... ontem (à espera da consulta do P., mas adiante...)
o P. a ver umas imagens de um livro (todo despedaçado!! crianças...) e... encontra uma imagem de um coelhinho - com pelo e tudo!!! E... é a excitação! agarra-se à página (já estava solta, prometo que não fui eu ou ele) deita a cabeça nela e fica ali agarradinho uns segundos lolll.
E passado um bocado volta a pegar na página e.... novo abracinho todo contente!
E depois de outras páginas, sempre que voltava aquela... abracinho de cabeça encostada, todo sorridente.
Opa... tantas beijocas levaram aquelas bochechas fofas! <3
É tão mas tão querido!
P.s. Há que dizer que o meu bebé lindo adoro coelhos. Tem um peluche em casa que adora e tem um livro cheio de imagens e quando chega a imagem do dito... já adivinharam? ;)
Doces para os meus doces... Um diário bem docinho sobre a vida d.M (depois da Maternidade)
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terça-feira, 10 de novembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Today...
A Dra. A.
Agora tem sido médica todas as semanas. Ou por isto ou por aquilo.
Lá vamos a nova visita hoje. Só espero que o diagnóstico não seja muito grave e que, se for preciso, leve com antibiótico do bom para limpar aquela porcaria toda que lhe está a encher os pulmões, nariz, olhos... Raios partam o inverno. Odeio ver o meu pequenino doente.
P.: 13 meses.
Lá vamos a nova visita hoje. Só espero que o diagnóstico não seja muito grave e que, se for preciso, leve com antibiótico do bom para limpar aquela porcaria toda que lhe está a encher os pulmões, nariz, olhos... Raios partam o inverno. Odeio ver o meu pequenino doente.
P.: 13 meses.
Aqueles dias...
... em que faço de mãe e pai ao mesmo tempo ou me dá só para rir ou para chorar (diria mais para me descabelar toda). Aqui há dias...foi daqueles dias :P
Parecia que estava a ver um filme.
No trabalho lutei arduamente para não adormecer em frente ao computador. Depois... correr para ir buscar o P., a rezar para que ele estivesse melhor da carraspana com que está, já lá vai uma semana. Estava tudo bem, ainda muito ranhoso, com muita tosse, não dormiu muito, mas sem febre. O relato comum a esta semana.
Em casa o M. chegou com o avô, a chorar por todos os lados. O avô tinha-lhe feito qualquer coisa ao desenho que ele não gostou e, em fúria, amachucou o desenho todo, a dizer que aquilo ia para o lixo, que ia mandar os desenhos todos dele para o lixo. E chorava chorava... Parecia que o mundo tinha acabado. Depois de uns abracinhos e de ir desopilar para o quarto dele, lá acalmou.
P. entretanto lá fez alguma fita para comer e tal, mas a coisa correu. Não estou habituada a gerir os 2 à noite, por isso estava meia desorientada. Gosto que estejam os 2 na cama cedo (as birras provam que é uma necessidade) mas nestes dias tem sido mais difícil.
Contrariamente ao que é costume pus o M. a ver TV e levei o P. para a cama. Claro, mas CLARO! que logo nesse dia é que ele estava sem sono. Ao meu colo mexia-me na boca, no nariz, nos olhos, irritava-se se eu o prendia mais a ver se acalmava, e trinta por uma linha. Sempre que parecia amolocer, zás... olho aberto a mexer em algo mais. Nem o burrinho (peluche favorito para dormir) o acalmava. Ou então acalmava mas demorou horas a mexer nele.
E eu impaciente. A certa altura, achando que já devia ser tarde e que o M. ainda estava sem comer, apaguei a luz, dei mais um colinho rápido e disse "soninho P,, soninho" (a palavra-chave). E toca de o deitar na cama. Já fora do quarto e através da câmara vi o rapaz a rebolar-se, a choramingar, a pegar no burrinho meio desesperado.
Paciência. Hoje não há pão para malucos!
M. ao contrário do habitual é despachado com umas papas + fruta, lavar dentes, não há história hoje "e não quero birras aviso já!!" e "não fico muito tempo contigo na cama, a mamã ainda tem muito que fazer". Meio contrariado, lá aceitou as condições (fiquei surpresa), mas o meu ar devia ser tão decidido que a coisa até correu bem.
O outro manfio pequeno continuava na sua choraminguisse. Pensei: "não te vais safar de ainda ter de ir lá dar mais colo para ele adormecer".
Mais uns minutos a dar mimos ao M., e qual é o meu espanto quando saio do quarto dele, olho para o relógio e eram ainda 21h!!! Nem queria acreditar!! como é que os tinha despachado tão depressa?? "Vou aproveitar e vou comer, arranjar as coisas deles para amanhã e vou DESCANSAR!!!".
Toda contente lá me sento a comer descansada.
21h20: P. tosse, acorda e começa a chorar. Passado um bocado vou lá, meto a chucha e deito-o para trás. Sossega e saio (embora note um mau cheiro no quarto mas como aquilo é tipo fraldário não ligo muito)
21h40: P. levanta-se a chorar de novo. Não pára e volto lá novamente. Acalma.
22h20: Ainda a meio da preparação das lancheiras com almoços e lanches, P. chora novamente. Desta vez à séria, olha para a câmara com cara feia.
De repente oiço o M. também a chorar...
Oh nãooooooooooooooooooooooo!!!!! Mas o que se está a passar aqui?? estão os 2 a conspirar contra a minha pessoa? Vou primeiro a qual??
Entro no quarto do M. que chora porque tem medo do escuro e não quer ficar no quarto escuro, quer-se levantar. Mas M., o teu quarto não está escuro, tens a luz de presença. Mas ele insiste enquanto o outro berra no quarto ao lado. Peço para ele se acalmar, que está tudo bem, que vai ficar ali um bocadinho que eu já volto porque o mano também está a chorar.
Saio. O P. mal eu entro acalma, mas continua choramingas e quer colo. Desta vez cheiro-o melhor e desconfio que a razão que o tem mantido incomodado (para além da carraspana) é o maldito.... COCÓ!!! Cocó na fralda claro.
Enquanto o mudo ele já está todo satisfeito a querer puxar isto e aquilo que está espalhado na cama de apoio. Oiço o M. a chamar-me. E não se cala, parece um disco riscado.
Já em despespero dou-lhe 2 berros a dizer para parar, já lá vou. O irmão dá um salto quando eu falo. Fica a olhar para mim espantado. O M. chora baixinho...
Ó céus... why me?
Acabo de mudar a fralda ao P., endireito-o, aspiro-lhe mais alguma ranhoca (ou tento, que o sacana agora puxa-me sempre aquilo da boca), deito-o ao meu colo e digo "soninho, são horas de dormir, soninhooooo". E meto-o na cama com a luz já fechada. O desgraçado abre a goela nesse mesmo segundo, mas volto a dizer firme "soninho!" e fecho a porta devagar.
Claro que não tenho fé nenhuma e sei que ele vai andar a rebolar e chorar durante 1h...
Mas agora de volta ao M. que entretanto saiu da cama e foi ao WC. Está na sanita.
O cocó está na ordem do dia, estou a ver...
Continua com a cara cheia de lágrimas e fico molinha quando ele me diz que estava a sonhar que estava num quarto escuro, tal como tinha acontecido com os Ninjago. Dou-lhe muitos abraços e beijos. Já passou...
De volta à cama deito-me junto a ele. Mais mimos e readormece num instante.
Quando minutos mais tarde espreito pela câmara... P. dorme sossegado. Nem sei como aconteceu.
E são 23h. E de volta para a cozinha acabar o que ainda falta.
Volta Mr. T,!!! estás perdoado! ;)
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
O meu bebé...
... (13 meses agora), normalmente tão simpático e sorridente, anda transtornado... É birra e impaciência quando acorda, quando chega a casa ao fim da tarde (mas sei que o cansaço aí não ajuda nada), quando está sentado e quer algo, quando é porque sim ou porque não. Damos-lhe qualquer coisa para a mão e atira-a para o chão irritado, e chora e chora...
À noite acorda várias vezes a chorar. Se dantes era só ir lá e colocar a chucha, agora é preciso tirá-lo do berço e dar um bocadinho de colo até acalmar e adormecer de novo.
Estou rebentada... Sem dormir nada de jeito e a sentir a garganta inflamada (é tudo a ajudar).
Não sei se se rebola incomodado porque a estomatite na boca ainda o incomoda, se são as gengivas super inchadas e vermelhas (molares e afins...tudo a nascer ao mesmo tempo tadito do bicho). Se tem frio. Ou calor. Não sei.
Acordo a qualquer gemido dele. Estou exausta e cansada de tanto mau humor da criatura. Mas sofro por vê-lo tão incomodado. Só quero que esta fase passe depressa.
Entretanto, nos intervalos do mau humor lá se entretém a gatinhar por todo o lado, a por de pé, a tirar coisas das gavetas, a dançar ao som de músicas. O fofinho safado...
À noite acorda várias vezes a chorar. Se dantes era só ir lá e colocar a chucha, agora é preciso tirá-lo do berço e dar um bocadinho de colo até acalmar e adormecer de novo.
Estou rebentada... Sem dormir nada de jeito e a sentir a garganta inflamada (é tudo a ajudar).
Não sei se se rebola incomodado porque a estomatite na boca ainda o incomoda, se são as gengivas super inchadas e vermelhas (molares e afins...tudo a nascer ao mesmo tempo tadito do bicho). Se tem frio. Ou calor. Não sei.
Acordo a qualquer gemido dele. Estou exausta e cansada de tanto mau humor da criatura. Mas sofro por vê-lo tão incomodado. Só quero que esta fase passe depressa.
Entretanto, nos intervalos do mau humor lá se entretém a gatinhar por todo o lado, a por de pé, a tirar coisas das gavetas, a dançar ao som de músicas. O fofinho safado...
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Conversas
Em conversa com o pai, e por causa de profissões:
M.: Quando for grande quero ser polícia!
T.: Pois, já me tinhas dito... Já não é astronauta?
M.: Não, não... Polícia! Até há uma estação da polícia ao pé da minha escola, não há?
T.: Sim... Quando fores grande vais trabalhar para lá, é?
M.: Pois claro.
T.: Mas olha que os polícias têm de ser muito corajosos. Muito valentes. Não têm medo de nada!
M.: Eu não tenho medo de nada!! (diz muito decidido.)
Silêncio.
M.: Só do escuro... (diz mais baixinho.)
:))))
M.: Quando for grande quero ser polícia!
T.: Pois, já me tinhas dito... Já não é astronauta?
M.: Não, não... Polícia! Até há uma estação da polícia ao pé da minha escola, não há?
T.: Sim... Quando fores grande vais trabalhar para lá, é?
M.: Pois claro.
T.: Mas olha que os polícias têm de ser muito corajosos. Muito valentes. Não têm medo de nada!
M.: Eu não tenho medo de nada!! (diz muito decidido.)
Silêncio.
M.: Só do escuro... (diz mais baixinho.)
:))))
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Opa...
... novamente....1 semana de intervalo apenas entre a outra mazela das gastros. Haja paciência!
Já não sei o que pensar das creches... Vale a pena esta cegada toda, a toda a hora, por estar sempre rodeado de infetados? Opa...
Como diz o outro: winter is coming...
Já não sei o que pensar das creches... Vale a pena esta cegada toda, a toda a hora, por estar sempre rodeado de infetados? Opa...
Como diz o outro: winter is coming...
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Conversas com o M.
Vinda do cabeleireiro e depois de um abraço quando o fui buscar à escola:
- Mãeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!
- Meu amor, que boa surpresa hoje, ahn? vim buscar-te!
- Sim! Quase não te reconhecia, nem parecias a minha mãe.
- Então, estou muito diferente?
- Sim...
(pára e olha melhor)
- Não cortaste só o cabelo!!!
- Pois não :)))
- Está de outra cor!
- Sim.
- Estás diferente...
- Para melhor ou para pior?
- Para pior...
Ai vida. Estou a ver que o M. não é rapaz para grandes mudanças...
- Mãeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!
- Meu amor, que boa surpresa hoje, ahn? vim buscar-te!
- Sim! Quase não te reconhecia, nem parecias a minha mãe.
- Então, estou muito diferente?
- Sim...
(pára e olha melhor)
- Não cortaste só o cabelo!!!
- Pois não :)))
- Está de outra cor!
- Sim.
- Estás diferente...
- Para melhor ou para pior?
- Para pior...
Ai vida. Estou a ver que o M. não é rapaz para grandes mudanças...
Missing my baby
Depois de uma semana de vomitados à la exorcista, diarreia, dietas, e mais vomitados,
Depois de uns dias em casa porque teve mesmo de ser e de muitos mimos à mistura,
Depois do pai da criatura a vomitar também,
Depois da avó da criatura a vomitar também,
Depois da mãe da criatura ainda andar maldispostex,
Depois do irmão da criatura se ter safado! (yeahhhhhhh!!!!)
Heis que estou aqui novamente a trabalhar cheia de saudades tuas meu gordinho pequeno,
Que já não estás tão gordinho,
Que perdeste peso,
Que estás com as bochechas mais pequenas,
Que já não tens o apetite de antigamente,
Que me olhaste com um ar de abandono gigante quando te fui por à creche,
Que me deixaste o coração apertado até agora,
Depois disso tudo, aqui estou eu cheia de saudades.
Depois de uns dias em casa porque teve mesmo de ser e de muitos mimos à mistura,
Depois do pai da criatura a vomitar também,
Depois da avó da criatura a vomitar também,
Depois da mãe da criatura ainda andar maldispostex,
Depois do irmão da criatura se ter safado! (yeahhhhhhh!!!!)
Heis que estou aqui novamente a trabalhar cheia de saudades tuas meu gordinho pequeno,
Que já não estás tão gordinho,
Que perdeste peso,
Que estás com as bochechas mais pequenas,
Que já não tens o apetite de antigamente,
Que me olhaste com um ar de abandono gigante quando te fui por à creche,
Que me deixaste o coração apertado até agora,
Depois disso tudo, aqui estou eu cheia de saudades.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Nós.
Estes podíamos ser nós. Eu e tu P., à noite. Meu amorzinho fofo.
Não sei de quem é este este desenho, mas é lindo.
Não sei de quem é este este desenho, mas é lindo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
As empregadas
Aqui há tempos o M. fez-me uma pergunta que me deixou perplexa. Estávamos na cozinha, eu a cozinhar, ele a fazer outra coisa qualquer, e diz-me:
- Mãe, quando é que uma empregada me vai buscar?
Não alcancei logo.
- Como assim? Qual empregada?
- Não sei... - disse ele.
- Nós não temos empregada.
- Ai não... ah.
- Porquê? querias ter uma empregada?
- Não sei. - Encolhe os ombros. E vivamente diz: - A empregada da X vai buscá-la à escola.
- Ahhhhh.... então a empregada era para isso?
Vê diariamente uns meninos cujos avós os vão buscar, vê também os pais de outros e por vezes vê "as empregadas" que ele nem entende bem o que são e o que fazem, e o que são àqueles meninos.
Se por um lado, acho que a pergunta dele foi light, por outro revela que observa e sabe diferenciar as coisas.
Tento passar-lhe a noção de que é positivo que sejam os pais a irem buscar os meninos (já vi vários a irem embora com elas sem qualquer emoção: não há saltos, nem beijos, nem mimos):
- M., mas tu já tens os papás que te vão buscar. - Largo o que estou a fazer e sento-me de frente para ele, enquanto lhe dou um abraço. - O pai vai-te levar e buscar todos os dias, e a mãe às vezes vai-te buscar. Já viste a sorte que tens de teres os papás ou a avó B. a irem buscar-te? Estamos sempre com tantas saudades tuas... As empregadas que vês na escola vão buscar os outros meninos porque os papás deles não chegam a tempo, trabalham até muito tarde. Provavelmente eles gostavam muito que os pais os fossem buscar, mas não é possível.
Ele assimila a coisa e... next.
Agora faço foward desta situação, passada há muitas semanas, e olho para mim, para nós agora. O outono chegou e com ele o trânsito. Fazemos um esforço, comum a todos os pais, claro, por ir levar e buscar os nossos filhos. Mas agora olho para o nosso esforço com tristeza e muita frustração. Se aqui há tempos ficaria quase indignada em mandar uma empregada buscar o MEU filho, agora fico com inveja quando vejo às 16h30, na escola aqui ao lado do meu trabalho, os miúdos a saírem pela mão de quem seja.
Fico de coração apertado ao pensar que o meu pintainho grande acorda todos os dias às 7h, às 7h40 já está a sair de casa, às 8h está na escola, e às 18h30 está o pai a ir buscá-lo para chegarem a casa às 18h45... por aí. Depende do trânsito, lá está.
Fico triste e tento afastar da cabeça o número de horas que ele passa na escola. Depois também tento pensar que no tempo que está lá, está a brincar, a aprender, a fazer desporto. Sei que se diverte. Sei que para ele aquilo não é um frete.
Mas custa-me. E sofro por antecipação a tentar pensar como será quando tiver aulas a sério e tiver TPC's todos os dias ou quase. A que horas se vai deitar então? Quero que chegue a casa e relaxe, descanse, esteja connosco.
Se aqui há tempos olhava crítica para ""as empregadas", agora olho para elas mais meigamente. Aqueles miúdos podem não ter os pais a irem buscá-los, mas vão para casa cedo e podem estar no seu ambiente bem mais tempo do que o meu pode... E sinto uma inveja. Uma raiva. Uma frustração por não podermos estar todos em casa mais cedo, estar mais tempo juntos. E amaldiçoo estes empregos que duram até às 18h, que não deixam tempo para nada que não seja a correr.
Quero mudar a situação, fazer algo. Mas ainda não sei o quê...
- Mãe, quando é que uma empregada me vai buscar?
Não alcancei logo.
- Como assim? Qual empregada?
- Não sei... - disse ele.
- Nós não temos empregada.
- Ai não... ah.
- Porquê? querias ter uma empregada?
- Não sei. - Encolhe os ombros. E vivamente diz: - A empregada da X vai buscá-la à escola.
- Ahhhhh.... então a empregada era para isso?
Vê diariamente uns meninos cujos avós os vão buscar, vê também os pais de outros e por vezes vê "as empregadas" que ele nem entende bem o que são e o que fazem, e o que são àqueles meninos.
Se por um lado, acho que a pergunta dele foi light, por outro revela que observa e sabe diferenciar as coisas.
Tento passar-lhe a noção de que é positivo que sejam os pais a irem buscar os meninos (já vi vários a irem embora com elas sem qualquer emoção: não há saltos, nem beijos, nem mimos):
- M., mas tu já tens os papás que te vão buscar. - Largo o que estou a fazer e sento-me de frente para ele, enquanto lhe dou um abraço. - O pai vai-te levar e buscar todos os dias, e a mãe às vezes vai-te buscar. Já viste a sorte que tens de teres os papás ou a avó B. a irem buscar-te? Estamos sempre com tantas saudades tuas... As empregadas que vês na escola vão buscar os outros meninos porque os papás deles não chegam a tempo, trabalham até muito tarde. Provavelmente eles gostavam muito que os pais os fossem buscar, mas não é possível.
Ele assimila a coisa e... next.
Agora faço foward desta situação, passada há muitas semanas, e olho para mim, para nós agora. O outono chegou e com ele o trânsito. Fazemos um esforço, comum a todos os pais, claro, por ir levar e buscar os nossos filhos. Mas agora olho para o nosso esforço com tristeza e muita frustração. Se aqui há tempos ficaria quase indignada em mandar uma empregada buscar o MEU filho, agora fico com inveja quando vejo às 16h30, na escola aqui ao lado do meu trabalho, os miúdos a saírem pela mão de quem seja.
Fico de coração apertado ao pensar que o meu pintainho grande acorda todos os dias às 7h, às 7h40 já está a sair de casa, às 8h está na escola, e às 18h30 está o pai a ir buscá-lo para chegarem a casa às 18h45... por aí. Depende do trânsito, lá está.
Fico triste e tento afastar da cabeça o número de horas que ele passa na escola. Depois também tento pensar que no tempo que está lá, está a brincar, a aprender, a fazer desporto. Sei que se diverte. Sei que para ele aquilo não é um frete.
Mas custa-me. E sofro por antecipação a tentar pensar como será quando tiver aulas a sério e tiver TPC's todos os dias ou quase. A que horas se vai deitar então? Quero que chegue a casa e relaxe, descanse, esteja connosco.
Se aqui há tempos olhava crítica para ""as empregadas", agora olho para elas mais meigamente. Aqueles miúdos podem não ter os pais a irem buscá-los, mas vão para casa cedo e podem estar no seu ambiente bem mais tempo do que o meu pode... E sinto uma inveja. Uma raiva. Uma frustração por não podermos estar todos em casa mais cedo, estar mais tempo juntos. E amaldiçoo estes empregos que duram até às 18h, que não deixam tempo para nada que não seja a correr.
Quero mudar a situação, fazer algo. Mas ainda não sei o quê...
O meu fofinho....
... anda mais calado e menos sorridente. Não sei se por ainda estar adoentado (mas coitado, já marchou para a escola...), se por estar mais crescido, se por lhe doer ainda alguma coisa, se por estar maldisposto, se por lhe doerem as gengivas/dentes a nascer.
Mas não anda o mesmo e eu fico a morrer por dentro, a pensar o que se passará. Não tem apetite nenhum, anda rabujento, com mais génio, ao mesmo tempo quer mais colo.
Ai, ai. Filho sofre. E mãe também.
Mas não anda o mesmo e eu fico a morrer por dentro, a pensar o que se passará. Não tem apetite nenhum, anda rabujento, com mais génio, ao mesmo tempo quer mais colo.
Ai, ai. Filho sofre. E mãe também.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Depois...
... de um fim de semana esgotante, fisicamente e emocionalmente, com o mais pequeno com grande febrão... heis que só quero olhar e relembrar o divertido que foi o fim de semana passado, onde o P. andou pela primeira vez de baloiço... e adorou!! (birra a espernear quando o tirámos ahahaha)
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
E hoje comemora-se o dia...
... em que morri de amores outra vez :)
Parabéns meu terrorista pequenino pelo teu primeiro aniversário!
Eras tão pequenino e agora estás tão grande e giraço.
Parabéns meu terrorista pequenino pelo teu primeiro aniversário!
Eras tão pequenino e agora estás tão grande e giraço.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Ansiosamente...
... à espera do sling que nos vai permitir (dá para regular o tamanho) andar com o bidu pequeno ao colo nos nossos passeios em férias. Estou mesmo num excitex para ver como ficou aquilo. A encomenda nunca mais chega!! :)
(sim...eu tinha um muito giro... mas de medidas fixas, só sei é que agora a medida do ombro ao outro lado da anca mudou...)
(sim...eu tinha um muito giro... mas de medidas fixas, só sei é que agora a medida do ombro ao outro lado da anca mudou...)
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Gracinhas
Entre o drama que se tem vivido ultimamente para deitar o rapaz pequeno (fosga-se...é que tem sido mesmo um pesadelo com aquela pulga aos saltos no berço às 22h30(!! ele sempre adormeceu por volta das 20h...), connosco a tentar adormecê-lo ao colo sem sucesso, e trinta por uma linha) ele lá nos tem animado com as suas gracinhas recentíssimas. E no fim de semana começou do nada a bater palminhas (agora bate a toda a hora ahahaha), abana a cabeça quando lhe dizemos "o maluquinho?", e ontem imitou-me a fazer o som dos beijinhos. É um fofo.
Andamos com mais cabelos brancos nestas 2 últimas semana do que no resto do ano que passou.
Mas é um fofo!
Andamos com mais cabelos brancos nestas 2 últimas semana do que no resto do ano que passou.
Mas é um fofo!
domingo, 9 de agosto de 2015
O M. fez 5 anos
E eu andei pasmada uns dias. 5 anos.
Ainda me lembro bem de ti com meses, muito pacífico, sempre na boa. Não te davam este brinquedo, pegavas no outro. Estava sempre tudo ok, eras muito calminho. Durante muito tempo mal reagias à minha presença, era como se fosses indiferente, mas um dia tudo mudou e até hoje é "mamã para aqui, mamã para ali", adoras mimos, és carinhoso (embora cada vez mais independente). És muito engraçado, fazes palhaçadas a toda a hora, estás bem mais reguila e destemido do que há uns 2 anos, ou até há 1.
Ainda adoras que seja eu a deitar-te, embora cada vez menos te dê um colinho antes de dormires, na cama, e vás logo deitar-te (mas NUNCA antes de uma boa história). És um rapazinho crescido mas adoro ver como não consegues dormir sem a tua almofadinha e o teu peluche. Cada vez que te vou espreitar à cama vejo um rapaz cada vez mais comprido e lindo.
Estás cada vez com mais manhas e tentas ludibriar a malta cada vez com mais pinta para teres o que queres. Mas tens sentido de humor e muitas vezes és desarmado com brincadeira e sentido de humor de volta. Outras vezes é birra da grande e lá temos de respirar bem fundo...
Choras e amuas com facilidade, mas dás-te bem com toda a gente e muitos miúdos querem ser teus amigos, mais do que tu o queres ser a eles. Gostas de brincar em grupo, mas tens muitos momentos em que gostas de estar apenas contigo.
Tem sido uma surpresa ver-te crescer. Tem sido um desafio enorme educar-te, sempre com tantas dúvidas, mas sempre com muito amor.
És o meu primeiro filho, o meu primeiro amor incondicional.
Parabéns meu fofo.
Ainda me lembro bem de ti com meses, muito pacífico, sempre na boa. Não te davam este brinquedo, pegavas no outro. Estava sempre tudo ok, eras muito calminho. Durante muito tempo mal reagias à minha presença, era como se fosses indiferente, mas um dia tudo mudou e até hoje é "mamã para aqui, mamã para ali", adoras mimos, és carinhoso (embora cada vez mais independente). És muito engraçado, fazes palhaçadas a toda a hora, estás bem mais reguila e destemido do que há uns 2 anos, ou até há 1.
Ainda adoras que seja eu a deitar-te, embora cada vez menos te dê um colinho antes de dormires, na cama, e vás logo deitar-te (mas NUNCA antes de uma boa história). És um rapazinho crescido mas adoro ver como não consegues dormir sem a tua almofadinha e o teu peluche. Cada vez que te vou espreitar à cama vejo um rapaz cada vez mais comprido e lindo.
Estás cada vez com mais manhas e tentas ludibriar a malta cada vez com mais pinta para teres o que queres. Mas tens sentido de humor e muitas vezes és desarmado com brincadeira e sentido de humor de volta. Outras vezes é birra da grande e lá temos de respirar bem fundo...
Choras e amuas com facilidade, mas dás-te bem com toda a gente e muitos miúdos querem ser teus amigos, mais do que tu o queres ser a eles. Gostas de brincar em grupo, mas tens muitos momentos em que gostas de estar apenas contigo.
Tem sido uma surpresa ver-te crescer. Tem sido um desafio enorme educar-te, sempre com tantas dúvidas, mas sempre com muito amor.
És o meu primeiro filho, o meu primeiro amor incondicional.
Parabéns meu fofo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
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