecer. Tira a chucha, põe a chucha, volta a tirar. Choraminga, palra, etc. Umas vezes é porque tem cocó (não dorme se não estiver limpo), outras é porque simplesmente acorda e pronto. Outras é porque o M. tem algum pesadelo ou há mosquitos. Mas se fosse só isso... Não, claro que não. Mal ele acorda, acorda o irmão. E este sim é difícil de readormecer. Tão difícil. E enquanto não adormece ele, não adormecemos nós...
Deito-me cansada e acordo cansada. É duro.
Vou para o trabalho e tenho de estar o dia todo a dar 100% (especialmente porque ainda por cima tenho a "sorte" de sair mais cedo... como se eu fosse passear e divertir-me a seguir...) para se produzir o máximo, para haver produtos, para haver dinheiro que pague os nossos salários.
Se oiço esta expressão outra vez rebento!
Esforço-me por estar bem disposta mesmo estando a morrer de cansaço e sem força para levantar uma caneta. E até consigo porque a malta é bem fixe e o ambiente é descontraído. Esforço-me por estar atenta e concentrada. E acho que até consigo, mesmo que nunca tenha os créditos merecidos.
Mas há dias em que estar lá é difícil. O stress leva-me a melhor como hoje. Já não aguento ter trabalho pendurado (ou andar a arranjar soluções paralelas) por causa de problemas que nem sou eu que deveria solucionar. Mas se eu não o fizer, ninguém o faz por mim. Estou frustada e pronta a desatar à estalada.
Já não aguento mais otites e tosses e noites mal dormidas e o medo contínuo de que esteja de volta novo antibiótico. Sempre que oiço o P. tossir penso: pronto... a otite ainda não está resolvida. Ahhhhhhh que tortura!
O P. anda mais chapinho, exigente, a querer atenção, o M. igual. São uns fofos. Amo-os do fundo do meu coração, mas estou pronta para umas mini-férias sem eles.
E se pudesse umas mini-férias da empresa também.
E hoje rebentei. Hoje abri a torneira. Chorei a manhã quase toda. Fui para o centro comercial e pedi comida de óculos escuros com medo que me vissem chorar; chorei à frente dos colegas (só não chorei à frente da chefia porque esta não estava lá, e ainda bem porque eu hoje estava para partir a loiça toda). Chorei onde quer que estivesse. As lágrimas escorriam-me e não conseguia parar. Mas acho que estava a precisar.
Não sei qual é o limite, se calhar não há. Mas pergunto-me cada vez mais qual é o limite humano do cansaço. Continuamos porque temos de continuar, mas não sei onde arranjamos forças.
Estou cansada. Não. Mais ainda. Estou exausta.
Dói-me a cabeça e já são semanas, meses sem conseguir descansar nada de jeito. Grito com o M., com o T., apetece-me rifar o mais novo. Enfim... não está bonito.
Hoje quase ameacei o M. de "pancada" se voltasse a acordar aos berros por causa de um simples mosquito... 6h da manhã (vá lá... já foi às 4h) e berraria da grande porque há um mosquito no quarto. Ou melga, ou o que raio era. Não era um pesadelo ou algo assim. Não. Apenas um mosquito. E basta abrir a goela uma vez e é 1h ou 2h que não se dorme mais nesta casa. É ver o P. de olho aberto e sem conseguir voltar a pegar no sono durante uma eternidade. Hoje não dormiu mais. E não dormiu ele nem nós. Quem dormiu??!!! O M. claro. Que depois de mosquito esborrachado voltou a deitar-se contente e aliviado e zzzzzz até às 7h.
O P. claro - dadadadadada gagagagagagagaga...buáá...dadadadadah.
Nestes dias este som é quase uma tortura para mim.
Estou cansada... O dente continua a doer-me e acordo às 4h para emborcar um BenUron. Ultimamente ando sempre nisto.
Noutros dias é porque o P. acorda simplesmente fresco e fofo às 3h ou 4h da manhã e palra o tempo que lhe apetecer. Tira a chucha, põe a chucha, volta a tirar. Choraminga, palra, etc. Umas vezes é porque tem cocó (não dorme se não estiver limpo), outras é porque simplesmente acorda e pronto. Outras é porque o M. tem algum pesadelo ou há mosquitos. Mas se fosse só isso... Não, claro que não. Mal ele acorda, acorda o irmão. E este sim é difícil de readormecer. Tão difícil. E enquanto não adormece ele, não adormecemos nós...
Deito-me cansada e acordo cansada. É duro.
Vou para o trabalho e tenho de estar o dia todo a dar 100% (especialmente porque ainda por cima tenho a "sorte" de sair mais cedo... como se eu fosse passear e divertir-me a seguir...) para se produzir o máximo, para haver produtos, para haver dinheiro que pague os nossos salários.
Se oiço esta expressão outra vez rebento!
Esforço-me por estar bem disposta mesmo estando a morrer de cansaço e sem força para levantar uma caneta. E até consigo porque a malta é bem fixe e o ambiente é descontraído. Esforço-me por estar atenta e concentrada. E acho que até consigo, mesmo que nunca tenha os créditos merecidos.
Mas há dias em que estar lá é difícil. O stress leva-me a melhor como hoje. Já não aguento ter trabalho pendurado (ou andar a arranjar soluções paralelas) por causa de problemas que nem sou eu que deveria solucionar. Mas se eu não o fizer, ninguém o faz por mim. Estou frustada e pronta a desatar à estalada.
Já não aguento mais otites e tosses e noites mal dormidas e o medo contínuo de que esteja de volta novo antibiótico. Sempre que oiço o P. tossir penso: pronto... a otite ainda não está resolvida. Ahhhhhhh que tortura!
O P. anda mais chapinho, exigente, a querer atenção, o M. igual. São uns fofos. Amo-os do fundo do meu coração, mas estou pronta para umas mini-férias sem eles.
E se pudesse umas mini-férias da empresa também.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



