terça-feira, 30 de julho de 2013

Music

Hoje enquanto trabalho, tenho a M80 a bombar na rádio. Há dias musicais muito bons. Outros mais ou menos. Hoje a coisa tem acertado nos meus gostos e à bocado passou esta pérola da minha juventude. Não há hipótese... ADORO!

Em repeat mode:

 



Ah e pronto... não liguem ao aspecto do senhor... Não tem propriamente o ar de frontman que eu imaginaria, mas... somos todos filhos de Deus ahahaha Imaginem o video na vossa cabeça :P

segunda-feira, 29 de julho de 2013

3


E hoje o meu bébé faz anos. O meu bébé que já não é bébé, mas sempre será o meu pintainho e eu a sua mamã-galinha. O meu bébé já não é um bébé, é cada vez mais um rapazinho crescido e "independente", muito meigo e calmo, que se ri e faz pequenas e inocentes traquinices a toda a hora. É o rapazinho que agora nunca quer ficar em casa e quer ir é brincar para os parques infantis, ou para a praia. É o rapazinho que num parque cheio de crianças tanto mete conversa com elas como anda a dançar e cantar sozinho, como delira a escorregar no escorrega, a andar nos cavalinhos ou a brincar nas "casinhas".
O meu bébé está cada vez menos bébé. É um rapaz cheio de sentido de humor que me dá a volta com uma grande pinta e sabe-o. É um rapazinho que fica cada vez menos tempo a receber mimos no meu colo, mas que não prescinde da minha presença (e beijinhos) quando se vai deitar.
O meu rapazinho que adora lamber o limão descascado e comer tomates inteiros às dentadas. O meu rapazinho que, à exceção de umas poucas birras, está sempre de bem com a vida e tem ar de safadolas, mesmo quando é a coisa mais querida do mundo. O meu rapazolas é um bem-disposto. Faz hoje 3 anos e é o meu orgulho. E tem sempre um ar tão feliz. E eu fico tão contente por senti-lo mesmo, mesmo feliz. Não há nada que me faça mais feliz.
Parabéns meu amor! Espero que tenhas uma meninice bem doce e traquinas, cheia de mimos dos que mais te amam.

domingo, 28 de julho de 2013

E mais conversas

(à hora da sesta e depois de o pai o ter deitado há 30 minutos atrás)

- Mãeeeeeeeeee!!!
Eu nada...
- Mãeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
- ... o que é?...
- Tou com a perna presa!!
Humm isto é um dejá vu... Isto já aconteceu antes e era só marosca para eu ir lá...
- Tira-a!
- Na consiiiiigooooooooo!
Suspiro. E levanto-me. E caio sempre que nem uma patinha. Chego lá e já se está a rir... Apanhou-me mais uma vez. Sabe que eu fico sempre naquela "será que é desta que ele se aleija mesmo?". Tiro-lhe a perna das grades (daqui a 2 meses chega a nova cama, depois não haverá mais a desculpa das grades) e digo:
- Agora dorme.
- Mas eu quero o teu colooooooo!
- Mas eu não vou dar. Já estavas a dormir não era? e era só para te tirar a perna da grade. Agora já podes dormir.
- Dá-me colinho... Um último....
- Nem último nem primeiro. Dorme.
E vou para a sala.
Começa a choramingar, muito lamuriento. E de repente, o petiz que é o puto mais fiteiro do mundo começa nesta ladainha:
- Mas porque é que a minha mamã não me dá colinho? mamã... dá-me um colinho... Mamã!!... porque é que a minha mãe não me dá colooooooooooooooooooo....

Ai Lord... Dai-me forças para não me desmanchar a rir ahahahahaahhaah Ainda bem que não estava no quarto com ele, o divo da arte teatral...



terça-feira, 23 de julho de 2013

E descobri mais isto

http://www.laurentchehere.com/laurentchehere.com/www.laurentchehere.com.html

























Teria a sua piada viver numa casita destas e viajar pelo mundo no conforto do nosso lar, não teria?

Norwegian Wood

Comecei a sessão cinematográfica no fim-de-semana à noite, mas devido a sonos mal dormidos e ao facto de o filme ter uma primeira metade um bocado monótona... adormeci. Por isso a parte 2 teve lugar no dia seguinte, eu já mais desperta e na expectativa. Será que o filme iria continuar no mesmo registro e as minhas expectativas (bem altas) iriam ser goradas?
(tambores... trummmm trummmm...)
Não. A 2ª metade do filme foi muito boa! Ou era eu que estava bem mais acordada e atenta, ou, de repente, a dinâmica mudou. Mas, de súbito, a vida e os amores do protagonista (ou diria eu - o seu grande Amor, e aqueles com que ele o tentou substituir mas nunca conseguiu) tomaram vida. Houve grandes desenvolvimentos e a força da história emergiu.
O filme está classificado como dark romance e é-o efectivamente, bem ao estilo japonês. Tem amores intensos, viscerais quase, muito sofridos. Só vendo o filme. Não posso adiantar muito caso o queiram ver. Eu própria devo vê-lo mais uma vez. O filme tem demasiados fragmentos da vida do rapaz, das raparigas, da rapariga e dos restantes intervenientes. São muitas coisas para assimilar e acho que vendo mais uma vez conseguirei colar tudo e ter uma perspectiva mais global da história, entender melhor a perspectiva de todos eles. E é tudo tão dark e tão sofrido...
Mas lá está, o filme é baseado no livro do fabuloso Murakami que tão bem sabe sofrer. Escreve sempre tudo de uma perspectiva muito solitária, muita vinda da alma. Mas tem um coisa boa, excelente: o seu sofrimento é sempre muito belo. É essa a sua grande qualidade. Quase queremos sofrer como ele para termos em nossa posse tamanha beleza. E o filme traduz isso bem. Há beleza no sofrimento. No sofrimento romântico.
De resto, mais outra coisa fantástica a assinalar: a fotografia. Visualmente é um filme muito belo. Belas paisagens, bela luz, belos enquadramentos. Muito bonito mesmo.
E depois a curiosidade do título do filme. Foi tirado do nome da canção dos Beatles, baseado numa canção icónica que me ficou na cabeça, a trautear sem parar:

I once had a girl, or should I say, she once had me... 
She showed me her room, isn't it good, norwegian wood? 

She asked me to stay and she told me to sit anywhere, 
So I looked around and I noticed there wasn't a chair. 

I sat on a rug, biding my time, drinking her wine 
We talked until two and then she said, "It's time for bed" 

She told me she worked in the morning and started to laugh. 
I told her I didn't and crawled off to sleep in the bath 

And when I awoke, I was alone, this bird had flown 
So I lit a fire, isn't it good, norwegian wood.


Para ouvir:



Para ver:


Enjoy.

Coisas


Depois de uma semana infernal, eis que veio um fim-de-semana gostoso, basicamente a fazer de chauffer do rapaz pequeno e a percorrer vários parques infantis. Estivemos em 4 diferentes ao todo, para o pequeno príncipe se deleitar a andar a correr de um lado para o outro, fingir que era o Jake ("sigam-me marujos" dizia-nos), a dançar e cantar, no cimo do escorrega a perguntar o que queriamos comer (muito gosta ele do "faz de conta" em relação à cozinha), a escorregar e ficar deitado um bocado no fim, a andar de triciclo. Sim, basicamente não se fez mais nada do que passear Sua Excelência. Mas lá que é uma tarefa doce e divertida, é.
 
Agora de volta a mais uma semana mega atarefada. Mas já me mentalizei que vai ser assim uns tempos. E estou concentrada. E pronta para mostrar o que valho.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Cansada

Estou cansada.
Deste desalento todo.
Da política deste país.
Da política instável dos meus chefes.
Da instabilidade da minha mente.
De me sentir exausta o tempo todo.
De não ter a cabeça livre e em paz.
De não ter mais tempo para mim.
De ter 1001 tarefas para fazer em casa.
De ter 1001 tarefas para fazer no trabalho.
De ter de me esforçar para sorrir mesmo quando não me apetece.
De ter de justificar porque estou a chorar, mesmo quando nem sei bem porquê.
De ter de me justificar porque estou a sorrir, mesmo quando às vezes nem tenho razões para isso.
Estes últimos dias têm sido um esforço.
Para estar bem. Para trabalhar bem.
Estou cansada e quero férias.
Quero não ter de pensar em nada.
Quero aproveitar a minha família.
Quero esquecer o trabalho.
Quero esquecer pessoas mesquinhas.
Quero esquecer pessoas carentes.
Quero esquecer pessoas com egos gigantes.
Quero focar-me nas coisas boas.
Quero focar-me nas pessoas boas.
Quero focar-me no que me traz paz interior.
Há tanto tempo que não tenho paz interior.
Sempre que estou perto de a atingir, algo acontece que me esgota.
Estou esgotada.
Fisicamente e mentalmente.
Estou sempre maldisposta de tanto stress.
Não há quem aguente.
Quero o meu EU de volta.
Preciso de férias urgentemente.
Estou farta de ver as mesmas pessoas todos os dias.
Comentar os problemas da empresa todos os dias.
Ficar atónita todos os dias.
Preciso de férias, férias, férias de tudo e de todos.
Quero dormir um dia inteiro, mas não posso.

Ai céus! que amanhã seja um dia melhor, da-se...