Não sei o que ler. E eu sem um livro para ler sou como um peixe fora de água. Preciso de um livro. O problema é que agora nada me agrada... Li O Apocalipse dos Trabalhadores do Valter Hugo Mãe e detestei (mas tinha adorado O Filho De Mil Homens). Li o clássico O Deus das Moscas do William Golding e não desgostei do clássico, mas também não adorei (achei que não desenvolvia muito a certa altura). Li o novíssimo Paixão Sem Limites da Abbi Glines e até gostei, mas era de leitura light e em 4 dias estava lido. Não vejo nada no mercado que me atraia por aí além... Já me falaram do Pedro Chagas Freitas mas temo que seja demasiado lamechas ou melodramático, não sei...
Ahhhhhhhhhhh não sei o que ler... bolas.
Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
terça-feira, 13 de maio de 2014
Um dia no Zoo
Alguns dos animais que vimos:
O meu "animal" preferido: :)
Resumo do dia:
Muito sol e vento. Muita animação. Alguma impaciência do bidu, que por vezes estava mais interessado em fazer macacadas do que ver os macacos propriamente ditos... Ah e o delírio a ver o mapa sempre que podia. Ah e mexer na máquina fotográfica do avô. Hamburgueres bons. Gelados. Brincadeira nos insufláveis. Muitos felinos (a maior parte a dormir à sombra por causa do calor). Muitos répteis (yak). Golfinhos rule!(os adultos ao rubro, o piqueno mais interessado no farol e no barco). O zoo "muito à frente", boas instalações e bons programas. Daqui a uns anos há mais :)
quinta-feira, 8 de maio de 2014
A casa "do campo"
Os bichos são agora meus amigos do peito (e que peito... esta 2ª gravidez está a ser algo assombrosa, qualquer dia sou copa 44 K!! - ver aqui coisas giras sobre como escolher o nosso tamanho adequado). Aranhas, bichos de conta, marias-café e caracóis são os meus melhores amigos e tenho "n" encontros imediatos diariamente. Agora tento não os matar - o M. aqui há dias viu-me a atirar um bicho de conta pelas escadas abaixo e ficou chocadíssimo a achar que eu o tinha morto - e lá vou de pá e vassoura na mão para os deitar no quintal, bem longe.
Os medos de ver o M. estatelar-se pelas escadas abaixo também já se vão desvanecendo à medida que o vejo aparecer cada vez mais no andar de cima (quando o tinha deixado em baixo na sala há minutos) e sem a minha ajuda. Repito-lhe 100 vezes para se agarrar ao corrimão, para subir e descer (principalmente descer) devagar com cuidado blá blá blá. E parece-me que tem resultado: ele é bastante autónomo e cuidadoso pela casa toda. Também já são quase 4 aninhos :)
Apesar de ainda haverem inúmeros caixotes espalhados pela casa e ainda não estar tudo composto, as pequenas e novas rotinas já se vão instalando. Uma delas é o M. se ter habituado a que o T. o vista primeiro no quarto antes de ir comer (comida essa que tem sempre de fazer também - se eu fizer a papa antes de ele descer há birra da grossa; adora mexer o seu amado Nestum).
Outra rotina que me tem custado um bocado é o caminho bem mais longo que percorro todos os dias para o ir deixar na escola e buscar. Tira-me tempo de manhã e tira-me o precioso tempo ao fim da tarde. Tudo é feito mais a correr.
A coisa boa é que o caminho percorrido tem muitas árvores à volta, muitas casinhas giras, e tem maior conversa com o M. sobre o seu dia na escola. E à ida há sempre algo fantasioso para comentar como por o exemplo o duende que ele viu no céu e que persegue o nosso carro. Claro que temos de usar o nosso escudo mágico e afastá-lo prontamente e mais uns pós de perlimpimpim não vá o duende fazer das suas. Há muitos feitiços sempre de manhã!
Lentamente o M. começa também a dormir menos nas sestas do fim de semana. Na creche umas vezes dorme, outras não. E em casa consigo sempre que durma, mas já não é tanto tempo (a não ser que tenha vindo de noitadas por causa desta maldita tosse alérgica que o persegue há 1 mês, mas quando é que acabam estes pólens e este tempo estranho??). Ou seja, quando há alguma coisa combinada para fazer logo depois da hora de almoço (festas de anos, uma ida ao jardim zoológico, e coisas assim) já não dorme a sesta.
Mas há coisas que não mudam e a rotina para dormir à noite é uma delas. Nada como uma bela história antes de dormir, seguida de um colinho bem apertado e cheio de mimos, seguido de estar ao pé dele a dar-lhe a mão e dar ainda mais mimos até ele estar molinho, quase a adormecer.
Acho que a casa ainda não é o nosso "lar", mas para lá caminha. Ainda há tanta coisa para fazer, tanta rotina para acertar, mas lá se vai caminhando. O caminho também é giro.
Aliás, é o mais giro, não é?
Os medos de ver o M. estatelar-se pelas escadas abaixo também já se vão desvanecendo à medida que o vejo aparecer cada vez mais no andar de cima (quando o tinha deixado em baixo na sala há minutos) e sem a minha ajuda. Repito-lhe 100 vezes para se agarrar ao corrimão, para subir e descer (principalmente descer) devagar com cuidado blá blá blá. E parece-me que tem resultado: ele é bastante autónomo e cuidadoso pela casa toda. Também já são quase 4 aninhos :)
Apesar de ainda haverem inúmeros caixotes espalhados pela casa e ainda não estar tudo composto, as pequenas e novas rotinas já se vão instalando. Uma delas é o M. se ter habituado a que o T. o vista primeiro no quarto antes de ir comer (comida essa que tem sempre de fazer também - se eu fizer a papa antes de ele descer há birra da grossa; adora mexer o seu amado Nestum).
Outra rotina que me tem custado um bocado é o caminho bem mais longo que percorro todos os dias para o ir deixar na escola e buscar. Tira-me tempo de manhã e tira-me o precioso tempo ao fim da tarde. Tudo é feito mais a correr.
A coisa boa é que o caminho percorrido tem muitas árvores à volta, muitas casinhas giras, e tem maior conversa com o M. sobre o seu dia na escola. E à ida há sempre algo fantasioso para comentar como por o exemplo o duende que ele viu no céu e que persegue o nosso carro. Claro que temos de usar o nosso escudo mágico e afastá-lo prontamente e mais uns pós de perlimpimpim não vá o duende fazer das suas. Há muitos feitiços sempre de manhã!
Lentamente o M. começa também a dormir menos nas sestas do fim de semana. Na creche umas vezes dorme, outras não. E em casa consigo sempre que durma, mas já não é tanto tempo (a não ser que tenha vindo de noitadas por causa desta maldita tosse alérgica que o persegue há 1 mês, mas quando é que acabam estes pólens e este tempo estranho??). Ou seja, quando há alguma coisa combinada para fazer logo depois da hora de almoço (festas de anos, uma ida ao jardim zoológico, e coisas assim) já não dorme a sesta.
Mas há coisas que não mudam e a rotina para dormir à noite é uma delas. Nada como uma bela história antes de dormir, seguida de um colinho bem apertado e cheio de mimos, seguido de estar ao pé dele a dar-lhe a mão e dar ainda mais mimos até ele estar molinho, quase a adormecer.
Acho que a casa ainda não é o nosso "lar", mas para lá caminha. Ainda há tanta coisa para fazer, tanta rotina para acertar, mas lá se vai caminhando. O caminho também é giro.
Aliás, é o mais giro, não é?
domingo, 20 de abril de 2014
Só para dizer...
Boa Páscoaaaa!!!! :)
Eu por aqui ando numa boa tentativa de zapping contínuo entre o The Voice Portugal e o filme Brave (já vi antes mas gostei tanto que não me importo de ver de novo). Tento também perceber se hoje dá o Shark Tank (Lago dos Tubarões) - o meu novo vício diário (!!!) E espirro, espirro, espirro... Já há muito que não tinha uma crise tão longa (1 semana, 2 semanas?) de alergia. Não percebo se é do tempo ou se é destes caixotes todos e roupa cá fora (daquela guardada durante anos que nunca se usa e depois vê a luz do dia já cheia de bolor...) Atchimmmm!!
Mas pronto: agora segue-se uma semana inteira para acabar os ovos todos de chocolate que o M. recebeu ;)
Boa Páscoa a todos/as!
segunda-feira, 14 de abril de 2014
As incongruências dos 3 anos
Depois de uma birra gigante porque eu e o pai não o deixámos fazer algo:
(Eu) - Bom, agora são horas de deitar...
(Ele) - Sim... unf...
(Enquanto me sento na cama dele, recostada na parede) - Queres colo?
(Lá vai subindo para o meu lado) - ... sim...
(Ainda de trombil, senta-se nas minhas pernas e prepara-se para encostar) - Não gosto de ti... és feia...
E com esta aninha-se bem. E bem aconchegado, dá daqueles suspiros felizes de quem está regalado e pronto para uns mimos antes de ir dormir.
Ai estas mentes minorcas... Pensei que não gostava de mim e que era feia :)
Não soubesse eu mais do que tu e estava frita :)
(Eu) - Bom, agora são horas de deitar...
(Ele) - Sim... unf...
(Enquanto me sento na cama dele, recostada na parede) - Queres colo?
(Lá vai subindo para o meu lado) - ... sim...
(Ainda de trombil, senta-se nas minhas pernas e prepara-se para encostar) - Não gosto de ti... és feia...
E com esta aninha-se bem. E bem aconchegado, dá daqueles suspiros felizes de quem está regalado e pronto para uns mimos antes de ir dormir.
Ai estas mentes minorcas... Pensei que não gostava de mim e que era feia :)
Não soubesse eu mais do que tu e estava frita :)
domingo, 13 de abril de 2014
Está-se a aproximar
Está-se a aproximar. O dia em que sairemos desta linda casinha. Desta casinha que me deixa tão boas memórias. Desta casinha pequena, cada vez mais pequena para todos nós. Desta casinha sempre tão quentinha, onde a tudo se chega bastando virar-nos para trás, ou esticando mais o braço, ou dando três passadas. Olho para o corredor já sem quadros e por onde o M. ainda corre para escapar a cócegas, ou para se ir esconder na brincadeira, ou para se ir deitar mesmo quando diz veementemente que não tem sono. Esta casinha onde tudo é perto e que vai deixar de ser o meu lar.
Estou quase de partida para outra casa enorme (aos meus olhos) que ainda vou ter de transformar em lar. A essa casa vou ter de lhe dar mais móveis, mais tapetes, encher de quadros e fotografias, criar memórias. Vou ter de lhe dar e sentir cheiros para finalmente a ter como minha. Tudo acontecerá com o tempo. A vontade aqui é que seja "a" casa e não "a de transição". Nada aqui era definitivo (se é que isso existe). O candeeiro da sala era só até encontrarmos um que gostassemos mesmo, a cortinas idem. Esta casa na verdade nunca foi o "projeto de final de curso", era apenas o "projeto do 1º semestre". Mas esta 2ª será diferente. Aposto muito nela. Apostamos.
A mudança para esta nova casa é feita com entusiasmo e muita esperança. Espero enchê-la de amor e muitas gargalhadas. Quero enchê-la com a nossa família e amigos o mais que puder. E espero que o 2º quarto livre seja preenchido pelo choro e risos de mais um bébé saudável.
Enquanto isso vou olhando para os caixotes que desaparecem no carro do T., vou empacotando mais coisas aqui e ali. Todos os dias há mais uma ou 2 prateleiras livres. Menos brinquedos. Menos roupa. Menos livros. Mais vazio. É como se recuasse uns anos, aqueles em que me mudei para aqui e estava a começar uma vida nova. E muita vida correu nesta casa. Muitas alegrias, desgostos, amor, gargalhadas, choros, raiva, ternura, aflição, paixão, risos, cumplicidade, partilha. E uma vida nova aqui nasceu, o meu querido M. Aqui ele bebeu o seu primeiro biberon, aqui comeu a sua primeira papa, pegou nos primeiros talheres, largou as fraldas, teve a sua primeira cama "a sério", deu os primeiros passos, disse as primeiras palavras. E por tudo isso estou muito agradecida a esta linda casinha. Por aqui ter vivido tantas primeiras vezes. Por isso tudo olho para estas paredes, das quais ainda não saí, já com muita nostalgia. Adoro esta casa. Mas é altura de partir e tentar criar a casa dos meus sonhos.
sábado, 12 de abril de 2014
Comidinha boa!
E é assim, volta e meia o T. surpreende-nos cá em casa com as suas receitas super especiais. A sua especialidade são as quiches e a última tinha este aspecto nham:
Bis!! Bis! :))
Bis!! Bis! :))
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