Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
terça-feira, 6 de agosto de 2013
E numa de músicas
Mostro mais esta. Descobri recentemente e adoro. Adoro o vídeo. Tudo.
(a letra não é muito feliz, pelo contrário, alguém está muito zangado com outro alguém, mas se nos abstrairmos disso, ou não, o resultado é fantástico)
(a letra não é muito feliz, pelo contrário, alguém está muito zangado com outro alguém, mas se nos abstrairmos disso, ou não, o resultado é fantástico)
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
O homem do caixote do lixo
Hoje quando saía para arejar a pinha e exercitar o corpito, saí do carro para ir deitar ao caixote do lixo um saco. Quando me aproximei estava a chegar também um homem negro de gorro e camisa e casaco largos. Trazia um saco grande que pousou quando se aproximou dos caixotes. Abriu as tampas, espreitou, voltou a fechar. Aproximei-me "Boa tarde". "Boa tarde" e educadamente abriu-me a tampa gigante. Deitei o saco lá para dentro, agradeci e vim-me embora.
Quem serias tu homem do lixo? Deixaste-me a pensar...
E que direito tenho eu de me queixar dos meus problemas que são zero quando comparados com os teus.
Quem serias tu?
Porque é que eu corro?
Não corro muito mas:
- corro porque de momento é o único desporto que tenho com que posso esforçar o corpo e porque não quero entrar num ginásio e dois meses depois a minha empresa dar o berro e eu achar que foi bem estúpido ter entrado nessa altura.
- uns dias corro só porque sim, por puro desporto, para descarregar as energias.
- outros dias corro porque de contrário andaria para aí a partir o mundo.
- corro porque de momento é o único desporto que tenho com que posso esforçar o corpo e porque não quero entrar num ginásio e dois meses depois a minha empresa dar o berro e eu achar que foi bem estúpido ter entrado nessa altura.
- uns dias corro só porque sim, por puro desporto, para descarregar as energias.
- outros dias corro porque de contrário andaria para aí a partir o mundo.
Tenho de pensar assim
Nestes dias chuvosos em que tudo é o caos e tudo parece mau,
tenho de pensar que o que não me mata torna-me mais forte.
E tenho de usar o meu chapéu para me proteger da chuva.
Proteger é a palavra.
tenho de pensar que o que não me mata torna-me mais forte.
E tenho de usar o meu chapéu para me proteger da chuva.
Proteger é a palavra.
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