E assim foi: passada quase 1 semana, sozinha em casa com 2 crianças, sobrevivi! lol Tive grande ajuda da mamãe (nem sei o que faria com o M. sempre a querer que eu brincasse com ele e lhe desse muita atenção) e passei muita noite mal dormida. Mas já passou e já posso respirar fundo :D
Ganhei, no entanto, profundo respeito pelas mães solteiras de 2 crianças! Já tinha respeito pelas mães solteiras, ponto. Mas ter de cuidar sozinha de 2 maçaricos é obra!
Respect! ;)
Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
O dia da nuvem negra...
Hoje apetece-me deitar tudo pelos ares. Rifar o mundo por assim dizer, zangar-me com este estilo de vida que não nos permite gozar a família ou os amigos, ou até gozar o nosso próprio tempo.
Comecei o dia com a notícia de que ia ficar sem mais uma colega. Tudo a rumar para ventos mais favoráveis porque esta casa está gasta. Vou ficar sem um dos meus grandes apoios, sem a minha parceira de risos e fofocas, sem aquela que aliviava o ambiente sempre que havia tensão. Vou voltar mais triste e menos sorridente...
E depois este ritmo de vida idiota e frustrante... A sério que até sou uma moça agradecida por tudo o que tenho. A sério que sou. A sério que até acho que tenho alguma qualidade de vida e sou profundamente agradecida por isso. E tenho uma família linda e com saúde, e com quem me divirto.
Mas ultimamente fico frustrada com a correria dos nossos dias. Passo o dia a cuidar de um bebé lindo que me dá o trabalho normal que os bebés dão, e com saudades de ver todos em casa e de partilhar o resto do meu dia. Mas esses momentos são tão, mas tão curtos que começo a andar frustrada.
Que vida é esta que temos neste país, em que mal se chega a casa é uma correria imensa para, no fundo, acabar o dia? Os meus seres queridos chegam a casa a partir das 18h30/19h. Isto porquê? porque o pai trabalha em Lx, onde demora 1h30 por vezes a chegar a casa (e a ir de manhã para o trabalho) e ir buscar o mais velho. Por sua vez o mais velho anda a arrastar-se porque acorda sem excepção às 7h em ponto da manhã, para estar na escola criteriosamente às 8h, para o pai poder estar no trabalho às 9h. Que nunca está. Chega sempre atrasado, às 9h30. Chega sempre a correr e volta para casa sempre a olhar para o relógio. A correr também. E a correr chega à escola do M. (que anda sem sestas, porque aos 4 anos a maioria das escolas acha que eles já têm 30 anos...) que é dos últimos a ir embora na sala onde ficam os miúdos cujos pais chegam tarde. Ou seja, se eu não o for buscar o rapaz fica lá quase 11h...
E depois, a melhor parte - chegam a casa e é uma correria para dar banhos, para fazer e dar o jantar. Tudo bem cronometrado e sempre apressado, para o M. ir para a cama cedo, para descansar o mais possível. Mas se por um lado queremos estar com ele e conversar e saber como foi o dia, por outro lado apressamo-lo para comer (demora séculos...). E por vezes irrito-me com a parvoíce dele (parece um pré-adolescente respondão que só diz coisas parvinhas dignas da sua idade ("tens cocó na cabeça", etc etc) e por vezes sou uma sombra da mãe paciente que sempre fui com ele. E a coisa descamba claro. E o cansaço e a birra abate-se, e é choradeira dele, e impaciência nossa. E é lavar os dentes à pressa, e contar a história sem apreciar efetivamente o momento, e deitá-lo, que já é tarde e no dia a seguir ele levanta-se cedo. Nem o gozamos. Cada vez que penso que apenas passo basicamente 2 ou 3h diárias com ele até me dá uma coisa. E quando penso que essas horas são passadas a prepará-lo para comer e dormir... até se me dói o coração.
Ah! e claro que agora esse tempo é partilhado com o irmão que exige a nossa atenção, ou porque chora por colo e atenção, ou porque quer comer.
E depois de deitado o M. um de nós continua a tratar do P. E ultimamente o P. chora a combater o sono. Não quer dormir, quer ficar acordado. Mas já está tão overloaded do dia (em que também não dorme muito...) que se agita de excitação e cansaço. E lá se passam "horas" à volta dele. E por vezes sucumbe-se e lá lhe damos mais colo ainda para nós próprios termos alguma calma. Mas depois deitamo-lo... e a fera acorda, claro! e chora ou então quer conversa.
E no meio disso tudo ainda há que arrumar a cozinha que ficou a meio para deitar o M. e atender o P., há que preparar a lancheira do M. para o dia seguinte, etc. E de repente já são 23h da noite e começo a entrar em stress porque já é tarde e o P. vai acordar às 2h ou 3h da manhã e tenho de dormir.
E cada vez que penso que isto já é assim agora e o M. ainda não traz trabalhos de casa nem nada... dá-me vontade de chorar...
E cada vez que penso que ainda não comecei a trabalhar e que, quando o fizer, estarei eu própria a olhar constantemente para o relógio para ir buscar 2 crianças e despachar o resto do dia...
E depois finalmente chega o fds e em vez de descansarmos e estarmos cheios de energia para o gozar, não. Estamos cansados, mas desta vez temos de ir buscar o triplo da energia para acompanhar o nosso filho de 4 anos que quer a nossa atenção e que como é óbvio quer ir passear (se estiver tempo para isso) ou quer brincar às lutas, ou quer fazer puzzles ou quer desenhar ou quer brincar com o que for. Mas quer obviamente fazê-lo connosco... E ainda bem! e adoramos todo esse tempo com ele. Mas deitamo-nos à noite rebentados.
Depois chega 2ª feira e o T. vai trabalhar. O stress de acordar cedo, o stress de chegar o mais depressa possível ao trabalho, o stress dos stresses que as empresas acarretam, o stress de voltar rápido para casa. Chega 2ª feira e eu até penso: ah vou descansar um bocado e vou estar sozinha só com o P.
Mas qual quê... é um bebé! e não me deixa esquecer isso :P
E quero sair e espairecer (até pode ser com ele, aliás costuma ser, não há mtas hipóteses) mas por vezes não tenho a energia ou o tempo (pasme-se quem acha q as mães que ficam em casa têm todo o tempo do mundo...). E chega o final da tarde e é o que já descrevi em cima.
E isto é o que eu e todos os pais passam. Esta correria insana que não deixa aproveitar nada nem ninguém. Que nos deixa cheios de saudades dos filhos e maridos/mulheres, mas que passado um bocado nos deixa a pedinchar apenas descanso.
Os empregos deveriam ser todos ao pé das escolas dos filhos. E não se deveria trabalhar 8h por dia + as horas que são precisas para ir e vir do trabalho. Como é possível que passemos a maior parte do tempo com os colegas e chefes e não com a família!?
E isto até é um cenário bom. Porque muita gente trabalha por turnos e nem 20 minutos tem para ver os filhos/conjugues por dia. Porque muita gente tem de trabalhar horas extra para chefes que olham de lado o facto de se sair a horas, chegando-se assim às 21h ou mais a casa.
É triste neste país isto acontecer...
O tempo de qualidade com o meu filho mais velho neste momento é aquela horazita em que faço o jantar e o tento convencer a ficar comigo na cozinha enquanto ele monta uns legos ou desenha, e lá vou falando com ele, em vez de ele ir ver os seus amados desenhos animados.
O tempo de qualidade com o T. é quando sobram minutos ou meias horas depois de despachados os miúdos. O tempo em que se tenta respirar.
Eu não quero essa treta do tempo de qualidade. Isso é uma tanga que inventaram para não nos sentirmos culpados por não estar tanto tempo com quem queremos porque temos tudo o resto para fazer. O que todos deveríamos ter era tempo de quantidade! eram horas a fio para distribuirmos com quem queremos. Isso sim é qualidade.
Comecei o dia com a notícia de que ia ficar sem mais uma colega. Tudo a rumar para ventos mais favoráveis porque esta casa está gasta. Vou ficar sem um dos meus grandes apoios, sem a minha parceira de risos e fofocas, sem aquela que aliviava o ambiente sempre que havia tensão. Vou voltar mais triste e menos sorridente...
E depois este ritmo de vida idiota e frustrante... A sério que até sou uma moça agradecida por tudo o que tenho. A sério que sou. A sério que até acho que tenho alguma qualidade de vida e sou profundamente agradecida por isso. E tenho uma família linda e com saúde, e com quem me divirto.
Mas ultimamente fico frustrada com a correria dos nossos dias. Passo o dia a cuidar de um bebé lindo que me dá o trabalho normal que os bebés dão, e com saudades de ver todos em casa e de partilhar o resto do meu dia. Mas esses momentos são tão, mas tão curtos que começo a andar frustrada.
Que vida é esta que temos neste país, em que mal se chega a casa é uma correria imensa para, no fundo, acabar o dia? Os meus seres queridos chegam a casa a partir das 18h30/19h. Isto porquê? porque o pai trabalha em Lx, onde demora 1h30 por vezes a chegar a casa (e a ir de manhã para o trabalho) e ir buscar o mais velho. Por sua vez o mais velho anda a arrastar-se porque acorda sem excepção às 7h em ponto da manhã, para estar na escola criteriosamente às 8h, para o pai poder estar no trabalho às 9h. Que nunca está. Chega sempre atrasado, às 9h30. Chega sempre a correr e volta para casa sempre a olhar para o relógio. A correr também. E a correr chega à escola do M. (que anda sem sestas, porque aos 4 anos a maioria das escolas acha que eles já têm 30 anos...) que é dos últimos a ir embora na sala onde ficam os miúdos cujos pais chegam tarde. Ou seja, se eu não o for buscar o rapaz fica lá quase 11h...
E depois, a melhor parte - chegam a casa e é uma correria para dar banhos, para fazer e dar o jantar. Tudo bem cronometrado e sempre apressado, para o M. ir para a cama cedo, para descansar o mais possível. Mas se por um lado queremos estar com ele e conversar e saber como foi o dia, por outro lado apressamo-lo para comer (demora séculos...). E por vezes irrito-me com a parvoíce dele (parece um pré-adolescente respondão que só diz coisas parvinhas dignas da sua idade ("tens cocó na cabeça", etc etc) e por vezes sou uma sombra da mãe paciente que sempre fui com ele. E a coisa descamba claro. E o cansaço e a birra abate-se, e é choradeira dele, e impaciência nossa. E é lavar os dentes à pressa, e contar a história sem apreciar efetivamente o momento, e deitá-lo, que já é tarde e no dia a seguir ele levanta-se cedo. Nem o gozamos. Cada vez que penso que apenas passo basicamente 2 ou 3h diárias com ele até me dá uma coisa. E quando penso que essas horas são passadas a prepará-lo para comer e dormir... até se me dói o coração.
Ah! e claro que agora esse tempo é partilhado com o irmão que exige a nossa atenção, ou porque chora por colo e atenção, ou porque quer comer.
E depois de deitado o M. um de nós continua a tratar do P. E ultimamente o P. chora a combater o sono. Não quer dormir, quer ficar acordado. Mas já está tão overloaded do dia (em que também não dorme muito...) que se agita de excitação e cansaço. E lá se passam "horas" à volta dele. E por vezes sucumbe-se e lá lhe damos mais colo ainda para nós próprios termos alguma calma. Mas depois deitamo-lo... e a fera acorda, claro! e chora ou então quer conversa.
E no meio disso tudo ainda há que arrumar a cozinha que ficou a meio para deitar o M. e atender o P., há que preparar a lancheira do M. para o dia seguinte, etc. E de repente já são 23h da noite e começo a entrar em stress porque já é tarde e o P. vai acordar às 2h ou 3h da manhã e tenho de dormir.
E cada vez que penso que isto já é assim agora e o M. ainda não traz trabalhos de casa nem nada... dá-me vontade de chorar...
E cada vez que penso que ainda não comecei a trabalhar e que, quando o fizer, estarei eu própria a olhar constantemente para o relógio para ir buscar 2 crianças e despachar o resto do dia...
E depois finalmente chega o fds e em vez de descansarmos e estarmos cheios de energia para o gozar, não. Estamos cansados, mas desta vez temos de ir buscar o triplo da energia para acompanhar o nosso filho de 4 anos que quer a nossa atenção e que como é óbvio quer ir passear (se estiver tempo para isso) ou quer brincar às lutas, ou quer fazer puzzles ou quer desenhar ou quer brincar com o que for. Mas quer obviamente fazê-lo connosco... E ainda bem! e adoramos todo esse tempo com ele. Mas deitamo-nos à noite rebentados.
Depois chega 2ª feira e o T. vai trabalhar. O stress de acordar cedo, o stress de chegar o mais depressa possível ao trabalho, o stress dos stresses que as empresas acarretam, o stress de voltar rápido para casa. Chega 2ª feira e eu até penso: ah vou descansar um bocado e vou estar sozinha só com o P.
Mas qual quê... é um bebé! e não me deixa esquecer isso :P
E quero sair e espairecer (até pode ser com ele, aliás costuma ser, não há mtas hipóteses) mas por vezes não tenho a energia ou o tempo (pasme-se quem acha q as mães que ficam em casa têm todo o tempo do mundo...). E chega o final da tarde e é o que já descrevi em cima.
E isto é o que eu e todos os pais passam. Esta correria insana que não deixa aproveitar nada nem ninguém. Que nos deixa cheios de saudades dos filhos e maridos/mulheres, mas que passado um bocado nos deixa a pedinchar apenas descanso.
Os empregos deveriam ser todos ao pé das escolas dos filhos. E não se deveria trabalhar 8h por dia + as horas que são precisas para ir e vir do trabalho. Como é possível que passemos a maior parte do tempo com os colegas e chefes e não com a família!?
E isto até é um cenário bom. Porque muita gente trabalha por turnos e nem 20 minutos tem para ver os filhos/conjugues por dia. Porque muita gente tem de trabalhar horas extra para chefes que olham de lado o facto de se sair a horas, chegando-se assim às 21h ou mais a casa.
É triste neste país isto acontecer...
O tempo de qualidade com o meu filho mais velho neste momento é aquela horazita em que faço o jantar e o tento convencer a ficar comigo na cozinha enquanto ele monta uns legos ou desenha, e lá vou falando com ele, em vez de ele ir ver os seus amados desenhos animados.
O tempo de qualidade com o T. é quando sobram minutos ou meias horas depois de despachados os miúdos. O tempo em que se tenta respirar.
Eu não quero essa treta do tempo de qualidade. Isso é uma tanga que inventaram para não nos sentirmos culpados por não estar tanto tempo com quem queremos porque temos tudo o resto para fazer. O que todos deveríamos ter era tempo de quantidade! eram horas a fio para distribuirmos com quem queremos. Isso sim é qualidade.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
O Sr. Sóssó
Pois é, o Sr. Sóssó deve estar a sentir-se um bocado só na prisão. Pese embora os seus amigos, como o Sr. Soares, venham defendê-lo e dá-lo com um homem exemplar, neste caso a minha opinião é que não há fumo sem fogo. Mas mesmo assim, o que aconteceu à famosa "inocente até prova em contrário"? Parece-me que o público em geral acha que fazer de bode expiatório um dos ex-líderes mais amados/odiados de Portugal (acusado de fraudes como cidadão e não como PM) vai salvar este país da ruína em que vive atualmente. A malta quer ver o circo pegar fogo a todo o custo.
Mas mesmo sendo culpado, não é a sua culpabilização, nem o circo mediático à sua volta que nos vão salvar. O que talvez ajude é se este não for um caso único. É se as finanças começarem finalmente a analisar à lupa políticos e ex-políticos, empresários e empresas. Se o "sistema" começar a funcionar seriamente e a condenar todos por igual, em vez de deixar escapar aqueles que são um bocadinho mais iguais do que os outros, então começarei a acreditar... Se isto for o início de uma nova era mais justa e eficaz em Portugal eu até começo a aplaudir a coisa (se bem que preferia mais descrição e menos enforcamento antecipado em praça pública). Se não, dispenso e fico a pensar é que o Sóssó devia era ter tido mais cuidado em não ostentar a vida de luxo que fazia em Paris. Foste burro em achar que te safavas só porque até tens algum carisma pá.
Mas mesmo sendo culpado, não é a sua culpabilização, nem o circo mediático à sua volta que nos vão salvar. O que talvez ajude é se este não for um caso único. É se as finanças começarem finalmente a analisar à lupa políticos e ex-políticos, empresários e empresas. Se o "sistema" começar a funcionar seriamente e a condenar todos por igual, em vez de deixar escapar aqueles que são um bocadinho mais iguais do que os outros, então começarei a acreditar... Se isto for o início de uma nova era mais justa e eficaz em Portugal eu até começo a aplaudir a coisa (se bem que preferia mais descrição e menos enforcamento antecipado em praça pública). Se não, dispenso e fico a pensar é que o Sóssó devia era ter tido mais cuidado em não ostentar a vida de luxo que fazia em Paris. Foste burro em achar que te safavas só porque até tens algum carisma pá.
O mais novo
Há dias (ou seja, noites) em que penso que vou mas é rifar-te. Penso que já não tenho idade ou energia para isto (sim, é preciso muita mesmo e embora a idade nos traga paciência e calma, não traz seguramente energia), penso "filhos?... nunca mais!!" quando demoras 2h a adormecer e eu só quero é encostar-me e fechar os olhos, e todos os meus poros estão num ataque de nervos. Depois, há dias como o de hoje, em que a noite até correu bem, em que acho que até dormiste melhor, e olho com atenção para essas bochechas maravilhosas e penso que és a coisa mais bonita que me aconteceu nos últimos tempos e que até és tão bonzinho e que eu sou uma parva por me estar a queixar. Que privilégio ter um novo bebé em casa! Um bebé saudável e tão bonito... Que privilégio ver, já com outros olhos (no 1º filho o choque do cansaço é tal que penso que aproveitamos menos ao início), o desenvolvimento de uma criança. Não há nada mais fascinante, nada. Todos os bebés têm o mesmo padrão de desenvolvimento (no geral claro) e apesar de já saber o que aí vem, cada passo que dás é um renascer para mim, é o relembrar de como isto é mesmo mesmo especial.
O P. já tem 2 meses (e quase meio) e já passa muito tempo a balbuciar, especialmente se lhe damos atenção. Agita-se todo, sorri um sorriso desdentado lindo, e até já faz chorinho e beicinho quando vê que não vai ter colo (é já grande um manhoso... e tão novo o espertalhão...). Fica numa grande excitação com o móbil da cama (os amiguinhos dele como lhe chamo) e segue atentamente o que o irmão faz (vai ser lindo vai) embora este não lhe dê especial cavaco (dá umas beijocas e festas mas está noutra, quer é saber dos Vingadores). Começa a mostrar algum interesse pelas mãos: lambe-as :) Se está sem chucha (da qual até nem é especial amigo) mete a mão na boca e fica horas a lambê-la (cada maluco com a sua mania... ahahahah). E ultimamente tenho percebido que este pequeno de facto adora estar ao colo, mesmo que às vezes faça ar de quem não está nem aí.
Mas, outras vezes, ficamos bem juntinhos a namorarmo-nos. Ele olha-me longamente, eu falo baixinho (ou não digo nada) e faço-lhe inúmeras festinhas naquela sua cabeça deliciosamente redonda. Já me tinha esquecido de como é bom estar abraçada a um bebé. Aquele corpinho quentinho junto a nós. A conhecermo-nos.
E, regra geral, ele vai fechando os olhos até adormecer, mesmo que não seja um sono profundo, mas apenas uma bela ronha, que sabe tão bem especialmente agora que está frio.
O meu bonequinho pequeno é mesmo lindo! E até acho que se vai sair ao meu avô materno e vai ficar com uns fantásticos olhos cinzento-azulados. O M. está um super giraço! mas que se cuide que o irmão não vai ficar nada atrás... :)
O P. já tem 2 meses (e quase meio) e já passa muito tempo a balbuciar, especialmente se lhe damos atenção. Agita-se todo, sorri um sorriso desdentado lindo, e até já faz chorinho e beicinho quando vê que não vai ter colo (é já grande um manhoso... e tão novo o espertalhão...). Fica numa grande excitação com o móbil da cama (os amiguinhos dele como lhe chamo) e segue atentamente o que o irmão faz (vai ser lindo vai) embora este não lhe dê especial cavaco (dá umas beijocas e festas mas está noutra, quer é saber dos Vingadores). Começa a mostrar algum interesse pelas mãos: lambe-as :) Se está sem chucha (da qual até nem é especial amigo) mete a mão na boca e fica horas a lambê-la (cada maluco com a sua mania... ahahahah). E ultimamente tenho percebido que este pequeno de facto adora estar ao colo, mesmo que às vezes faça ar de quem não está nem aí.
Mas, outras vezes, ficamos bem juntinhos a namorarmo-nos. Ele olha-me longamente, eu falo baixinho (ou não digo nada) e faço-lhe inúmeras festinhas naquela sua cabeça deliciosamente redonda. Já me tinha esquecido de como é bom estar abraçada a um bebé. Aquele corpinho quentinho junto a nós. A conhecermo-nos.
E, regra geral, ele vai fechando os olhos até adormecer, mesmo que não seja um sono profundo, mas apenas uma bela ronha, que sabe tão bem especialmente agora que está frio.
O meu bonequinho pequeno é mesmo lindo! E até acho que se vai sair ao meu avô materno e vai ficar com uns fantásticos olhos cinzento-azulados. O M. está um super giraço! mas que se cuide que o irmão não vai ficar nada atrás... :)
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Carinha laroca
Haverá algo mais fofinho do que uma carinha laroca de mês e meio que, depois de muito se espreguiçar ao acordar, olha para nós e nos dá um mega sorriso do estilo "olá mamã! és tu!"?
Não, não há :)
Não, não há :)
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Ansiosa
O que fazer ou pensar quando chegamos aos 38 anos e já somos consideradas demasiado velhas para começar trabalhos novos, quando toda a gente só quer estagiários a pagar 600 euros (ou menos!). Isto deixa-me ansiosa. Muito.
Respiro fundo e pergunto-me o que me reserva 2015 a nível de trabalho.
O que vai acontecer?
Isto tem pernas para andar ou vai ter o fim anunciado desde que começou?
É para ir para a frente ou é para mudar de rumo?
Ainda vou ter de me chatear ou vai correr tudo sobre rodas?
Ai vida... mas porque é que a minha sorte profissional mudou tanto?
Porque raio é que me deixaram ir?...
Respiro fundo e pergunto-me o que me reserva 2015 a nível de trabalho.
O que vai acontecer?
Isto tem pernas para andar ou vai ter o fim anunciado desde que começou?
É para ir para a frente ou é para mudar de rumo?
Ainda vou ter de me chatear ou vai correr tudo sobre rodas?
Ai vida... mas porque é que a minha sorte profissional mudou tanto?
Porque raio é que me deixaram ir?...
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Rene Rene...
... o qué qui ocê feiz com ocê?
Poix... tal como o resto mundo também eu já olhei duas vezes para as novas fotografias da atriz. Caramba? isto é só processo de envelhecimento? ou fez plásticas? Bem sei que ela tem algo como uns 45 anos mas hoje em dia isso já nem é coisa do outro mundo. Cadé aquele ar fresquinho e fofo que ainda existia há poucos meses? Bolas...
Assim de repentes diria que se esqueceu de por base e que "corrigiu" aqueles olhos meio achinesados que lhe davam tanta piada.
Acho-a bonita na mesma, mas está tão diferente...
Poix... tal como o resto mundo também eu já olhei duas vezes para as novas fotografias da atriz. Caramba? isto é só processo de envelhecimento? ou fez plásticas? Bem sei que ela tem algo como uns 45 anos mas hoje em dia isso já nem é coisa do outro mundo. Cadé aquele ar fresquinho e fofo que ainda existia há poucos meses? Bolas...
Assim de repentes diria que se esqueceu de por base e que "corrigiu" aqueles olhos meio achinesados que lhe davam tanta piada.
Acho-a bonita na mesma, mas está tão diferente...
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