segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Novas séries

Enquanto deito uma lágrima pelo meu Drácula renegado ando virada para estas duas:

The Bridge (não deliro com a série, mas a brincar, a brincar, já vou na 3ª temporada, por isso até recomendo para quem gosta do género policial)





The Masters of Sex (série recém descoberta e super interessante. À parte do tema que parece bastante lascivo e óbvio, é uma série super interessante sobre a sociedade dos anos 50, sobre a evolução do sexo, sobre as relações humanas e o modo como 2 pioneiros revolucionaram o tema e o estudo científico da sexualidade. Recomendo.)


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Profissionalmente...

... às vezes fecho os olhos e sonho. Sonho em um dia acordar e pensar que tudo isto foi um pesadelo. Que afinal está tudo bem.

Sonho em ter reconhecimento na minha profissão e ser recompensada por isso.

Sonho em ultrapassar este buraco, em ultrapassar todas estas emoções, em gerir estas pressões diárias.

Digam o que disseram: mulheres grávidas serão sempre um empecilho para patrões e vistas como um problema. E isso é grave. E mais grave é sofrerem chantagens e nem poderem descansar quando precisam.

Sonho ainda em ganhar muito dinheiro. Conseguir ganhar para respirar sossegadamente.

Sonho muito.

Sonho em não ter medo do futuro.

Sonho em não ter medo de ficar desempregada.

Que tempos estes. Coisas tão boas por um lado. Coisas tão difíceis por outro...



terça-feira, 29 de julho de 2014

Adivinhem quem faz anos hoje? :D


 
 
 

Sim, o bidu, o bonequinho, o godinho, o chuchinhas, este amorzinho que é um amorzão, este crescido cada vez maior e mais sabidão, mas ainda com uma inocência tão bonita.
Parabéns meu fofinho! <3

sábado, 26 de julho de 2014

1 mês, 1 kg!

Hoje fui ao médico para mais uma consulta de rotina. O P. (já tem nome o bidu mais novo) pesa quase 2 kg - está previsto pesar uns 3kg à nascença (é mais ou menos como foi com o M.) e eu num mês ganhei 1kg. O médico: "ah isto está óptimo! até 1,5 kg está optimo!"

Hum... ai é? então... venham os doces e essas coisas todas porque tenho é fome de doces, o resto é conversa :P

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Nãooooooooooo!!

E eu que seguia a 1ª season da série Drácula (umas das minhas histórias favoritas de todo sempre, seja qual for a versão que fizerem) com o carismático Rhys Meyers... descobri agora que (muito) provavelmente não vou ter a 2ª season! Opa... não posso crer... chuinf chuinf!
http://au.ibtimes.com/articles/552076/20140512/dracula-season-2-cancelled-renewal-nbc.htm#.U9F8RF7XnFI

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Carta a uma amiga especial

A uma amiga de longa data. A uma amiga que nunca vai ler este post, desconfio que por estar num blogue/diário sobre a minha vida como mãe. A uma amiga que mesmo assim será sempre especial, mas ultimamente mais afastada. A uma amiga e mulher a quem a vida lhe pregou a partida de não a deixar ter filhos (até agora, já lá vão uns anos, mas ainda acredito que a vida é cheia de surpresas).

Querida amiga,

Bem sei que a vida te tem pregado partidas. Sempre fui solidária contigo em muita coisa, especialmente quando estavas magoada com a vida, desiludida. Sempre te tentei dar esperança, dar o meu mais sincero ponto de vista, dar ânimo e consolar-te em alturas difíceis. Felizmente posso dizer o mesmo de ti. Quando andei perdida, desanimada, cansada e sem saber o que fazer face a situações difíceis, também me consolaste a ajudaste o melhor que pudeste e soubeste. Estar-te-ei eternamente grata por isso.
Muitas amizades adultas são sempre pontuadas por algum afastamento físico. Já não é como nos velhos tempos em que nos víamos diariamente e em que partilhávamos tudo até ao pormenor. As pessoas crescem, formam família, encontram novos companheiros, e têm empregos que lhes deixam pouco tempo livre. Passamos a ver-nos de mês a mês, depois de 3 em 3 meses, etc. O que nos vai safando ainda vão sendo os emails, FB, etc. É normal. Bem sei que o tempo é curto. E agora com um filho ainda o sei mais.
Mas é exatamente esse o tema que, temo, nos divide de momento. As crianças. Os filhos.
O tema é-te doloroso e talvez por isso sempre tenha evitado falar nele quando estou contigo (a não ser que queiras). Evito falar do M., evito a parte "família" nas nossas conversas, não me gabo das suas conquistas, não conto episódios engraçados que acontecem, não partilho dúvidas e angústias sobre a educação dele. Mas tal como eu faço o esforço de falar sobre tudo menos isso, por vezes também gostaria de ver o esforço desse lado para perguntares sobre ele, sobre como está a minha vida, a minha nova gravidez. Gostaria de partilhar contigo esta parte da vida tão doce e ao mesmo tempo tão angustiante. Gostaria que quisesses ver o meu rapaz, o meu bem mais precioso. Há quanto tempo não o vês? Um ano, dois? Tenho tanto orgulho no meu bonequinho e tu nem queres saber. Dói, sabias? A tua falta de interesse fere-me. Já sei... Já sei que é porque eu não compreendo a tua dor, nem imagino o que são os testes de fertilidade, os processos falhados, as dúvidas, o porquê das outras conseguirem e tu não. Eu até compreendo (acho eu). Mas claro que não imagino. Tento imaginar, mas não estou na tua pele. Só quem passa pelas coisas é que sabe delas, verdade? Por isso nem quero dizer que imagino aquilo por que passas. Mas porque me esforço por isso, é que, quando estou contigo, tento evitar o assunto "o meu filho".  E agora, a minha nova (e quase no fim) gravidez.
Mas, tal como eu me esforço para não te lembrar do que te queres esquecer, gostava tanto, mas tanto que me perguntasses de vez em quando sobre essas coisas... É pedir demais?
E a minha gravidez. Este novo filho tão aguardado, tão desejado. Mas nem tudo são rosas, sabias? Há coisas que correm bem, outras ainda em que está tudo bem mas... Os "mas" dos médicos são lixados, não são? Mas ando numa expectativa tão grande em conhecer este bebé :) Como será ele? parecido com o M.? parecido com quem? É um agradável mistério! Só quero ter um parto rápido e que tudo corra bem.
Será que os filhos vão ditar o fim da nossa amizade? ou arrefecimento brutal dela? Mas porquê?
A infertilidade ou o ter mais dificuldade em ter filhos é uma merda. É sim. Nem quero imaginar. Mas custa-me a crer que não se possa comemorar e partilhar a felicidade daqueles que têm o privilégio de os ter. E tenho algumas amigas que felizmente têm interesse nessa parte, ao mesmo tempo que partilham uma luta também por filhos.
E a essas pessoas agradeço-lhes do fundo do coração, porque acredito que não deve ser fácil o equilíbrio sobre a fina linha do "não consigo ter filhos (ainda)" e o "então e os teus filhos, como andam? que fofos? etc etc". Agradeço-lhes por conseguirem sentir e partilhar essa faceta da minha vida e a de muitos outros.
Estou a chegar a um limite. Não consigo mais perguntar sobre coisas da tua vida (por vezes a ti ou ao teu companheiro), interessar-me, sem ter uma pergunta de volta sobre como vai a minha. A amizade é partilha e interesse de ambos os lados.
Não correrei mais atrás de ti. Não perguntarei mais.

domingo, 20 de julho de 2014

O melhor do meu dia...

... de domingo.

Sem dúvida a ida ao cinema com o M. pela primeira vez. A ida ao cinema "a sério"!! Uma emoção. Lá descobri as sessões de cinema às 11h, o que dá imenso jeito - não corta as tardes e ainda aproveitamos o inicio da manhã para fazer outras coisas (sim, aproveitamos sempre imenso, dado que o piqueno acorda normalmente às 7h e pouco). E lá fomos ver os Aviões 2 com poucas expectativas de ver o filme até ao fim - em casa nenhum filme dura até ao fim, acho que a casa tem demasiadas distrações (brinquedos, lápis e papel, quintal, etc). Mas lá vimos até ao fim e o rapaz portou-se muito bem. Alguma impaciência aqui e ali, umas vezes mais interessado nas pipocas do que no filme, umas vezes sentado, outras de pé, outras ao colo do pai que lhe ia explicando umas coisas. E assim a coisa foi e foi muito bem. Ah e não esquecer o fabuloso encontro com um amigo da turma que também ia ver o filme com a irmã mais velha. Conseguimos ficar todos juntos e a excitação dos 2 (ficaram um ao lado do outro, claro!) foi digna de se ver. Foi tão, mas tão giro vê-los a falar e segredar coisas. Ainda houve tempo de, no intervalo, saltar e correr na zona em baixo junto à tela, e gastar algumas energias antes de voltar à 2ª parte do filme.
Foi uma experiência completamente nova para mim e deixou-me de sorriso na boca. Não vi com atenção (quase) nenhuma o filme, mas foi super divertido :)
E o M. já estava a perguntar se havia mais filmes :D